Márcia Feitosa
Mesmo com a formalidade que a profissão que escolheram requer, elas não perdem a suavidade própria das mulheres. Sempre belas, as PMs desfilam suas belezas em fardas duras, mas que não escondem a feminilidade. (Foto: Kléber Gonçalves)
Elas são mães, filhas, esposas, donas de casa e conseguem conciliar tudo isto com a paixão irreversível, que as levou à carreira militar. No mês em que o mundo todo dedica um dia às mulheres, o contingente feminino da Polícia Militar do Ceará dá o exemplo de que já não há espaços que não possam ser ocupados pelo sexo, que um dia foi denominado erroneamente de ´frágil´.
Atualmente, 429 mulheres fazem parte das fileiras da corporação. Elas desempenham as mesmas funções que os homens, vestem fardamento igual, são acionadas para atender os mesmos tipos de ocorrências e participam da mesma formação. Por reconhecimento ao desempenho, estão conquistando patentes cada vez mais elevadas. Por ordem de hierarquia, já são oito majores, 12 capitães, 27 tenentes, 27 subtenentes, 28 sargentos, 77 cabos e 250 soldados.
As PMs precisam obedecer a regras rígidas, começando pelo vestuário. Devem usar cabelos presos a um coque, unhas e maquiagem básicas, apenas um par de brincos pequenos e a menor quantidade possível de acessórios. A medida prevê a segurança delas próprias, para que não possam ser lesionadas por um adorno que estejam usando na hora de efetuar uma prisão.
A profissão de risco é cada vez mais procurada pelo segmento feminino. Em 1994 ingressou a primeira turma de mulheres da PMCE. Desde lá, o número foi se tornando maior e ficou ainda mais expressivo com a criação do Ronda do Quarteirão, no ano de 2007, quando dezenas mulheres puderam ingressar na tropa.
As policiais femininas ainda geram admiração e estranheza nas ruas. Mas também passam uma sensação maior de conforto. "Nós acabamos suavizando um pouco as situações que costumam ser tensas. Quebramos um pouco a imagem de truculência que a Polícia tem", afirmou a soldado Sarah Brasil, 28, do Batalhão de Polícia de Choque.
As atenções e olhares da população são sempre voltadas para a mulher, que costuma estar em uma viatura com três outros policiais homens.
A também soldado do Ronda do Quarteirão, Rochelle Ferreira, 30, dona de uma beleza marcante, disse que no bairro Serviluz, onde trabalhava era constantemente solicitada para fotografias com os moradores do local.
"Foram muitas fotos. Lembro também do dia em que uma criança acenou para mim e eu respondi de dentro da viatura. Ela chamou a mãe e disse muito feliz que a policial tinha falado com ela. Naquele momento, vi como nós somos notadas de forma diferente", contou Rochelle, que usava brincos e maquiagem azuis, como o tom de sua farda.
A sargento Rosilene Queiroz, do Batalhão de Policiamento de Eventos (BPE), disse que percebe que nas ruas as pessoas se sentem mais à vontade de pedir ajuda a elas mais que aos homens. "As pessoas percebem que somos rígidas, formais, mas sem perder o toque feminino".
Preparação
A sargento lembra que os grandes eventos que se aproximam - Copa das Confederações, em 2013 e Copa do Mundo, em 2014 - exigem uma nova maratona de treinamentos. "Estamos passando por frequentes aperfeiçoamentos para lidar com multidões e com os distúrbios que elas podem gerar", afirmou.
A filha de Rosilene, Letícia Cindy Queiroz, 17, disse que mesmo tendo convivido a vida toda com o ofício da mãe ainda se sente apreensiva e teme que aconteça algo a ela na rua. "É sempre assim, mas eu sinto também muito orgulho do que a minha mãe faz". O filho mais novo de Rosilene, Jackson Fábio e o enteado, Carlos Jhonatan dizem que querem seguir o exemplo da sargento e serem militares.
A mãe lembrou que os filhos precisaram também se adaptar à sua rotina. "Nas datas em que todos estão comemorando, como Natal, nós estamos trabalhando. Hoje eles entendem".
