Primeiro, Marcelo alfinetou Antonia, e colocou em dúvida os dados divulgados referentes as vendas de sua revista.
Parece que o sucesso da 'Playboy' de Antonia Fontenelle, 40, não está
agradando a todos. Marcelo Sebá, empresário de Nanda Costa, 26, que
estampará a edição de aniversário da revista, questionou na internet, o número de exemplares vendidos com a loira na capa.
Na noite desta segunda-feira (22), os dois trocaram farpas no Twitter.
Primeiro, Marcelo alfinetou Antonia, e colocou em dúvida os dados divulgadosreferentes as vendas de sua revista.
"Não é por nada não, mas como a ‘Playboy’ da mulher do Marcos Paulo
vendeu 500 mil se mal chegou às bancas e a auditoria sai 60 dias depois
do recolhimento? Antônia Fontenelle, desapega dos números".
Logo depois, a atriz rebateu a mensagem na
internet. "Caro Marcelo, quanta deselegância. Não sou eu quem fala de
números. Deixo isso para você, que inventa que fechou um cachê de R$ 3
milhões e depois foi desmentido. Estou torcendo pra Nanda fazer o mesmo
sucesso que estou fazendo. Ela merece. Já você, além de deselegante, é
antiético. Coisa feia carimbar sua inveja numa rede social. Que Deus te
abençoe. E por último? Meu nome é Antonia Fontenelle", disparou.
Sobre a próxima edição da revista, a 'Playboy' divulgou uma
foto dos bastidores do ensaio de Nanda Costa. As fotos foram feitas por
Bob Wolfenson, e a locação escolhida foi Havana, em Cuba.
A atriz global colocou silicone nos seios em maio e, segundo o site da
publicação, ela foi clicada em diversos pontos históricos da cidade, em
situações que descrevem o calor latino.
Nanda estará na capa de agosto da 'Playboy', mês de aniversário da revista.
FONTE: Yahoo Dominguinhos morre aos 72 anos em hospital de São Paulo após luta contra câncer no pulmão
Ao longo do tratamento, ele desenvolveu insuficiência ventricular, arritmia cardíaca e diabetes.
O músico Dominguinhos morreu nesta terça-feira (23), aos 72 anos, no
Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ele lutava havia seis anos contra
um câncer de pulmão. De acordo com o hospital, o músico morreu às 18h em
decorrência de complicações infecciosas e cardíacas.
Ao longo do tratamento, ele desenvolveu insuficiência ventricular,
arritmia cardíaca e diabetes. Dominguinhos foi transferido para a
capital paulista em 13 de janeiro. Antes, esteve internado por um mês em
um hospital no Recife.
Considerado o sanfoneiro mais importante do país e herdeiro artístico de
Luiz Gonzaga (1912-1989), José Domingos de Morais nasceu em Garanhuns,
no agreste de Pernambuco. Conheceu Luiz Gonzaga com oito anos de idade.
Aos 13 anos, morando no Rio, ganhou a primeira sanfona do Rei do Baião,
que três anos mais tarde o consagrou como herdeiro artístico.
Instrumentista, cantor e compositor, Dominguinhos ganhou em 2002 o
Grammy Latino com o “CD Chegando de Mansinho”. Ao longo da carreira, fez
parcerias de sucesso com músicos como Gilberto Gil, Chico Buarque,
Anastácia e Djavan, entre outros.
Ainda criança, Dominguinhos tocava triângulo com seus irmãos no trio “Os
três pinguins”. Quando ele tinha oito anos de idade, foi “descoberto”
por Gonzagão ao participar de um show em Garanhuns. A “benção” lhe foi
dada pelo rei do baião quanto tinha 16.
“Gonzaga estava divulgando para a imprensa o disco ‘Forró no Escuro’
quando ele me apresentou como seu herdeiro artístico aos repórteres”,
lembrou-se Dominguinhos em entrevista no final de 2012. “Foi uma
surpresa muito grande, não esperava mesmo.”
De acordo com ele, o episódio aconteceu somente três anos depois de sua
chegada ao Rio, acompanhado do pai, o também sanfoneiro Chicão.
Mudaram-se para a cidade justamente para encontrar Luiz Gonzaga. “Em
cinco minutos, ele me deu uma sanfona novinha, sem eu pedir nada”,
prosseguiu. Naquele período, Dominguinhos saiu em turnê com o mestre
para cumprir a função de segundo sanfoneiro e, eventualmente, de
motorista.
Centenário de Gonzagão
No fim de 2012, Dominguinhos se dedicou ativamente às celebrações dos
cem anos do nascimento de Luiz Gonzaga. Durante um show no dia
centenário, 13 de dezembro, realizado na terra natal do músico, Exu
(PE), Gilberto Gil comentou: “Dominguinhos teve a herança do Gonzaga,
que ele incorporou, através das canções, dos estilos, o gosto pelo xote,
xaxado”.
Para Gil, no entanto, Dominguinhos soube trilhar um caminho próprio.
“Dominguinhos foi além, em uma direção que Gonzaga não pôde, não teve
tempo. Ele foi na direção do início de Gonzaga, o instrumentista, da
época das boates do Mangue, no Rio de Janeiro, quando ele tocava tango,
choro, polca, foxtrot, tocava tudo, repertório internacional, tudo na
sanfona. ”
FONTE: G1
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