Leonardo Bezerra da Silva, 19 anos, morreu e um adolescente de 16 anos,
identificado apenas como Alysson, ficou gravemente ferido minutos após
cometerem um assalto a um depósito no bairro Colinas do Sul. De acordo
com informações da polícia, a dupla havia assaltado um deposito de
material de construção.
Após
a ação, os bandidos fugiram em uma moto e foram perseguidos por um
carro ainda não identificado. Ao chegarem á estrada de Gramame, no
Ernani Sátiro, o carro se precipitou sobre a dupla e a atropelou. O
carona desceu do carro, tomou a arma que estava com Leonardo e atirou
contra os dois. Leonardo morreu na hora e Alysson está internado no
Hospital de Trauma em João Pessoa. o delegado Paulo Josafá comanda as
investigações.
Fonte;Aguinaldo Mota/Cabulosopb
CHOQUE ENTRE DUAS MOTOS DEIXA CONDUTOR MORTO APÓS BATER COM A CABEÇA NO MEIO FIO
Uma grave colisão entre duas motocicletas na rodovia Acesso Oeste deixou
uma pessoa morta e duas feridas no trecho que liga Ilha do Bispo a BR
230. O acidente aconteceu por volta das 19h30, desta sexta-feira (20).
De acordo com a Policia Militar, os dois condutores que pilotavam os
veículos seguiam no mesmo sentido, quando colidiram lateralmente fazendo
ambos perderem o controle das motos.
No
acidente, o condutor Paulo do Nascimento, 31 anos, que conduzia a moto
Fan de placa NPZ 9826 de Pitimbu, bateu com a cabeça no meio fio e
morreu no local. Já Suelington da Silva, 30 anos, e um adolescente de 17
anos, que estavam na moto Titan de placa NPV 1487, sofreram apenas
escoriações leves, foram atendidos por uma equipe do Samu e liberados no
local. Segundo o sargento Eriberto, a moto da vitima fatal, está com
queixa de roubo.
Fonte;Aguinaldo Mota/Cabulosopb
COREAÚ-CE: INTERNAUTAS CRITICAM E REPUDIAM CENA OCORRIDA NO COREAÚ SOCIAL CLUB
Bomba na net e em toda mídia,Um escândalo
e simulação sexual,Uma cena acontecida no Coreaú Social Club, filmada e
publicada na internet, tem chamado a atenção dos internautas.
Vários destes publicaram nas redes sociais comentários criticando e repudiando a Banda Forró Real, bem como a diretoria do Club e duas mulheres. No vídeo, que já conta com mais de 2.000 acessos, dois homens ao som da música “Mulher Roleira” seguram duas mulheres, as quais não parecem fazer parte da banda, e começam a simular atos sexuais de forma selvagem e animalesca.
Vários destes publicaram nas redes sociais comentários criticando e repudiando a Banda Forró Real, bem como a diretoria do Club e duas mulheres. No vídeo, que já conta com mais de 2.000 acessos, dois homens ao som da música “Mulher Roleira” seguram duas mulheres, as quais não parecem fazer parte da banda, e começam a simular atos sexuais de forma selvagem e animalesca.
O vídeo tem 02:11 minutos de duração e pode contribuir para a derrota da
atual diretoria do Club na próxima eleição, que ocorrerá no fim desse
ano. Pelo menos, entre os comentários dos internautas isso foi visível.
Fica aberto o espaço ao Club para qualquer explicação a respeito do
assunto.Alguns comentários feitos no Facebook
Portal A Desgraça Via Araquém News
EM FORTALEZA-CE;CÂMERAS DE SEGURANÇA FLAGRAM ASSALTO A COLETIVO NA BR 116
O programa Barra Pesada recebeu um vídeo de uma ação audaciosa de
assaltantes em um coletivo na BR 116, em Fortaleza. Um homem anunciou o
assalto e junto com um comparsa que estava de moto, levaram os pertences
dos passageiros e vão embora. O trocador conseguiu esconder um celular e
em seguida liga para a polícia, mas nenhum dos assaltantes foi preso.
Acompanhe.
Via;uolDupla usa cruz de túmulo para matar jovem dentro de cemitério e ainda avisa a família da vítima
vítima
O jovem Alan Henrique, de 19 anos, foi assassinado de maneira cruel
durante a madrugada desta sexta-feira (20) dentro do Cemitério do
Guarituba, em Piraquara, na região metropolitana de Curitiba.
A
cruz de um dos túmulos foi cravada no pescoço da vítima, no braço e na
perna. Ainda, os assassinos colocaram o boné da vítima sobre o objeto
usado como arma e cobriram o corpo, em uma espécie de ritual satânico. O
detalhe é que os suspeitos de terem cometido o crime ainda passaram na
casa da família de Henrique para avisar sobre o que tinha acontecido.
A tia da vítima contou à Banda B que ele havia saído ontem com amigos,
sem dar muitos detalhes do destino. “Foi isto o que ele nos disse. Estão
falando que vieram beber no cemitério, mas não tenho certeza. Pode ter
acontecido uma discussão entre eles ali. O Henrique já tinha passagens
pela polícia. É uma pena ver um jovem terminar desta maneira”, afirmou a
mulher que pediu para não ser identificada. A Delegacia de Piraquara
investiga o caso. Sem gravar entrevistas, foi informado pelos
investigadores à Banda B que a busca agora é pelos ‘amigos’ que estavam
com Henrique e ainda foram até a casa dele avisar sobre o homicídio.
Portal A Desgraça
"Amor à Vida": Leila não sente as pernas, mesmo depois de passar por cirurgia
Leila (Fernanda Machado) continua furiosa por estar presa a uma cama de
hospital e não vê a hora de sair de lá. E andando, de preferência! Mas
as notícias não são boas para a golpista. A médica chega para fazer
novos testes depois da cirurgia e a situação continua a mesma: Leila não
sente nada da cintura para baixo.
A médica tenta acalmá-la e diz que alguns pacientes têm recuperação mais lenta. Com o tempo, os resultados podem ser diferentes. Mas a golpista fica mais nervosa ainda e trata de culpar Thales (Ricardo Tozzi) por tudo o que está passando. Ele não deixa barato e diz que o que aconteceu com ela foi castigo por tudo que eles fizeram com Nicole (Marina Ruy Barbosa).
A cena vai ao ar neste sábado, dia 21 de setembro.
Fonte: Globo
A médica tenta acalmá-la e diz que alguns pacientes têm recuperação mais lenta. Com o tempo, os resultados podem ser diferentes. Mas a golpista fica mais nervosa ainda e trata de culpar Thales (Ricardo Tozzi) por tudo o que está passando. Ele não deixa barato e diz que o que aconteceu com ela foi castigo por tudo que eles fizeram com Nicole (Marina Ruy Barbosa).
A cena vai ao ar neste sábado, dia 21 de setembro.
Fonte: Globo
BBom desvia R$ 8,6 mi para empresa ´laranja´ e valor é bloqueado, diz MPF
Investigada por suspeita de pirâmide financeira, a empresa BBom foi alvo
de uma nova medida judicial. De acordo o Ministério Público Federal
em Goiás (MPF-GO), a companhia tentou desviar dinheiro para outra
companhia “laranja”, mas a ação foi impedida por uma liminar da Justiça.
O esquema, segundo o MPF, teria sido idealizado e executado pela diretoria administrativa da Embrasystem, detentora do nome fantasia BBom. A empresa “laranja” foi batizada como Webcard Administradora de Cartões Ltda. e transferiu R$ 8,6 milhões para outra companhia, lícita, que emitiria e administraria os pré-pagos “Cartões BBom”. Estes seriam destinados a associados do grupo para o recebimento de rendimentos obtidos com a adesão de novos integrantes.
Ao descobrir a transferência, o MPF entrou com um pedido de liminar para que o dinheiro fosse bloqueado. O juiz federal Juliano Taveira Bernardes aceitou a medida no último dia 10. Com isso, os R$ 8,6 milhões foram depositados em uma conta judicial e somam-se aos outros bens da empresa que estão congelados.
Essa é a segunda vez que a BBom é acusada de usar um “laranja” para tentar movimentar os bens. Em julho passado a empresa tentou sacar cerca de R$ 2,5 milhões, segundo o MPF. De acordo com o órgão, o valor foi transferido para a conta bancária de Cristina Dutra Bispo, esposa do diretor de marketing da companhia, Ednaldo Alves Bispo. No entanto, uma ação judicial impediu o saque.
Na ocasião, a BBom explicou que o executivo Ednaldo Alves Bispo e sua esposa trabalham para a empresa e “têm remuneração definida sob a forma de contrato de prestação de serviços, com firma reconhecida desde o início das atividades”. Em relação ao valor depositado na conta da mulher, a empresa garante que o dinheiro “pertence ao casal, que possui conta corrente conjunta”.
Bloqueio de bensO MPF também informou que o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) negou, no último dia 29 de agosto, um pedido de liminar feito pela BBom para suspender o bloqueio de bens, decretado em julho passado, envolvendo R$ 300 milhões e veículos de luxo.
A BBom é investigada por uma força-tarefa, que realiza uma varredura em todo o país contra a prática de pirâmide financeira, que é ilegal. Em Goiás, os Ministérios Público Federal e Estadual suspeitam que a companhia não tenha todos os rastreadores oferecidos aos associados.
Na investigação, os procuradores da República Helio Telho e Mariane Guimarães pediram a condenação do grupo por formação de pirâmide financeira e captação irregular de poupança popular. Além disso, quer a dissolução jurídica da empresa e a reparação de danos causados aos consumidores, com futuras indenizações.
Os pedidos de bloqueio de bens e suspensão das atividades foram acatados pela juíza federal substituta da 4ª Vara Federal de Goiânia, Luciana Laurenti Gheller, no dia 10 de julho. Desde então, estão bloqueados R$ 300 milhões em contas bancárias do grupo, além de cerca de 100 veículos, incluindo motos e carros de luxo como Ferrari e Lamborghinis.
Em uma segunda liminar, no dia 17 de julho, a juíza determinou a "imediata suspensão" das atividades desenvolvidas pela BBom, e proíbe o cadastro de novos associados bem como a captação de recursos financeiros junto aos associados que já integram a rede.
No último dia 28, a Embrasystem foi alvo de outra medida judicial. Desta vez, o pedido da Procuradoria da República foi aceito pela Justiça Federal de São Paulo, que determinou o sequestro de 49 veículos, entre eles 26 carros de luxo, e o bloqueio de R$ 479 milhões em contas bancárias de dirigentes. A decisão foi do juiz Marcelo Costenaro Cavali, da 6ª Vara Criminal Federal paulista, que destacou que os agentes da Polícia Federal estavam com dificuldade para recolher os veículos.
PirâmideSegundo a Justiça, os integrantes da BBom são remunerados pela indicação de novos participantes no negócio, sem levar em consideração a quantia gerada pela venda dos produtos. Isso caracteriza o esquema de pirâmide financeira.
Os interessados se associavam mediante o pagamento de uma taxa de cadastro, no valor de R$ 60, mais uma taxa de adesão, que variava de R$ 600 a R$ 3 mil, de acordo com o plano escolhido. Depois disso, a pessoa era obrigada a atrair novos associados e pagar uma taxa mensal no valor de R$ 79,90, pelo prazo de 36 meses. Quanto maior o número de novos integrantes, maior seria a premiação ou bonificação que seria oferecida pela empresa.
Fonte: G1
O esquema, segundo o MPF, teria sido idealizado e executado pela diretoria administrativa da Embrasystem, detentora do nome fantasia BBom. A empresa “laranja” foi batizada como Webcard Administradora de Cartões Ltda. e transferiu R$ 8,6 milhões para outra companhia, lícita, que emitiria e administraria os pré-pagos “Cartões BBom”. Estes seriam destinados a associados do grupo para o recebimento de rendimentos obtidos com a adesão de novos integrantes.