NÚMERO
249 mulheres fazem parte no efetivo atual da Polícia Militar do Ceará. A primeira turma feminina ingressou no ano de 1994. Hoje, elas estão em todas as unidades
Treinamento e sentimentos
A realidade que os policiais enfrentam nas ruas é bem diferente do que pensam os civis. "A maioria das coisas que vemos nas rua e que nos impressiona tanto, são exatamente pelo fato de sermos PMs", disse a policial Sarah Brasil, do BPChoque.
A sargento Rosilene Queiroz disse que já foi surpreendida várias vezes por pessoas que perguntam quantas vezes ela já matou. "Nunca me perguntam quantas pessoas eu já salvei. E isso eu nem saberia responder, por que já perdi a conta".
A rotina de uma policial de rua exige muita coragem e também técnica, daí a importância da formação. "Nós nunca sabemos o que nos espera quando recebemos um chamado", completou a soldado Rochelle.
Mesmo diante de tantas emoções durante o trabalho, onde muitos riscos acometem os profissionais, o sentimentalismo, próprio das mulheres precisa ser controlado. Para a major Asmenha Torquato isto é parte do trabalho. "As pessoas que estão nas ruas e que dependem do nosso desempenho não vão entender se naquele dia você não está bem. Você precisa estar bem com você mesma para conter suas emoções e desempenhar suas funções agindo sempre de forma racional", explica a oficial à Reportagem.
A natureza do trabalho da Polícia exige dos profissionais uma necessidade de agir com firmeza e não permite erros, pois estes podem ser fatais. "Comparo nossos erros com o dos médicos. Ninguém nunca vai entender ou perdoar quando falhamos. Lidamos com vidas. Precisamos agir em fração de segundos e é preciso que tomemos a decisão certa", ponderou a major.
Mesmo demonstrando grande capacidade para lidar com as funções que lhe são delegadas dentro da corporação, as mulheres ainda se consideram vítimas de preconceito, que segundo elas, parte dos próprios colegas. "Muitos deles não aceitam que a gente ocupe os mesmo cargos, que tenha as mesmas habilidades", disse Sarah Brasil.
No entanto, Asmenha Torquato acredita que a situação já está melhor que na época em que ela ingressou nos quadros da PM, no ano de 1994. "O preconceito ainda existe, mas já somos muito mais reconhecidas pelo nosso bom desempenho".
Equilíbrio
A major afirma que é importante para as mulheres, em momentos em que as emoções estão mais afloradas, colocar em prática o treinamento, que exige delas muito equilíbrio. "Somos treinadas para agirmos de forma correta. Erros não podem ser justificados por sentimentos".
PROTAGONISTA
Elas abrilhantam a PM do Ceará
Rosilene Queiroz de Lavor, 41, está na PM há 19 anos. A sargento atua no Batalhão de Policiamento de Eventos (BPE). Ela diz que seu sonho não era ser policial, mas foi aprovada no concurso, se adaptou e acabou gostando mais do que esperava. Rosilene é casada com um militar e tem três filhos
Asmenha Cruz Furtado Torquato, 46, também está há 19 anos na PM. A major é casada e tem uma filha de 17 anos. Sua primeira intenção foi ingressar na Marinha, mas foi aprovada no concurso da PM e decidiu seguir carreira. Ela foi promovida a major, por merecimento, em dezembro de 2012
Rochelle Ferreira, 30, está na PM há três anos. A soldado do Ronda do Quarteirão é assistente social e antes de ser policial trabalhava na profissão em que se formou. Ela é recém-casada com um militar e é mãe do pequeno João Victor, de 7 anos, que ainda se emociona, quando a vê fardada
A publicitária que se tornou policial
A soldado Sarah Brasil, tem 28 anos e está há quatro na PM. Ela já fez parte do policiamento comunitário, no Ronda do Quarteirão, e agora integra um grupo de elite da Polícia Militar cearense, o BPChoque. Sarah é uma das três mulheres do batalhão e foi escolhida depois de se submeter a diversos testes, entre eles, o físico, disputando vagas, inclusive com vários homens.
A carreira que Sarah escolheu quando estudante, pouco tem a ver com a que acabou seguindo. A moça se formou em publicidade e trabalhou em uma agência até ser aprovada no concurso da PM.
