A conselheira tutelar KLESIMONE LEAL foi acionada por volta das 10h30min
da manhã desta quarta feira, 25, pela guarnição do SGT/PM GERSON, por
que havia uma ocorrência de abandono de incapaz.
A
denuncia era de que a mãe teria saído no dia 24/09/2013 as 23h00min e
deixado três crianças que até no presente horário do dia 25 não tinha
chegado a sua residência, na ocasião o próprio irmão da acusada relatou
que era de costume sua irmã deixar as filhas e ir pra festa e quando ela
pegava as crianças de taca era de chutes tapas e com pedaço de pau e
que isso tinha acontecido por varias vezes e que não era responsável
pelos sobrinhos, pois tem apenas 17 anos e ainda tinha que
trabalhar.Sendo que se tratava de três crianças uma de 03 anos outra de
01 ano e 09 meses e outro de 05 meses de idade , as quais poderiam está
sendo vítimas de maus tratos e que ao chegar à residência pode ser
constatada a veracidade das denuncias, sendo que s duas crianças maiores
estariam gravemente lesionadas por serem agredidas todos os dias com
sandalhadas e pedaços de pau sendo visível os hematomas nas duas
crianças, já na criança de 05 meses os hematomas já estavam quase todos
sarados e que todas as crianças foram encaminhadas para o exame de lesão
corporal e que após terem sido feitos esse procedimentos pelo conselho
tutelar em conjunto com as policias militar e civil as crianças foram
para Instituição de Acolhimento Provisório- Abrigo Municipal.
Depois dos procedimentos feitos a guarnição novamente foi acionada dessa
vez pra efetuar a prisão a mãe a senhora DAIANA RODRIGUES MACEDO de 18
anos que foi conduzida para secional onde prestou esclarecimento do fato
ocorrido. A jovem poderá ir para o presídio não só pelo fato do
abandono, mas também por ter lesionadas as crianças, crime este não
afiançável.
Portal A Desgraça Com Fonte De: Junior Ribeiro com informações do conselho tutelar
Descontrolada, médica rasga prontuário de menina em SP
Uma pediatra foi afastada do trabalho após se recusar a atender duas
crianças e rasgar o prontuário de uma delas na madrugada de sábado (21),
no Hospital Geral da Vila Penteado, na zona norte de São Paulo. Um
vídeo feito pelo pai de uma das pacientes mostra a ação.
Edinei Brandão de Souza, pai da menina de 4 anos, disse que a confusão começou porque a médica não quis atender uma outra criança que estava com uma infecção no ouvido. "Ela chegou a atender minha filha, viu que ela estava com 38,5º C de febre e recomendou uma medicação. Depois de se descontrolar e recusar atender a filha de uma outra mulher, começou a gritar e disse que o meu caso não era grave", afirmou.
O pai da menina disse que aguardava em fila para que a filha dele, com dor de garganta, fosse medicada quando a médica falou que não atenderia a criança diagnosticada com infecção porque o caso não era grave. A mãe da criança saiu do hospital e disse que chamaria a polícia, quando foi acompanhada pela médica, que gritava com ela.
O homem começou a filmar e disse que os gritos estavam assustando sua filha. Enquanto filmava a ação, o ele pede para que a médica pare com o barulho e ameaça acionar a polícia, mas a profissional disse não se importar, pois já havia ido diversas vezes a delegacias.
Nas imagens, a mulher dá tapas em objetos de metal e chega a dizer que vai "quebrar o celular" do homem para que ele pare a gravação.
Segundo Brandão, a médica voltou atrás momentos depois e disse que atenderia a filha dele, mas em troca o homem deveria apagar os vídeos que ele fez no hospital. O homem recusou a proposta e acionou a Polícia Militar. A filha dele foi atendida por outro profissional depois de cerca de 15 minutos.
Em nota, a Secretaria Estadual da Saúde informou que foi aberta uma sindicância interna para apurar as circunstâncias do atendimento. A mulher poderá perder o cargo.
A secretaria disse ainda que o "Hospital Geral de Vila Penteado informa que todos os funcionários da unidade são orientados a tratar os pacientes com respeito e cordialidade. A direção da unidade considera inadmissível esse tipo de atitude antiprofissional, que desrespeita o paciente e os demais colegas de trabalho."
Fonte: Folha.com
Edinei Brandão de Souza, pai da menina de 4 anos, disse que a confusão começou porque a médica não quis atender uma outra criança que estava com uma infecção no ouvido. "Ela chegou a atender minha filha, viu que ela estava com 38,5º C de febre e recomendou uma medicação. Depois de se descontrolar e recusar atender a filha de uma outra mulher, começou a gritar e disse que o meu caso não era grave", afirmou.
