André Costa
O quadro Boca no Trombone chega a sua 5ª edição no mês e a
11ª do ano, trazendo queixas e fotos de Crato e Juazeiro do Norte, aonde
populares reclamam da falta de iluminação pública, da situação precária
em que muitas vias ficaram após as chuvas e do “estranho serviço
prestado pelo DEMUTRAN, exclusivamente, às escolas particulares”, relata
a internauta Maria do Socorro.
Cícero Wagner de Oliveira diz que a rua em que ele mora, Daniela Matos de Mendonça, por trás do Atacadão (bairro São José) fica totalmente intransitável todas as vezes que chove e segundo ele “o volume da água sobe a tal ponto que muitas casas são lavadas pelo barro trazido na correnteza”.
Na mesma rua, Cícero relata que a luz do poste central estáqueimada e “vários chamados já foram feitos, mas até o momento a COELCE não adotou nenhuma medida”. O internauta finaliza dizendo que a falta de iluminação, somada com a situação catastrófica em que a rua se encontra, proporciona um ambiente propicio para delitos.
Ainda na Terra do Padre Cícero, porém, na esfera do transporte, Maria do Socorro Freitas, questiona o trabalho realizado pelo Departamento Municipal de Trânsito (DEMUTRAN) que, segundo ela, coloca diariamente agentes em frente às principais escolas particulares da cidade para auxiliar o trafego nos horários de saída e entrada dos alunos.
Maria indaga porque a mesma medida não é adotada nas unidades de ensino da rede pública. “Muitos colégios estão desassistidos, como é o caso da Escola Isabel da Luz, na Avenida Ailton Gomes, que todos os dias, os pais enfrentam dificuldade para buscarem seus filhos e as crianças correm risco de a qualquer momento serem atropeladas”.
Em Crato, o falta de estrutura da Vila São Bento também motivou a reclamações dos moradores daquela localidade. A ineficiência da drenagem das águas faz com que as ruas fiquem alagadas e em alguns trechos, quase intransitáveis.
O operário Reinaldo Ferreira teme que sua casa desabe com a umidade do solo e diz que é um problema sair de casa nos dias em que chove. “Meu medo é que o paredão estore e minha casa vá junto. Durante toda essa semana estou indo trabalhar com medo, pois tenho duas crianças em casa, uma delas é especial, e temo que a situação piore”.
Reinaldo pede melhorias, mas enquanto o poder público não age, os próprios moradores fazem algumas medidas paliativas para evitar que a água invada as residências. “Estamos colocando sacos da areia em frente às casas e se virando como pode, para evitar maiores prejuízos”, finaliza.
Cícero Wagner de Oliveira diz que a rua em que ele mora, Daniela Matos de Mendonça, por trás do Atacadão (bairro São José) fica totalmente intransitável todas as vezes que chove e segundo ele “o volume da água sobe a tal ponto que muitas casas são lavadas pelo barro trazido na correnteza”.
Segundo
o internauta Cícero Wagner, “o volume da água sobe a tal ponto que
muitas casas são lavadas pelo barro trazido na correnteza”. (Foto:
Cícero Wagner)
Na mesma rua, Cícero relata que a luz do poste central estáqueimada e “vários chamados já foram feitos, mas até o momento a COELCE não adotou nenhuma medida”. O internauta finaliza dizendo que a falta de iluminação, somada com a situação catastrófica em que a rua se encontra, proporciona um ambiente propicio para delitos.
Ainda na Terra do Padre Cícero, porém, na esfera do transporte, Maria do Socorro Freitas, questiona o trabalho realizado pelo Departamento Municipal de Trânsito (DEMUTRAN) que, segundo ela, coloca diariamente agentes em frente às principais escolas particulares da cidade para auxiliar o trafego nos horários de saída e entrada dos alunos.
Maria indaga porque a mesma medida não é adotada nas unidades de ensino da rede pública. “Muitos colégios estão desassistidos, como é o caso da Escola Isabel da Luz, na Avenida Ailton Gomes, que todos os dias, os pais enfrentam dificuldade para buscarem seus filhos e as crianças correm risco de a qualquer momento serem atropeladas”.
Em Crato, o falta de estrutura da Vila São Bento também motivou a reclamações dos moradores daquela localidade. A ineficiência da drenagem das águas faz com que as ruas fiquem alagadas e em alguns trechos, quase intransitáveis.
A
ineficiência da drenagem das águas na Vila São Bento faz com que as
ruas fiquem alagadas e em alguns trechos, quase intransitáveis. (Foto:
Reprodução)
O operário Reinaldo Ferreira teme que sua casa desabe com a umidade do solo e diz que é um problema sair de casa nos dias em que chove. “Meu medo é que o paredão estore e minha casa vá junto. Durante toda essa semana estou indo trabalhar com medo, pois tenho duas crianças em casa, uma delas é especial, e temo que a situação piore”.
O
operário Reinaldo Ferreira teme que sua casa desabe com a umidade do
solo e diz que é um problema sair de casa nos dias em que chove. (Foto:
Reprodução)
Reinaldo pede melhorias, mas enquanto o poder público não age, os próprios moradores fazem algumas medidas paliativas para evitar que a água invada as residências. “Estamos colocando sacos da areia em frente às casas e se virando como pode, para evitar maiores prejuízos”, finaliza.
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