- Atualizado em
02/02/2013 22h05
Time carioca passa dificuldades nos primeiros quartos, mas melhora após a entrada de Kojo, Duda, Zanotti e Feliz, e sobra no segundo tempo: 90 a 77
e 3 pontos (Foto: Alexandre Vidal / FlaImagem)
- Hoje foi um bom exemplo da força do grupo. Os meninos do banco jogando o que a gente precisava para conseguir a vitória. No primeiro tempo, estávamos arremessando livre, e a bola não caía. Falei para eles continuarem chutando, para não perder a confiança. Então eles viram que a gente não dependia só do ataque, porque hoje a defesa nos sustentou - analisou Neto, que também elogiou o armador Kojo, pelo empenho em atuar mesmo com o problema na perna.
Brilho do banco
Kojo veio para o jogo. Duda também. Mas as bolas continuavam procurando o aro. O Minas tinha um aproveitamento melhor. Abriu 26 a 21 e foi fazendo, aos pouquinhos, as testas na arquibancada começarem a ficar franzidas. Foram três minutos sem comemorar um pontinho sequer. Neto trocava as peças, até que chamou Feliz. Em seu primeiro lance, o novato de 22 anos pegou um rebote, ligou o contra-ataque e, lá na frente, Bruno Zanotti convertou a cesta do empate (26 a 26). A torcida respirou aliviada e começou a cantar novamente a plenos pulmões. O Minas já errava mais, e o Flamengo aproveitava. Kojo corria e fazia 30 a 29. Um arremesso longo de Duda e mais dois do armador deram aos anfitriões a vantagem de 35 a 29 no fim do primeiro tempo.
Na volta do vestiário, nem parecia que estava ali o Flamengo que passou sufoco. O jogo fluía com a facilidade habitual e os números no marcador mudavam com rapidez. No meio da quadra, Duda roubou uma bola, partiu para uma enterrada de costas. E tomou um susto quando percebeu que tinha batido no aro. Atento, pegou o rebote e consertou tudo. O Minas, quando viu, já estava 12 pontos atrás (49 a 37). Restando três minutos, Marquinhos voltava ao jogo. Tudo seguia sob controle e o ala, da linha de três, também dava sua contribuição para aumentar a frente: 62 a 49.
Festa rubro-negra, e Brasília na mira
Os visitantes lutavam. Só que era difícil conter o ímpeto dos donos da casa. A defesa trabalhava bem e Marquinhos acertava a mão. Com 73 a 54, o ritmo continua intenso. Kojo já tinha feito a sua parte e foi descansar com 13 pontos no bolso. Olivinha brigava nos rebotes e os meninos Diego, Gegê e Feliz se empenhavam para não deixar o ritmo cair. Não havia mais muito que o Minas pudesse fazer. O Flamengo sobrava e a torcida já pensava no tradicional rival. Cantava: "Brasília, pode esperar, a sua hora vai chegar". Em quadra, os jogadores mantinham a concentração, queriam mais. Se lamentavam uma cesta perdida, caprichavam ainda mais na jogada seguinte. E assim, derrubaram mais uma vez o rival que estava entre aqueles que consideravam perigosos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário