O lavador de carros André de Araújo de Oliveira, 27 anos, que morava no
Alto das Populares, foi executado com quatro tiros na tarde deste sábado
(27), na Praça Monsenhor Rafael de Barros, no centro de Santa Rita,
região metropolitana da grande João Pessoa.
André
estava lavando um veiculo, quando foi surpreendido por dois homens que
chegaram em uma moto, o carona já chegou atirando no Flanelinha, que foi
atingido com quatro tiros no pescoço. Segundo informações de
familiares, a vitima era usuária de drogas, no entanto, não tinha
passagem pela policia. O delegado de homicídio Luiz Contrim, esteve no
local e deu inicio as investigações, para tentar descobrir a motivação
do crime e chegar aos assassinos.
Fonte;Aguinaldo Mota/Cabulosopb
TRABALHADOR CAI DE ANDAIME E MORRE DE FORMA VIOLENTA
Um homem identificado como Renato Alves de Sousa, de 28 anos, morreu na
manhã deste sábado (27) após cair de um andaime, numa altura de quatro
andares de um précio no bairro da Cohab.Segundo informações de
testemunhas, Renato não estava com o Equipamento de Proteção Individual
(EPI), quando o andaime onde ele estava desabou e ele caiu junto.
As
equipes do Instituto Médico Legal e Instituto de Criminalística foram
encaminhadas para o local e realizaram a perícia e remoção do corpo.
Portal A Desgraça Com Informações De Carlos Neto/GiPortal
AINDA SEM IDENTIFICAÇÃO HOMEM ASSASSINADO EM TUNTUM
Encontra-se no tanatório Cristo Rei, sem identificação, um corpo de um
jovem de pele escura e cabelo rastafari que aparenta ter de 30 a 35 anos
de idade encontrado ontem (27/07) nas matas no povoado Muriçoca, que
fica a cerca de 45 quilômetros da sede do município.
Conforme
informações repassadas pelo sargento Macedo, o jovem foi vítima de tiro
supostamente disparado por espingarda que atingiu o lado esquerdo de
sua cabeça. Ainda segundo o militar, conforme informações de um
trabalhador do local, ele havia chegado no povoado a poucos dias pedindo
emprego. Com ele não foi encontrado nenhum documento de identificação.
Caso alguém o conheça, favor entrar em contato com a polícia de Tuntum:
DO BLOG DO LOBÃO
Licença maternidade para casais gays está em estudo
CNJ é importante aliado dos homossexuais na luta pelos direitos civis que ainda são desrespeitados no Brasil. (Foto: Divulgação)
Dois meses após o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) editar a Resolução
175, que obriga os cartórios brasileiros a celebrar casamentos de
pessoas do mesmo sexo, casais homossexuais podem ter outros direitos
civis reconhecidos. Agora, o conselho discute internamente a
possibilidade de os casais homoafetivos do sexo masculino possam, a
exemplo das mulheres, tirar licença remunerada para cuidar dos filhos.
Na avaliação do conselheiro Guilherme Calmon, essa nova realidade é evidente nos casos em que os casais têm filhos adotados ou frutos de reprodução assistida. A iniciativa deixa claro os novos modelos de famílias cada vez mais comuns na sociedade brasileira.
“A exemplo dos casais heterossexuais, dois homens ou duas mulheres que juntos decidem adotar uma criança, por exemplo, também terão acesso a benefícios assistenciais e sociais, como são as licenças previstas em lei para os casais héteros”, afirma.
De acordo com a atual legislação trabalhista e a nova lei da adoção, qualquer mulher que consiga a guarda de uma criança tem direito a 120 dias de licença-maternidade, independentemente da idade do adotado ou do estado civil da mãe, mas não vale para os homens.
Os casais homoafetivos, por exemplo, ou mesmo os solteiros que desejarem adotar, não têm direito a nenhum benefício. Para Cláudio Nascimento, superintendente da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio, a iniciativa do CNJ vai equiparar direitos civis que já deveriam ter sido reconhecidos.
“Esperamos que a decisão realmente saia do papel para garantir aos casais homoafetivos a possibilidade de aproveitar a maternidade ou paternidade, assim como é para os heterossexuais Será um passo importante para a construção de um estado realmente laico e que respeita o direito dos cidadãos no Brasil”, analisa.
Faltam leis específicas para o assunto
A Câmara Federal têm 12 projetos de lei em tramitação que tratam da licença maternidade apenas para homens solteiros que adotam crianças, mas sem previsão de votação. De acordo com Fernando Gabeira, jornalista e ex-deputado federal, a iniciativa do CNJ é importante para reabrir discussões polêmicas.
