As medidas são de dar inveja a muitas mulheres e, claro, deixar marmanjos de queixo caído.
Vestida com trajes esportivos,
que deixavam a barriguinha à mostra, Patrícia Araújo, de 30 anos,
recebeu inúmeras cantadas em um passeio pela praia de Copacabana, na
zona sul do Rio. A maioria dos homens nem desconfiou de que se tratava
de uma transexual. Segundo a musa, muitos jogadores de futebol já se
renderam aos encantos dela.
Acompanhada pela repórter Luciana Picorelli, do Balanço Geral RJ, Patrícia Araújo achou pretendentes no calçadão. Um deles, turista chileno, até beijou a moça na boca.
Se fizesse as contas, a musa disse que poderia escalar um time inteiro de amores que conquistou no mundo da bola. No entanto, falta uma figurinha no álbum de futebol de Patrícia: Cristiano Ronaldo. Ela tem convicção de que um dia irá ficar com o “sonho de consumo” dela.
A morena ensinou que, para conquistar atletas famosos, “é preciso ter pegada”. O primeiro passo é “lançar um olhar fatal”.
A voz é frágil, como quem tenta aparentar delicadeza. Mas as poses para as câmeras são sempre sensuais e provocantes. O futebol é o tema preferido da moça nos ensaios fotográficos.
Além da carreira de modelo, Patrícia também sonha em avançar como atriz. Ela já fez pontas em novelas, séries e até no cinema. Muito vaidosa, a transexual passa muito tempo se produzindo e adora batom cor-de-rosa.
A cinturinha fina é um dos maiores orgulhos dela. Sempre que pode, levanta a camiseta e tira foto mostrando a barriguinha. O auge como atriz veio quando participou do filme O Vendedor de Passados, com Lázaro Ramos. Na praia, um pedestre disparou elogios. Patrícia já atuou como modelo no Brasil e na Itália. Foi destaque no Fashion Rio em 2009.
Com ironia e charme, a morena disse ao Balanço Geral: “Não sei o que os jogadores viram em mim”. Sobre a identidade dos atletas com quem se relacionou, Patrícia prefere manter sigilo para evitar escândalos. Mas ainda guarda torpedos telefônicos comprometedores.
Luciana Picorelli saiu da casa de Patrícia com um carrinho de brinquedo de presente. Confira a reportagem!
Acompanhada pela repórter Luciana Picorelli, do Balanço Geral RJ, Patrícia Araújo achou pretendentes no calçadão. Um deles, turista chileno, até beijou a moça na boca.
Se fizesse as contas, a musa disse que poderia escalar um time inteiro de amores que conquistou no mundo da bola. No entanto, falta uma figurinha no álbum de futebol de Patrícia: Cristiano Ronaldo. Ela tem convicção de que um dia irá ficar com o “sonho de consumo” dela.
A morena ensinou que, para conquistar atletas famosos, “é preciso ter pegada”. O primeiro passo é “lançar um olhar fatal”.
A voz é frágil, como quem tenta aparentar delicadeza. Mas as poses para as câmeras são sempre sensuais e provocantes. O futebol é o tema preferido da moça nos ensaios fotográficos.
Além da carreira de modelo, Patrícia também sonha em avançar como atriz. Ela já fez pontas em novelas, séries e até no cinema. Muito vaidosa, a transexual passa muito tempo se produzindo e adora batom cor-de-rosa.
A cinturinha fina é um dos maiores orgulhos dela. Sempre que pode, levanta a camiseta e tira foto mostrando a barriguinha. O auge como atriz veio quando participou do filme O Vendedor de Passados, com Lázaro Ramos. Na praia, um pedestre disparou elogios. Patrícia já atuou como modelo no Brasil e na Itália. Foi destaque no Fashion Rio em 2009.
Com ironia e charme, a morena disse ao Balanço Geral: “Não sei o que os jogadores viram em mim”. Sobre a identidade dos atletas com quem se relacionou, Patrícia prefere manter sigilo para evitar escândalos. Mas ainda guarda torpedos telefônicos comprometedores.
Fonte: R7
Garota passa por cirurgia no joelho e morre horas depois
Estudante de 15 anos foi vítima de negligência médica, aponta família.
Direção da unidade não quis se pronunciar a respeito do caso.
Uma adolescente de 15 anos de idade morreu na tarde deste domingo (10)
após passar por uma cirurgia no joelho no Pronto Socorro Municipal de Cuiabá (PSMC).
A estudante Alessandra Xavier Matias tinha sofrido uma lesão no joelho
na última sexta-feira e precisava apenas drenar a água que se acumulou
no local, mas seu estado de saúde piorou logo após o procedimento, fato
que a família atribui a suposta negligência por parte dos profissionais
que a atenderam na unidade. A direção do PSMC se recusou a falar com a
reportagem sobre o assunto.