Ao descobrir a transferência, o MPF entrou com um pedido de liminar para que o dinheiro fosse bloqueado. O juiz federal Juliano Taveira Bernardes aceitou a medida no último dia 10. Com isso, os R$ 8,6 milhões foram depositados em uma conta judicial e somam-se aos outros bens da empresa que estão congelados.
Essa é a segunda vez que a BBom é acusada de usar um “laranja” para tentar movimentar os bens. Em julho passado a empresa tentou sacar cerca de R$ 2,5 milhões, segundo o MPF. De acordo com o órgão, o valor foi transferido para a conta bancária de Cristina Dutra Bispo, esposa do diretor de marketing da companhia, Ednaldo Alves Bispo. No entanto, uma ação judicial impediu o saque.
Na ocasião, a BBom explicou que o executivo Ednaldo Alves Bispo e sua esposa trabalham para a empresa e “têm remuneração definida sob a forma de contrato de prestação de serviços, com firma reconhecida desde o início das atividades”. Em relação ao valor depositado na conta da mulher, a empresa garante que o dinheiro “pertence ao casal, que possui conta corrente conjunta”.
Bloqueio de bensO MPF também informou que o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) negou, no último dia 29 de agosto, um pedido de liminar feito pela BBom para suspender o bloqueio de bens, decretado em julho passado, envolvendo R$ 300 milhões e veículos de luxo.
A BBom é investigada por uma força-tarefa, que realiza uma varredura em todo o país contra a prática de pirâmide financeira, que é ilegal. Em Goiás, os Ministérios Público Federal e Estadual suspeitam que a companhia não tenha todos os rastreadores oferecidos aos associados.
Na investigação, os procuradores da República Helio Telho e Mariane Guimarães pediram a condenação do grupo por formação de pirâmide financeira e captação irregular de poupança popular. Além disso, quer a dissolução jurídica da empresa e a reparação de danos causados aos consumidores, com futuras indenizações.
Os pedidos de bloqueio de bens e suspensão das atividades foram acatados pela juíza federal substituta da 4ª Vara Federal de Goiânia, Luciana Laurenti Gheller, no dia 10 de julho. Desde então, estão bloqueados R$ 300 milhões em contas bancárias do grupo, além de cerca de 100 veículos, incluindo motos e carros de luxo como Ferrari e Lamborghinis.
Em uma segunda liminar, no dia 17 de julho, a juíza determinou a "imediata suspensão" das atividades desenvolvidas pela BBom, e proíbe o cadastro de novos associados bem como a captação de recursos financeiros junto aos associados que já integram a rede.
No último dia 28, a Embrasystem foi alvo de outra medida judicial. Desta vez, o pedido da Procuradoria da República foi aceito pela Justiça Federal de São Paulo, que determinou o sequestro de 49 veículos, entre eles 26 carros de luxo, e o bloqueio de R$ 479 milhões em contas bancárias de dirigentes. A decisão foi do juiz Marcelo Costenaro Cavali, da 6ª Vara Criminal Federal paulista, que destacou que os agentes da Polícia Federal estavam com dificuldade para recolher os veículos.
PirâmideSegundo a Justiça, os integrantes da BBom são remunerados pela indicação de novos participantes no negócio, sem levar em consideração a quantia gerada pela venda dos produtos. Isso caracteriza o esquema de pirâmide financeira.
Os interessados se associavam mediante o pagamento de uma taxa de cadastro, no valor de R$ 60, mais uma taxa de adesão, que variava de R$ 600 a R$ 3 mil, de acordo com o plano escolhido. Depois disso, a pessoa era obrigada a atrair novos associados e pagar uma taxa mensal no valor de R$ 79,90, pelo prazo de 36 meses. Quanto maior o número de novos integrantes, maior seria a premiação ou bonificação que seria oferecida pela empresa.
Fonte: G1











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