Ela diz que não sabia exatamente o que a esperava nas ruas, mas que foi acometida por uma "paixão" e uma vontade muito grande de fazer sempre melhor o que tinha aprendido no curso de formação.
"Este é o meu lugar. Eu gostava do que fazia, mas na PM foi diferente. Me descobri aqui", afirmou com um largo sorriso. Esta é uma das marcas de Sarah, uma simpatia muito grande, que a torna comunicativa e cativante. Suas palavras são sempre intercaladas por risos, mesmo quando relata os momentos difíceis que já enfrentou nas operações policiais.
"Claro que em alguns momentos você pensa em desistir, mas logo, eu via que não era o certo a fazer. Aqui aprendi doutrinas que considero importante seguir. Além disto, nós aprendemos a ser corporativistas e a pensar no outro quando entramos na PM. Penso em meus companheiros e no que faço e, logo me sinto motivada a continuar".
Atiradora profissional e filiada à Federação Cearense de Tiro Esportivo, Sarah Brasil demonstra que é uma policial vocacionada e quando fala disso transborda alegria.
Fonte: Diário do Nordeste
Atualmente, 429 mulheres fazem parte das fileiras da corporação. Elas desempenham as mesmas funções que os homens, vestem fardamento igual, são acionadas para atender os mesmos tipos de ocorrências e participam da mesma formação. Por reconhecimento ao desempenho, estão conquistando patentes cada vez mais elevadas. Por ordem de hierarquia, já são oito majores, 12 capitães, 27 tenentes, 27 subtenentes, 28 sargentos, 77 cabos e 250 soldados.
As PMs precisam obedecer a regras rígidas, começando pelo vestuário. Devem usar cabelos presos a um coque, unhas e maquiagem básicas, apenas um par de brincos pequenos e a menor quantidade possível de acessórios. A medida prevê a segurança delas próprias, para que não possam ser lesionadas por um adorno que estejam usando na hora de efetuar uma prisão.
A profissão de risco é cada vez mais procurada pelo segmento feminino. Em 1994 ingressou a primeira turma de mulheres da PMCE. Desde lá, o número foi se tornando maior e ficou ainda mais expressivo com a criação do Ronda do Quarteirão, no ano de 2007, quando dezenas mulheres puderam ingressar na tropa.
As policiais femininas ainda geram admiração e estranheza nas ruas. Mas também passam uma sensação maior de conforto. "Nós acabamos suavizando um pouco as situações que costumam ser tensas. Quebramos um pouco a imagem de truculência que a Polícia tem", afirmou a soldado Sarah Brasil, 28, do Batalhão de Polícia de Choque.
As atenções e olhares da população são sempre voltadas para a mulher, que costuma estar em uma viatura com três outros policiais homens.
A também soldado do Ronda do Quarteirão, Rochelle Ferreira, 30, dona de uma beleza marcante, disse que no bairro Serviluz, onde trabalhava era constantemente solicitada para fotografias com os moradores do local.
"Foram muitas fotos. Lembro também do dia em que uma criança acenou para mim e eu respondi de dentro da viatura. Ela chamou a mãe e disse muito feliz que a policial tinha falado com ela. Naquele momento, vi como nós somos notadas de forma diferente", contou Rochelle, que usava brincos e maquiagem azuis, como o tom de sua farda.
A sargento Rosilene Queiroz, do Batalhão de Policiamento de Eventos (BPE), disse que percebe que nas ruas as pessoas se sentem mais à vontade de pedir ajuda a elas mais que aos homens. "As pessoas percebem que somos rígidas, formais, mas sem perder o toque feminino".
Preparação
A sargento lembra que os grandes eventos que se aproximam - Copa das Confederações, em 2013 e Copa do Mundo, em 2014 - exigem uma nova maratona de treinamentos. "Estamos passando por frequentes aperfeiçoamentos para lidar com multidões e com os distúrbios que elas podem gerar", afirmou.
A filha de Rosilene, Letícia Cindy Queiroz, 17, disse que mesmo tendo convivido a vida toda com o ofício da mãe ainda se sente apreensiva e teme que aconteça algo a ela na rua. "É sempre assim, mas eu sinto também muito orgulho do que a minha mãe faz". O filho mais novo de Rosilene, Jackson Fábio e o enteado, Carlos Jhonatan dizem que querem seguir o exemplo da sargento e serem militares.