Devido a um desnível no chão em sua casa no Bairro Carumbé, Alessandra
sofreu uma queda e lesionou um dos joelhos na manhã de sexta-feira. A
estudante, que cursava o 1° ano do Ensino Médio, suportou as dores e o
inchaço até a noite de sábado, quando seu pai a levou para o PSMC. Lá,
de início o médico responsável afirmou que seria necessário apenas
drenar a água que havia se acumulado no joelho com uma seringa. Em
seguida, requisitou um exame de sangue porque seria necessário, segundo
ele, uma pequena cirurgia.
Logo pela manhã de domingo, a estudante foi encaminhada para o centro
cirúrgico, onde foi operada por volta das 11h. Segundo o relato do pai,
Altair Rodrigues Matias, logo após o procedimento sua filha saiu lúcida,
mas, já no quarto ao lado da sala de cirurgia, a garota começou a ter
acessos de tosse e não conseguiu comer as frutas que o pai lhe comprou.
Uma enfermeira transferiu a garota às 14h para o repouso, onde ela
continuou a apresentar reações como tosse e palidez até que vomitou
sangue.
Segundo Altair, imediatamente Alessandra foi transferida para a unidade
de terapia intensiva (UTI), onde sofreu um infarto. “Minha filha já
chegou enfartando. Aí tentaram reanimá-la, mas não conseguiram”, conta.
Causa desconhecida
“Eu acho que houve negligência, não houve?”, revolta-se o pai, lembrando que, desde que Alessandra saiu da sala de cirurgia, nenhum enfermeiro ou médico manteve-se a postos para acompanhar a garota, cujas tosses consideravam “normais” quando questionados.
“Eu acho que houve negligência, não houve?”, revolta-se o pai, lembrando que, desde que Alessandra saiu da sala de cirurgia, nenhum enfermeiro ou médico manteve-se a postos para acompanhar a garota, cujas tosses consideravam “normais” quando questionados.
“Eu falei com a enfermeira que falou que ela teve um probleminha e
estava na sala de emergência. Eu desci, vim correndo. Quando eu cheguei
lá, enquanto não falei que ia quebrar a porta, aí que veio o médico e
falou que ela tinha morrido. Eles vieram falar era umas 20h, ela deve
ter umas 19h”, relata a mãe, Geny Xavier, que falou com a filha pela
última vez por telefone às 13h.
“Como que ela vai pra lá só com um negócio no joelho e morre?”,
revolta-se Geny, lembrando que, na declaração de óbito expedida logo
após o falecimento da filha, a causa da morte apontada é “desconhecida”.
A família registrou um boletim de ocorrência na polícia logo após a
morte de Alessandra. “Ela ficou dois
dias na casa do pai só sentindo dor e não aconteceu nada de mais com
ela. Só foi ir para lá que ficou assim e aconteceu essa tragédia”,
conta, revoltado, o namorado da estudante, Adevanir Santana Farias, de
18 anos. Durante o velório da garota, ele ainda lembrou que os médicos
falharam ao verificar se a adolescente sofria de alguma alergia a
substâncias anestésicas que lhe foram aplicadas antes da cirurgia, uma
vez que a mãe de Alessandra sofre de mal parecido e muito provavelmente a
filha também teria restrição a algum medicamento aplicado sem a devida
averiguação. O pai da estudante também recorda que um médico chegou a
lhe perguntar se a filha sofria de alguma alergia, ao que ele respondeu
que ela mesma deveria ser consultada.
“Não tem motivo pra essa menina ter morrido por causa de uma cirurgia no
joelho. A gente acredita que isso aí foi negligência. Não podia ter
acontecido. Faltou cuidado e amor ao próximo por parte desses médicos, e
aí ficou esse sofrimento para a família”, conta o tio Wilson Rosa de
Castro, a quem foi negado ver o corpo da sobrinha na saída do PSMC antes
de ir para o Instituto Médico Legal (IML), que deve conduzir exames
complementares para apurar a causa da morte.
O corpo de Alessandra foi velado na tarde desta segunda-feira (11) na
sede da Associação de Moradores do Bairro Bela Vista. Logo, seria
sepultada no cemitério São Gonçalo. Procurada, a direção do PSMC se
recusou a dar qualquer pronunciamento sobre o caso à reportagem
G1.
Mulher de 21 anos é executada com 5 tiros na cabeça
O corpo da jovem foi arrastado da pista para a calçada, deixando uma trilha de sangue
Jovem de 21 anos é morta com cinco tiros na cabeça. Foto: Cristiano Pantanal
Uma jovem de 21 anos foi assassinada no início da tarde desta
terça-feira (12), no Lagamar, em Fortaleza. De acordo com a polícia,
foram efetuados cinco disparos contra a moça, atingido somente a cabeça.
O corpo da jovem foi arrastado da pista para a calçada, deixando uma trilha de sangue. A polícia informou que Amanda Magna Gentil de Limafoi ameaçada e agredida por um homem no dia anterior.
Segundo moradores, dois homens em um moto, com a farda da Cagece,
abordaram a moça de surpresa. Os moradores também informaram que Amanda
comandava o tráfico de drogas da região.
Tribuna do Ceará
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