“Dividimos a herança, mas isso é uma questão de foro íntimo. Não cabe divulgar valores”, explica Claudio à Retratos, alegando que o primo reconhece sua contribuição à carreira bem-sucedida da mãe, que morreu de câncer no dia 29 de setembro de 2012.
Como muitas partilhas de bens, o inventário de Hebe Camargo também gerou desavenças. Paulo Cafalti, o neto de Lélio, que foi casado com Hebe por 29 anos, acusa Claudio de se aproveitar da tia. “Tudo o que ela deixou foi para o filho Marcelo, que, aliás, nunca se deu bem com o Claudio. Agora os dois são amigos e vão dividir a herança. Marcelo me disse que Hebe deixou muito pouca coisa de herança. É mentira, e, claro, me fingi de bobo. Sei exatamente quanto ela deixou. Ele só disse isso achando que eu ia querer alguma coisa, mas não quero”, desabafa Paulo.
Hebe Camargo será lembrada em missa de um ano de morte, neste domingo, em São Paulo. A missa, aberta ao público, será celebrada pelo Padre Marcelo Rossi, no Santuário Mãe de Deus, em São Paulo.
Todo o acervo com fotos, discos, filmes e imagens de Hebe estão sendo arquivados e digitalizados desde o fim do ano passado, para uma exposição sobre a artista. A homenagem está programada para o segundo semestre do ano que vem, em São Paulo, e é coordenada pela sobrinho e ex-empresário de Hebe, Claudio Pessuti. Algumas das joias e dos pertences pessoais e artigos de luxos da apresentadora também estarão presentes na exposição.
Lembranças
“A gente sente falta do alto astral, das risadas. É uma mulher que não saberia viver doente. A festa de 80 anos na Disney foi inesquecível. Andamos nos brinquedos, foi nossa última viagem”, lembra Betty Szafir, uma das grandes amigas de Hebe.
“A presença de Hebe Camargo continua viva entre nós. Parece que ela ainda está aqui. Desde que se foi, começamos a organizar o seu acervo. Não tem um dia em que não falamos sobre ela ou não lembramos. Estamos convivendo diariamente com ela”, diz o sobrinho, Claudio.
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