“Primeiro é preciso legalizar a questão da adoção de crianças por homossexuais que segue sem definição. Feito isso, a licença maternidade deve ser concedida porque é um direito civil desrespeitado pelo Estado”, destaca.
O tema ainda não é regulamentado por lei, mas existe decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que garante a possibilidade de homossexuais adotarem crianças ou adolescentes. Para o juiz Reinaldo Cintra, membro da Coordenadoria da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça de São Paulo, a discussão é necessária e importante para o país.
“Não sei até que ponto o CNJ pode induzir as decisões sobre a concessão da licença maternidade para casais gays. Acredito que o assunto, caso se transforme em uma resolução, pode esbarrar nas diferentes interpretações do Executivo”, ressalta.
ESTÍMULO PARA A ADOÇÃO
A adoção de crianças por casais homoafetivos no Brasil causa polêmica e divide a política nacional: de um lado a bancada evangélica tenta barrar qualquer projeto sobre o tema e, do outro, militantes do movimento gay que buscam na Justiça os direitos LGBT.
“Caso vire uma resolução, será um facilitador para que casais homoafetivos coloquem em prática o sonho da adoção. Esses casais têm os mesmos direitos dos heterossexuais”, diz o juiz Reinaldo Cintra, da Coordenadoria da Infância e Juventude do TJ-SP.
Os casais gays do sexo masculino que desejarem ter um tempo maior com os filhos têm a opção de recorrer ao Conselho de Recursos da Previdência Social e em último caso à Justiça. A discussão iniciada pelo Conselho Nacional de Justiça também pode colocar em pauta a licença paternidade que hoje é de apenas cinco dias.
“Esse é um dos questionamentos que devem ser levados ao Legislativo, para que sejam tratados de forma mais adequada”, explica o conselheiro do CNJ Guilherme Calmon.
Fonte: O Dia
Na avaliação do conselheiro Guilherme Calmon, essa nova realidade é evidente nos casos em que os casais têm filhos adotados ou frutos de reprodução assistida. A iniciativa deixa claro os novos modelos de famílias cada vez mais comuns na sociedade brasileira.
“A exemplo dos casais heterossexuais, dois homens ou duas mulheres que juntos decidem adotar uma criança, por exemplo, também terão acesso a benefícios assistenciais e sociais, como são as licenças previstas em lei para os casais héteros”, afirma.
De acordo com a atual legislação trabalhista e a nova lei da adoção, qualquer mulher que consiga a guarda de uma criança tem direito a 120 dias de licença-maternidade, independentemente da idade do adotado ou do estado civil da mãe, mas não vale para os homens.
Os casais homoafetivos, por exemplo, ou mesmo os solteiros que desejarem adotar, não têm direito a nenhum benefício. Para Cláudio Nascimento, superintendente da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio, a iniciativa do CNJ vai equiparar direitos civis que já deveriam ter sido reconhecidos.
“Esperamos que a decisão realmente saia do papel para garantir aos casais homoafetivos a possibilidade de aproveitar a maternidade ou paternidade, assim como é para os heterossexuais Será um passo importante para a construção de um estado realmente laico e que respeita o direito dos cidadãos no Brasil”, analisa.
Faltam leis específicas para o assunto
A Câmara Federal têm 12 projetos de lei em tramitação que tratam da licença maternidade apenas para homens solteiros que adotam crianças, mas sem previsão de votação. De acordo com Fernando Gabeira, jornalista e ex-deputado federal, a iniciativa do CNJ é importante para reabrir discussões polêmicas.
“Primeiro é preciso legalizar a questão da adoção de crianças por homossexuais que segue sem definição. Feito isso, a licença maternidade deve ser concedida porque é um direito civil desrespeitado pelo Estado”, destaca.
O tema ainda não é regulamentado por lei, mas existe decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que garante a possibilidade de homossexuais adotarem crianças ou adolescentes. Para o juiz Reinaldo Cintra, membro da Coordenadoria da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça de São Paulo, a discussão é necessária e importante para o país.
“Não sei até que ponto o CNJ pode induzir as decisões sobre a concessão da licença maternidade para casais gays. Acredito que o assunto, caso se transforme em uma resolução, pode esbarrar nas diferentes interpretações do Executivo”, ressalta.
ESTÍMULO PARA A ADOÇÃO
A adoção de crianças por casais homoafetivos no Brasil causa polêmica e divide a política nacional: de um lado a bancada evangélica tenta barrar qualquer projeto sobre o tema e, do outro, militantes do movimento gay que buscam na Justiça os direitos LGBT.