O pai da menina disse que aguardava em fila para que a filha dele, com dor de garganta, fosse medicada quando a médica falou que não atenderia a criança diagnosticada com infecção porque o caso não era grave. A mãe da criança saiu do hospital e disse que chamaria a polícia, quando foi acompanhada pela médica, que gritava com ela.
O homem começou a filmar e disse que os gritos estavam assustando sua filha. Enquanto filmava a ação, o ele pede para que a médica pare com o barulho e ameaça acionar a polícia, mas a profissional disse não se importar, pois já havia ido diversas vezes a delegacias.
Nas imagens, a mulher dá tapas em objetos de metal e chega a dizer que vai "quebrar o celular" do homem para que ele pare a gravação.
Segundo Brandão, a médica voltou atrás momentos depois e disse que atenderia a filha dele, mas em troca o homem deveria apagar os vídeos que ele fez no hospital. O homem recusou a proposta e acionou a Polícia Militar. A filha dele foi atendida por outro profissional depois de cerca de 15 minutos.
Em nota, a Secretaria Estadual da Saúde informou que foi aberta uma sindicância interna para apurar as circunstâncias do atendimento. A mulher poderá perder o cargo.
A secretaria disse ainda que o "Hospital Geral de Vila Penteado informa que todos os funcionários da unidade são orientados a tratar os pacientes com respeito e cordialidade. A direção da unidade considera inadmissível esse tipo de atitude antiprofissional, que desrespeita o paciente e os demais colegas de trabalho."
Fonte: Folha.com
Grupo de Cid Gomes vai anunciar troca de partido
O deputado Sérgio Aguiar defende que o momento é de fortalecer
regionalmente a legenda e pensar numa candidatura a presidente só em
2018 (Foto: José Leomar)
As perspectivas do debate que
ocorrerá hoje à noite para definir os rumos de um grupo de parlamentares
cearenses filiados ao PSB - por divergirem com o diretório nacional do
partido - repercutiram na sessão de ontem da Assembleia Legislativa por
alguns aliados do governador Cid Gomes, após ele afirmar que pelo menos
10 deputados estaduais e quatro federais cogitam a saída da legenda,
além de prefeitos da sigla. Entre elogios à atual gestão e críticas ao
que está sendo feito pela cúpula nacional da sigla, os parlamentares
pessebistas se mostraram apreensivos com o destino da agremiação.
No encontro que ocorrerá hoje, o governador Cid deverá anunciar a saída do PSB, podendo adiantar para qual partido vai migrar. A atitude é tomada após uma série de atitudes que ele considera hostis do governador de Pernambuco e presidente nacional da legenda, Eduardo Campos, ao sinalizar uma candidatura a presidente da República nas eleições do próximo ano. Cid Gomes já assegurou que fará palanque para a presidente Dilma.
O deputado Roberto Mesquita (PV) lembrou que há quatro anos o PSB, que tinha nome para pleitear a disputa presidencial - o atual secretário de Saúde do Estado, Ciro Gomes - afastou a hipótese, visto que havia interesses do presidente do partido, o governador Eduardo Campos, em manter-se ligado ao Governo, devido aos investimentos em Pernambuco.
"O governador de Pernambuco queria encher a sua barriga e hoje está de barriga cheia. O maior pecado dos Ferreira Gomes foi não ter o domínio completo de um partido. Nós temos uma Refinaria e grandes obras estruturantes a serem iniciadas. Nós temos uma máquina arrecadadora bastante eficiente, mas dependemos hoje das transferências da União". E questionou: Por que hoje ele (Eduardo Campos) quer sair? Porque depois de ser engordado, quer colocar os outros a seu serviço".
Intervenções
O pessebista Sineval Roque salientou que Cid Gomes dará prosseguimento às obras iniciadas em seu Governo, ressaltando que diversas intervenções estão em curso. "Antes do governador Cid, outros governadores jamais fizeram o que ele fez até agora. Mesmo com muitos candidatos em condições de ser governador, dificilmente vai atingir a marca do Governo Cid Gomes", salientou o governista.
Ely Aguiar (PSDC) destacou as ações da atual gestão para o Cariri, graças, segundo ele, ao trabalho do Governo do Estado e de parlamentares que representam a região. Welington Landim (PSB) lembrou que a executiva se encontrou na noite da última terça-feira, ressaltando que a decisão do governador Cid foi prudente. "Todo o Ceará sabe que, quando terminou o ciclo Lula, o companheiro Ciro desejava ter candidatura e o nosso partido disse que nós tínhamos compromisso com o PT e com a eleição de Dilma. Naquela época, havia análise de possibilidade real de chegarmos ao segundo turno, mas a pretensão foi barrada pela decisão do partido".