A mãe lembrou que os filhos precisaram também se adaptar à sua rotina. "Nas datas em que todos estão comemorando, como Natal, nós estamos trabalhando. Hoje eles entendem".
NÚMERO
249 mulheres fazem parte no efetivo atual da Polícia Militar do Ceará. A primeira turma feminina ingressou no ano de 1994. Hoje, elas estão em todas as unidades
Treinamento e sentimentos
A realidade que os policiais enfrentam nas ruas é bem diferente do que pensam os civis. "A maioria das coisas que vemos nas rua e que nos impressiona tanto, são exatamente pelo fato de sermos PMs", disse a policial Sarah Brasil, do BPChoque.
A sargento Rosilene Queiroz disse que já foi surpreendida várias vezes por pessoas que perguntam quantas vezes ela já matou. "Nunca me perguntam quantas pessoas eu já salvei. E isso eu nem saberia responder, por que já perdi a conta".
A rotina de uma policial de rua exige muita coragem e também técnica, daí a importância da formação. "Nós nunca sabemos o que nos espera quando recebemos um chamado", completou a soldado Rochelle.
Mesmo diante de tantas emoções durante o trabalho, onde muitos riscos acometem os profissionais, o sentimentalismo, próprio das mulheres precisa ser controlado. Para a major Asmenha Torquato isto é parte do trabalho. "As pessoas que estão nas ruas e que dependem do nosso desempenho não vão entender se naquele dia você não está bem. Você precisa estar bem com você mesma para conter suas emoções e desempenhar suas funções agindo sempre de forma racional", explica a oficial à Reportagem.
A natureza do trabalho da Polícia exige dos profissionais uma necessidade de agir com firmeza e não permite erros, pois estes podem ser fatais. "Comparo nossos erros com o dos médicos. Ninguém nunca vai entender ou perdoar quando falhamos. Lidamos com vidas. Precisamos agir em fração de segundos e é preciso que tomemos a decisão certa", ponderou a major.
Mesmo demonstrando grande capacidade para lidar com as funções que lhe são delegadas dentro da corporação, as mulheres ainda se consideram vítimas de preconceito, que segundo elas, parte dos próprios colegas. "Muitos deles não aceitam que a gente ocupe os mesmo cargos, que tenha as mesmas habilidades", disse Sarah Brasil.
No entanto, Asmenha Torquato acredita que a situação já está melhor que na época em que ela ingressou nos quadros da PM, no ano de 1994. "O preconceito ainda existe, mas já somos muito mais reconhecidas pelo nosso bom desempenho".
Equilíbrio
A major afirma que é importante para as mulheres, em momentos em que as emoções estão mais afloradas, colocar em prática o treinamento, que exige delas muito equilíbrio. "Somos treinadas para agirmos de forma correta. Erros não podem ser justificados por sentimentos".
PROTAGONISTA
Elas abrilhantam a PM do Ceará
Rosilene Queiroz de Lavor, 41, está na PM há 19 anos. A sargento atua no Batalhão de Policiamento de Eventos (BPE). Ela diz que seu sonho não era ser policial, mas foi aprovada no concurso, se adaptou e acabou gostando mais do que esperava. Rosilene é casada com um militar e tem três filhos
Asmenha Cruz Furtado Torquato, 46, também está há 19 anos na PM. A major é casada e tem uma filha de 17 anos. Sua primeira intenção foi ingressar na Marinha, mas foi aprovada no concurso da PM e decidiu seguir carreira. Ela foi promovida a major, por merecimento, em dezembro de 2012
Rochelle Ferreira, 30, está na PM há três anos. A soldado do Ronda do Quarteirão é assistente social e antes de ser policial trabalhava na profissão em que se formou. Ela é recém-casada com um militar e é mãe do pequeno João Victor, de 7 anos, que ainda se emociona, quando a vê fardada
A publicitária que se tornou policial
A soldado Sarah Brasil, tem 28 anos e está há quatro na PM. Ela já fez parte do policiamento comunitário, no Ronda do Quarteirão, e agora integra um grupo de elite da Polícia Militar cearense, o BPChoque. Sarah é uma das três mulheres do batalhão e foi escolhida depois de se submeter a diversos testes, entre eles, o físico, disputando vagas, inclusive com vários homens.