“Caso vire uma resolução, será um facilitador para que casais homoafetivos coloquem em prática o sonho da adoção. Esses casais têm os mesmos direitos dos heterossexuais”, diz o juiz Reinaldo Cintra, da Coordenadoria da Infância e Juventude do TJ-SP.
Os casais gays do sexo masculino que desejarem ter um tempo maior com os filhos têm a opção de recorrer ao Conselho de Recursos da Previdência Social e em último caso à Justiça. A discussão iniciada pelo Conselho Nacional de Justiça também pode colocar em pauta a licença paternidade que hoje é de apenas cinco dias.
“Esse é um dos questionamentos que devem ser levados ao Legislativo, para que sejam tratados de forma mais adequada”, explica o conselheiro do CNJ Guilherme Calmon.
Fonte: O Dia
Iguatu-CE: Assassinato de "Roberto Carlos" no Mercado Central causa confusão em portais de notícia da região
André Costa/// (Foto: Agência Miséria)
Antônio Célio Bezerra de Lima, de 47 anos, era conhecido como "Roberto Carlos". (Foto: Agência Miséria)
O agricultor Antônio Célio Bezerra de Lima, de 47 anos, foi assassinado
na tarde de ontem (27) a golpes de facas no município de Iguatu, a 380
quilômetros de Fortaleza. "Roberto Carlos", como era chamado, foi morto
após uma discussão no Mercado Central, por volta das 15 horas. O acusado
de desferir os golpes contra a vítima, fugiu em uma bicicleta, no
entanto, fora preso cerca de duas horas depois.
Francisco Pedro dos Santos, 40 anos, de alcunha Magão, foi detido em flagrante na comunidade de Barreiras dos Pinheiros, zona rural de Iguatu. Com ele, os policiais militares encontraram o transporte utilizado na fuga, bem como a arma utilizada no crime, uma faca tipo peixeira.
Em depoimento, Magão confessou o crime, porém, não revelou o que teria motivado o início da confusão e diz ter sido uma fatalidade. “Não tive a intenção de matá-lo, foi tudo muito rápido”, relata para, no fim, se dizer inocente.
O crime ganhou forte repercussão, sobretudo nas redes sociais, por a vítima gozar do mesmo apelido de uma das “personalidades populares” mais conhecidas da região. Sites e blogs chegaram a divulgar a notícia referindo-se ao “outro Roberto”, que vive sempre trajado de roubas brancas, em alusão ao Rei da Música, fazendo imitações do cantor e recitando poemas nas ruas da cidade, como forma de sobrevivência.
O assassinato de Roberto Carlos acontece depois de um mês e seis dias sem registros dessa natureza em Iguatu. O último crime havia sido registrado na Vila Gadelha, zona rural da cidade. Dois homens foram executado dentro de um fiat Strada, com tiros na cabeça, provavelmente de uma pistola .40 .
O duplo homicídio até hoje está envolto de mistério. Os executores abandonaram o veiculo na margem da CE 060, com todos os pertences das vítimas e fugiram sem deixar rastros. Ninguém foi preso.
Francisco Pedro dos Santos, 40 anos, de alcunha Magão, foi detido em flagrante na comunidade de Barreiras dos Pinheiros, zona rural de Iguatu. Com ele, os policiais militares encontraram o transporte utilizado na fuga, bem como a arma utilizada no crime, uma faca tipo peixeira.
Em depoimento, Magão confessou o crime, porém, não revelou o que teria motivado o início da confusão e diz ter sido uma fatalidade. “Não tive a intenção de matá-lo, foi tudo muito rápido”, relata para, no fim, se dizer inocente.
O crime ganhou forte repercussão, sobretudo nas redes sociais, por a vítima gozar do mesmo apelido de uma das “personalidades populares” mais conhecidas da região. Sites e blogs chegaram a divulgar a notícia referindo-se ao “outro Roberto”, que vive sempre trajado de roubas brancas, em alusão ao Rei da Música, fazendo imitações do cantor e recitando poemas nas ruas da cidade, como forma de sobrevivência.
O assassinato de Roberto Carlos acontece depois de um mês e seis dias sem registros dessa natureza em Iguatu. O último crime havia sido registrado na Vila Gadelha, zona rural da cidade. Dois homens foram executado dentro de um fiat Strada, com tiros na cabeça, provavelmente de uma pistola .40 .
O duplo homicídio até hoje está envolto de mistério. Os executores abandonaram o veiculo na margem da CE 060, com todos os pertences das vítimas e fugiram sem deixar rastros. Ninguém foi preso.







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