A pesquisa sugere que terapias virais possam ser efetivamente injetadas na corrente sanguínea durante as consultas ambulatoriais de rotina. O reovírus também pode ser injetado diretamente nos tumores, porém este procedimento é complicado e exige conhecimento específicos. O método também funciona com tumores profundos, como no fígado, pulmões pâncreas e estômago e é aposta de evolução nos tratamentos oncológicos.
O microorganismo é aposta para evolução do tratamento oncológico/Foto: USP Hospitales
“Parece que o reovírus é ainda mais inteligente do que pensávamos. Pegando carona em células do sangue, o vírus consegue se esconder da resposta imune natural do organismo e atingir sua meta de forma intacta. Isto poderia ser extremamente importante para a introdução de terapias virais como esta na prática clínica”, afirmou o pesquisador Alan Melcherm, da Universidade de Leeds.
Veja mais sobre a pesquisa (em inglês):
Redação EcoD
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