A carreira que Sarah escolheu quando estudante, pouco tem a ver com a que acabou seguindo. A moça se formou em publicidade e trabalhou em uma agência até ser aprovada no concurso da PM.
Ela diz que não sabia exatamente o que a esperava nas ruas, mas que foi acometida por uma "paixão" e uma vontade muito grande de fazer sempre melhor o que tinha aprendido no curso de formação.
"Este é o meu lugar. Eu gostava do que fazia, mas na PM foi diferente. Me descobri aqui", afirmou com um largo sorriso. Esta é uma das marcas de Sarah, uma simpatia muito grande, que a torna comunicativa e cativante. Suas palavras são sempre intercaladas por risos, mesmo quando relata os momentos difíceis que já enfrentou nas operações policiais.
"Claro que em alguns momentos você pensa em desistir, mas logo, eu via que não era o certo a fazer. Aqui aprendi doutrinas que considero importante seguir. Além disto, nós aprendemos a ser corporativistas e a pensar no outro quando entramos na PM. Penso em meus companheiros e no que faço e, logo me sinto motivada a continuar".
Atiradora profissional e filiada à Federação Cearense de Tiro Esportivo, Sarah Brasil demonstra que é uma policial vocacionada e quando fala disso transborda alegria.
Fonte: Diário do Nordeste
Grande Fortaleza: Comel examina 23 vítimas de crimes
A maioria dos crimes ocorreu em bairros periféricos de Fortaleza e da região metropolitana, em decorrência do tráfico de entorpecentes. (Foto: Divulgação)
A Coordenadoria de Medicina Legal (Comel), examinou 23 corpos vítimas de assassinato, no período entre as 7 horas de sábado e o começo da manhã de domingo. Das 23 vítimas, duas são mulheres. Duas do sexo masculino permanecem sem identificação naquele órgão.
No Interior do Estado, o Comando de Policiamento do Interior (CPI), registrou quatro homicídios no mesmo período. Três destes aconteceram no sábado. Em Quixeramobim (206Km de Fortaleza), José Alves de Oliveira, 68, foi encontrado morto por populares.
O corpo, que estava nas proximidades do Sítio Lages, apresentava três lesões a faca. Nenhum suspeito foi identificado até o momento. O crime também não teve testemunhas oculares.
No Município de Quixeré (212Km de Fortaleza), Jesus Ferreira da Silva Júnior, 21, foi morto na Travessa João de Matos, no bairro Lagoinha, por dois homens que transitavam em uma motocicleta. A dupla conseguiu fugir e ninguém informou seu paradeiro. Populares disseram à Polícia, que a vítima tinha envolvimento com tráfico de drogas.
Aristênio Gomes da Silva, 35, foi executado a bala, na Rua José Júlio Barbosa, no bairro Lagoa, na cidade de Jaguaruana (173Km de Fortaleza). O suspeito de praticar o homicídio foi identificado apenas como ´Bruno´ e ainda não foi capturado. José Barbosa chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital.
Apreensões
O CPI registrou também 44 apreensões de arma de fogo no Interior, em diversos Municípios durante o fim de semana. Neste período, foram registradas ainda, 44 prisões em flagrante, por de delitos diversos.
Fonte: Diário do Nordeste
No Interior do Estado, o Comando de Policiamento do Interior (CPI), registrou quatro homicídios no mesmo período. Três destes aconteceram no sábado. Em Quixeramobim (206Km de Fortaleza), José Alves de Oliveira, 68, foi encontrado morto por populares.
O corpo, que estava nas proximidades do Sítio Lages, apresentava três lesões a faca. Nenhum suspeito foi identificado até o momento. O crime também não teve testemunhas oculares.
No Município de Quixeré (212Km de Fortaleza), Jesus Ferreira da Silva Júnior, 21, foi morto na Travessa João de Matos, no bairro Lagoinha, por dois homens que transitavam em uma motocicleta. A dupla conseguiu fugir e ninguém informou seu paradeiro. Populares disseram à Polícia, que a vítima tinha envolvimento com tráfico de drogas.
