sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Garoto ameaçou mãe de morte, diz amigo de PMs em depoimento


 







Marcelo Pesseghini é suspeito de matar a família e depois se suicidar. (Foto: Google Images)
O garoto Marcelo Pesseghini, de 13 anos, suspeito de ter matado a família no início de agosto, teria ameaçado a mãe antes dos crimes, segundo depoimento de um policial militar que era amigo da família. As investigações apontam, até agora, que o estudante matou o pai, a mãe, a avó e a tia-avó e depois se suicidou na Brasilândia, Zona Norte de São Paulo.

Um policial militar das Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota), amigo do sargento Luís Pesseghini, pai de Marcelo, contou em depoimento que, em certa ocasião, o PM contou que o filho ameaçou matar a mãe, a cabo da corporação Andreia Pesseghini, de 36 anos, durante uma discussão. O motivo foi que a mãe tirou do menino um alvo que ele usava para atirar com uma espingarda de chumbinho, informou o Globo Notícia.

Dois amigos de escola também afirmaram que, no dia do crime, Marcelo disse que eles deveriam assinar um contrato para entrar no grupo “Mercenários”, criado pelo garoto e inspirado em um game no qual o personagem principal é um assassino.

Fonte: G1 São Paulo

 

 

Anonymous invade site de sindicato após médicos brasileiros xingarem cubanos








Anonymous invade site de sindicato dos médicos do Ceará. (Foto: Reprodução)
O grupo de hackers Anonymous invadiu nesta quinta-feira (29) o site do Sindicato dos Médicos do Estado do Ceará. A razão foi o protesto organizado pela entidade contra os médicos cubanos na segunda (26). Na ocasião, os profissionais importados pelo governo federal tiveram que passar por um corredor humano, onde foram chamados de "escravos" e "incompetentes". Os médicos do Ceará gritaram ainda palavras de ordem como "revalida” e “voltem para a senzala”.

No recado deixado pelos hackers na home do site, está escrito: “Mais médicos ou menos médicos? Não podemos é ter mais racismo”. Há também um texto e um vídeo em que usam para afirmar que “cor, raça ou procedência não definem capacidade de ninguém”.

Leia abaixo o texto publicado pelo Anonymous na íntegra:

“Independentemente de quaisquer discussões que por ventura possam surgir na sociedade, não podemos retroceder e nos deixar levar por sentimentos racistas que nada contribuem com o desenvolvimento do nosso País.

A cor, raça ou procedência não definem capacidade de ninguém. Todos são iguais!

Estamos de olho e sempre nos manifestaremos perante qualquer tipo de injustiça, independentemente do fato que a gere!

O governo federal deve investir corretamente na saúde e fiscalizar quem é responsável pelo uso dessas verbas, para que tenhamos hospitais com estrutura e tratamento humano para todos!

Um médico brasileiro não é melhor nem pior do que outro qualquer, afinal todos estão juntos para salvar vidas, contanto que tenham meios possíveis e viáveis para isso!

O Brasil quer saber por qual motivo se fazem programas e manobras de "tapar buracos" e por que não resolver logo a raiz do problema?”

Fonte: Último Segundo - iG

extra.globo.com

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