
Representantes do Banco do Brasil e Bradesco estiveram presentes no
debate e afirmaram que algumas medidas estão sendo cumpridas, mas a
execução de outras se tornam impossíveis (Foto: Divulgação/AL)
Em audiência pública da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia
Legislativa do Ceará (AL-CE), o Estatuto da Segurança Bancária (ESB) e a
forma como pode ser aplicada em Fortaleza foram discutidos nesta
sexta-feira (14).
Representantes do Banco do Brasil e Bradesco estiveram presentes no
debate e afirmaram que algumas medidas estão sendo cumpridas, mas a
execução de outras se tornam impossíveis.
Segundo o gerente jurídico regional do Banco do Brasil, Severino
Barreto Filho, o bloqueador de celular , previsto no ESB, é impossível
de ser implementado. Esta condição só é válida para os presídios segundo
permissão da Anatel. "Colocamos cartazes informando que é proibido o
uso do celular dentro da agência, que é o que nos compete", esclareceu o
gerente.
O Estatuto
O Estatuto visa a execução de algumas medidas de seguranças para
agências bancárias da Capital. Também penaliza aquelas que não cumprem o
que é estabelecido.
Segundo o ESB, é proibida a entrada de pessoas com capacetes ou
acessórios que deixem de identificar a pessoa no interior das agências.
Além disso, também proibe o uso de aparelhos celulares e obriga a
utilização de portas giratórias de segurança e biombos nos caixas.
Para o vereador petista Acrísio Sena, as agências que cumprem o que é
acordado conseguem reduzir as ações criminosas. “São investimentos como
esses que estão garantindo a vida das pessoas dentro das agências.
Aqueles que não tomaram as medidas necessárias continuam tendo problemas
com a segurança, muitas vezes com seus funcionários sendo vítimas
fatais desses crimes”, afirmou o vereador.
Fonte: Diário do Nordeste
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