segunda-feira, 16 de abril de 2012

POLÍCIA REGISTRA DOIS HOMICÍDIOS EM POUCAS HORAS EM SOBRAL.







Em menos de 24 horas mais um crime é registrado em Sobral. Informações do SD Ubirajara é que na manhã de hoje domingo 15 / 04 por volta de 6:40 a RD 1209 foi acionada para o bairro “Alto da Rolinha” próximo ao Sinhá Saboia, para um achado de cadáver. Ao chega no local, a polícia constatou que se tratava de um homicídio. Os policiais começaram fazer os primeiros levantamentos e constatou que a vítima se tratava do José Helder Lopes de Almeida conhecido por “PENTE”, 31 anos, casado, de Sobral, residia na rua Maria Siqueira Portela 524 no Alto da Rolinha.

Populares informaram para polícia que um pouco depois de meia noite de sábado para domingo, o mesmo saiu de um bar nas proximidades de onde o corpo foi encontrado. Ele foi morto com uma perfuração a faca entre os peitos. Diligencias foram feitas através do FTA no comando do Cabo Melo, RD 1209 e o serviço de inteligência da Polícia Militar, e por volta das 11:30, ainda de domingo, conseguiram fazer a prisão dos acusados que entre eles teve a participação de um menor. Foram três envolvidos nesse crime. Segundo o Cabo Melo, os acusados são réu confesso, os dois maiores segurou a vítima e o menor furou para rouba-lo.

Eles pediram um real a vítima que falou que não tinha, foi quando dois seguraram o rapaz e o outro furou, depois levaram o blusão da vítima caracterizando um latrocínio, roubo seguido de morte. Disse o Cabo Melo. A arma utilizada no crime foi encontrada na residência do menor. Os acusados são o José Eliésio da Paixão, 23 anos conhecido por “PEREQUETÊ”, Átila Sousa Rocha 19 anos e um menor de 16 anos, todos eles do bairro Parque Santo Antônio.

O Cabo ainda informou que na investigação, eles mesmo entregou o Átila, em ter matado o Iago na quinta-feira Santa nas margens do Rio Acaraú a bala. Todos foram levados para Delegacia de Polícia Civil, para os procedimentos.

ÁTILA, PEREQUETÊ E DEPOIS O MENOR


OS DOIS ACUSADOS, ÁTILA E O ELIÉSIO MAIS CONHECIDO POR PEREQUETÊ

   No Facebook, viúva de Chico Anysio desabafa e agradece fãs


Foto: Futura Press
A viúva de Chico Anysio, Malga di Paula, voltou a postar uma mensagem em seu Facebook, agradecendo todo o carinho e apoio dos fãs após a morte do comediante, que aconteceu no último dia 23. No texto publicado na rede social, ela relata seu amor pelo humorista e conta como foram os primeiros dias sem o marido.

"Recebi tantas manifestações de carinho, através dos mais variados meios de comunicação, que eu jamais terei palavras para agradecer, mesmo que eu aprendesse a dizer `obrigada´, em todos os idiomas falados no planeta ou no mundo celestial. Desculpem o meu silêncio", afirma Malga.

A viúva diz ainda que o "golpe da realidade" veio no momento em que voltou para sua casa, quando realmente se deu conta da morte de Chico Anysio. "A cadeira vazia no escritório, o computador desligado, as correspondências fechadas, enfim... O silêncio que eu tanto temia".

Na mensagem via Facebook, Malga admite estar muito abalada com a perda, mas que enfim conseguiu ter minutos de "concentração" para escrever essa mensagem aos fãs que tanto torceram pelo comediante.

"Choro muito, mas agora, consegui me concentrar e escrever esta pequena nota para lhes dizer que apesar da profunda dor que sinto, sei que ficarei bem, porque a presença do Chico no meu coração é a grande razão para eu continuar vivendo... A partir de agora, meu compromisso é com a memória do Chico e a realização de projetos que tínhamos para fazermos juntos, pois, tenho certeza absoluta de que ele jamais me deixará sozinha", afirma Malga.

Ela encerra o texto agradecendo "ao Brasil", pelo carinho e respeito, e a Chico Anysio, "por tudo, absolutamente tudo".

Fonte: Terra



Foto: Paduardo/Futura Press/AE
O corpo do estudante Roberto Laudísio Curti, de 21 anos, morto na Austrália no dia 18 de março, foi enterrado neste domingo, por volta das 12h, no Cemitério do Araçá, em Perdizes, na zona oeste de São Paulo. O velório também foi realizado no mesmo local no início da manhã.

Laudisio, que era órfão desde criança, foi enterrado no mesmo túmulo que os pais. O corpo do estudante deixou a Austrália na sexta-feira (13) com destino ao Chile. Após pernoitar em Santiago, seguiu na manhã para o Brasil. O voo desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos, Cumbica, por volta das 16h.

Laudisio estava na Austrália desde o ano passado para visitar a irmã e o cunhado e fazer um curso de inglês numa escola de Bondi Junction, um bairro no sul de Sydney. A madrinha do jovem disse que o traslado custaria US$ 10 mil (R$ 18,3 mil) e seria custeado pela família. Eles vão pedir um reembolso ao governo australiano.

A ação policial que culminou em sua morte teve início após o furto de um pacote de biscoitos em uma loja de conveniência durante a madrugada. Segundo a polícia, Laudisio foi o autor do roubo e, durante uma perseguição, foi atingido por uma arma de eletrochoque taser.

O repórter Marcos Moreira, do serviço brasileiro da emissora de rádio australiana SBS (Special Broadcasting Service), falou com funcionários da loja. Um deles não reconheceu Laudisio como o autor do roubo. As imagens da câmera de vigilância do local estão em poder da polícia de Sydney e até o momento não foram divulgadas.

Indignação

A madrinha do jovem, Patricia Laudisio, criticou a falta de apoio do Itamaraty: "Estamos decepcionados com a postura do governo brasileiro, que não está fazendo pressão, não está cobrando", afirmou Patricia. Procurada, a assessoria de imprensa do Itamaraty disse que o Consulado do Brasil em Sydney está em "contato permanente" com a família de Laudisio e respeitando o pedido de privacidade feito pelos parentes.

A assessoria acrescentou que a representação brasileira acompanha o caso de perto, mas tem atuação limitada em território estrangeiro, não podendo, por exemplo, investigar um crime.

A madrinha do estudante acrescentou que o corpo passou por três necropsias. A primeira, que não foi acompanhada pela família, indicou que o jovem foi agredido fisicamente e não apenas atingido pela arma de taser. Os resultados dos testes não foram divulgados.

Patricia disse também que a família enviou à Austrália exames médicos feitos por Roberto antes de embarcar, no ano passado. Segundo ela, os testes mostraram que o jovem tinha boas condições de saúde e nenhum problema cardíaco que pudesse explicar porque ele morreu ao ser atingido por uma arma que, em tese, não é letal. “Ele morreu porque recebeu quatro disparos de taser e ninguém aguenta quatro disparos de taser”, disse a madrinha do jovem.

Fonte: Último Segundo - iG

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