Aristênio Gomes da Silva, 35, foi executado a bala, na Rua José Júlio Barbosa, no bairro Lagoa, na cidade de Jaguaruana (173Km de Fortaleza). O suspeito de praticar o homicídio foi identificado apenas como ´Bruno´ e ainda não foi capturado. José Barbosa chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital.
Apreensões
O CPI registrou também 44 apreensões de arma de fogo no Interior, em diversos Municípios durante o fim de semana. Neste período, foram registradas ainda, 44 prisões em flagrante, por de delitos diversos.
Fonte: Diário do Nordeste
Fortaleza-CE: Pai é suspeito de matar o filho de um ano e 3 meses
Marcos Brito da Silva foi preso pela Polícia Militar na zona rural do Município de Pentecoste. Na DDM, ele negou ter praticado o assassinato. (Foto: Fernando Ribeiro)
Um crime de morte contra uma criança causou revolta e indignação aos moradores da Rua Nova Jerusalém no bairro Genibaú (zona Sul de Fortaleza) na tarde do domingo. O corpo do pequeno Anderson Victor Nascimento, de apenas um ano e 3 meses, foi encontrado dentro de uma rede de dormir. A perícia constatou várias lesões no corpo do garoto, comprovando que ele foi morto.
O pai do garoto, o marceneiro Marcos Brito da Silva, 28, é apontado como principal suspeito do caso. Na tarde de ontem, horas após a descoberta do corpo do filho, ele foi detido por policiais militares na localidade denominada Cerquinha, na zona rural do Município de Pentecoste (a 88Km de Fortaleza). Ele nega.
Brigas e drogas
A morte da criança teria sido resultante das desavenças entre os pais. A mãe do bebê, Benedita Kelly Costa do Nascimento, 21, contou que passou a ser agredida pelo marido desde a manhã de sábado, após ele fumar pedras de crack e cigarros de maconha. À noite, ele teria tentado matá-la com um facão. Para se salvar, Kelly disse que foi obrigada a pular da janela da casa, que fica no pavimento superior, a cerca de seis metros.
Com a queda, Kelly ficou ferida e foi socorrida pelos vizinhos, sendo levada para o Instituto Doutor José Frota (IJF). Com a ausência da mulher, Marcos teria agredido o próprio filho, jogando-o no chão. O garoto teria sofrido diversas fraturas. Em seguida, o pai teria colocado o filho na rede, apanhou várias mudas de roupa e fugiu para a casa de um irmão, na localidade de Cipó, em Caucaia. Ontem de manhã, apanhou uma van e seguiu para a casa dos pais, no Município de Pentecoste.
Somente depois que recebeu alta, a mãe retornou para casa, pois sofreu uma pancada muito forte no tórax ao saltar da janela. A residência estava fechada. Os vizinhos chamaram a Polícia. Quando os PMs entraram na casa, encontraram a criança já sem vida dentro da rede.
Ontem à noite, o suspeito do crime e a companheira foram levados pela Polícia para o plantão da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), onde foram ouvidos pela delegada Ivana Timbó. O pai garante que foi a mãe que matou o filho. “Depois que ela foi embora eu peguei o menino e coloquei na rede. Só fiz isso, mais nada”. Ele confessa que passou o dia inteiro consumindo crack com a mulher.
Fonte: Diário do Nordeste
O pai do garoto, o marceneiro Marcos Brito da Silva, 28, é apontado como principal suspeito do caso. Na tarde de ontem, horas após a descoberta do corpo do filho, ele foi detido por policiais militares na localidade denominada Cerquinha, na zona rural do Município de Pentecoste (a 88Km de Fortaleza). Ele nega.
Brigas e drogas
A morte da criança teria sido resultante das desavenças entre os pais. A mãe do bebê, Benedita Kelly Costa do Nascimento, 21, contou que passou a ser agredida pelo marido desde a manhã de sábado, após ele fumar pedras de crack e cigarros de maconha. À noite, ele teria tentado matá-la com um facão. Para se salvar, Kelly disse que foi obrigada a pular da janela da casa, que fica no pavimento superior, a cerca de seis metros.
Com a queda, Kelly ficou ferida e foi socorrida pelos vizinhos, sendo levada para o Instituto Doutor José Frota (IJF). Com a ausência da mulher, Marcos teria agredido o próprio filho, jogando-o no chão. O garoto teria sofrido diversas fraturas. Em seguida, o pai teria colocado o filho na rede, apanhou várias mudas de roupa e fugiu para a casa de um irmão, na localidade de Cipó, em Caucaia. Ontem de manhã, apanhou uma van e seguiu para a casa dos pais, no Município de Pentecoste.
Somente depois que recebeu alta, a mãe retornou para casa, pois sofreu uma pancada muito forte no tórax ao saltar da janela. A residência estava fechada. Os vizinhos chamaram a Polícia. Quando os PMs entraram na casa, encontraram a criança já sem vida dentro da rede.
Ontem à noite, o suspeito do crime e a companheira foram levados pela Polícia para o plantão da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), onde foram ouvidos pela delegada Ivana Timbó. O pai garante que foi a mãe que matou o filho. “Depois que ela foi embora eu peguei o menino e coloquei na rede. Só fiz isso, mais nada”. Ele confessa que passou o dia inteiro consumindo crack com a mulher.
Fonte: Diário do Nordeste
´BBB13:´ Kamilla, Nasser e Andressa estão no paredão
Kamilla, Nasser e Andressa estão no paredão no Big Brother Brasil 13. Fernanda, líder, indicou Nasser, afirmando que ele é um forte concorrente nas provas de resistência. Andressa foi indicada pela casa. Ela, que ganhou o poder do voto ao abrir uma caixa na área externa, votou em Kamilla, "por aproximação e defesa". "Depois de ter tirado ela da prova do Anjo, o voto seria em mim", justificou a esteticista.
Votos da casa
Natália votou em André, dizendo que não "vota nas meninas". Ele, por sua vez, deu seu voto para Andressa, por questão de afinidade. Andressa teve a chance de votar outra vez, e indicou Fani, "pelos mesmos motivos que votei na Kamilla".
Nasser também votou em Fani, apesar de dizer que eles estão conversando mais. Fani também votou na Andressa, justificando não ter muitas opções. Kamilla também deu seu voto para Andressa, dizendo que gostaria de votar em Nasser, mas que não poderia porque ele já estava emparedado.
Após a votação, a líder Fernanda tirou um cartão com o rosto de André, que poderia escolher alguém para dizer em quem havia votado. Ele chamou Nasser, que admitiu ter votado em Fani.
Antes, Bial relevou também que não existe a suposta imunização que seria dada por Miguel, afirmando que foi uma pegadinha - ele não contou, porém, que o argentino não é um participante do Gran Hermano. Em seguida, Miguel precisou deixar a casa.
O argentino se despediu dos colegas e Fani ganhou um beijo. "Te espero lá fora", disse ele, e ela repetiu: "lá fora".
O programa focou também nos casais dentro da casa: o iô-iô de Fernanda e André, os pombinhos Nasser e Andressa e, claro, Miguel e Fani.
Fonte: Terra
Votos da casa
Natália votou em André, dizendo que não "vota nas meninas". Ele, por sua vez, deu seu voto para Andressa, por questão de afinidade. Andressa teve a chance de votar outra vez, e indicou Fani, "pelos mesmos motivos que votei na Kamilla".
Nasser também votou em Fani, apesar de dizer que eles estão conversando mais. Fani também votou na Andressa, justificando não ter muitas opções. Kamilla também deu seu voto para Andressa, dizendo que gostaria de votar em Nasser, mas que não poderia porque ele já estava emparedado.
Após a votação, a líder Fernanda tirou um cartão com o rosto de André, que poderia escolher alguém para dizer em quem havia votado. Ele chamou Nasser, que admitiu ter votado em Fani.
Antes, Bial relevou também que não existe a suposta imunização que seria dada por Miguel, afirmando que foi uma pegadinha - ele não contou, porém, que o argentino não é um participante do Gran Hermano. Em seguida, Miguel precisou deixar a casa.
O argentino se despediu dos colegas e Fani ganhou um beijo. "Te espero lá fora", disse ele, e ela repetiu: "lá fora".
O programa focou também nos casais dentro da casa: o iô-iô de Fernanda e André, os pombinhos Nasser e Andressa e, claro, Miguel e Fani.
Fonte: Terra
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