Ele lembrou que, por determinação da executiva nacional, entre julho e agosto, em todos os municípios do Ceará foram formados os diretórios municipais. "Caso haja uma intervenção, os rumos seriam muito difíceis para os deputados que já estarão em uma candidatura. Para nós que vamos para uma reeleição, sermos pegos com as calças nas mãos seria um prejuízo irreversível", reclamou.
Já o líder do Governo na Assembleia, José Sarto (PSB), afirmou que todas as precauções legais serão tomadas. "Se o convite feito à ex-prefeita e ao deputado Heitor Férrer, se foi feito pela Executiva Nacional, será um ato de hostilidade", apontou.
Lula Morais, do PCdoB, disse estar preocupado com o posicionamento de Eduardo Campos, opinando que ele irá "se juntar com muita gente ruim na política desse País". "O PSB sozinho me parece que é pequeno para se colocar em uma disputa eleitoral. A nossa preocupação é com o Brasil e temos consciência que Cid Gomes ´bate´ com nosso pensamento". Sergio Aguiar (PSB) lembrou que o momento é de manter a coerência de fortalecer a legenda regionalmente e pensar em uma candidatura presidencial somente em 2018.
Eliane Novais (PSB), único quadro do partido favorável à candidatura de Eduardo Campos à presidência da República, fez um histórico da situação do partido na direção de Cid Gomes e disse que o governador, por diversas vezes, hostilizou membros da sigla.
"Se o Governador Cid não vai apoiar Eduardo Campos aqui no Ceará para disputar a presidência da República, é natural que o partido procure viabilizar um palanque local procurando nomes que tenham afinidade com o campo progressista. O Presidente Nacional do PSB, Eduardo Campos, realmente teve pelo menos dois encontros com a ex-prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins, e ligou para o deputado Heitor Férrer", disse.
Em resposta a Novais, Sarto afirmou que Cid tem um compromisso com o Ceará e com a presidente Dilma Rousseff, mas não condenou a tentativa de Eduardo Campos em tentar candidatura para o Executivo Nacional. "Pode acontecer de o partido sair dessa eleição menor do que entrou", ponderou.
Fonte: Diário do Nordeste
No encontro que ocorrerá hoje, o governador Cid deverá anunciar a saída do PSB, podendo adiantar para qual partido vai migrar. A atitude é tomada após uma série de atitudes que ele considera hostis do governador de Pernambuco e presidente nacional da legenda, Eduardo Campos, ao sinalizar uma candidatura a presidente da República nas eleições do próximo ano. Cid Gomes já assegurou que fará palanque para a presidente Dilma.
O deputado Roberto Mesquita (PV) lembrou que há quatro anos o PSB, que tinha nome para pleitear a disputa presidencial - o atual secretário de Saúde do Estado, Ciro Gomes - afastou a hipótese, visto que havia interesses do presidente do partido, o governador Eduardo Campos, em manter-se ligado ao Governo, devido aos investimentos em Pernambuco.
"O governador de Pernambuco queria encher a sua barriga e hoje está de barriga cheia. O maior pecado dos Ferreira Gomes foi não ter o domínio completo de um partido. Nós temos uma Refinaria e grandes obras estruturantes a serem iniciadas. Nós temos uma máquina arrecadadora bastante eficiente, mas dependemos hoje das transferências da União". E questionou: Por que hoje ele (Eduardo Campos) quer sair? Porque depois de ser engordado, quer colocar os outros a seu serviço".
Intervenções
O pessebista Sineval Roque salientou que Cid Gomes dará prosseguimento às obras iniciadas em seu Governo, ressaltando que diversas intervenções estão em curso. "Antes do governador Cid, outros governadores jamais fizeram o que ele fez até agora. Mesmo com muitos candidatos em condições de ser governador, dificilmente vai atingir a marca do Governo Cid Gomes", salientou o governista.
Ely Aguiar (PSDC) destacou as ações da atual gestão para o Cariri, graças, segundo ele, ao trabalho do Governo do Estado e de parlamentares que representam a região. Welington Landim (PSB) lembrou que a executiva se encontrou na noite da última terça-feira, ressaltando que a decisão do governador Cid foi prudente. "Todo o Ceará sabe que, quando terminou o ciclo Lula, o companheiro Ciro desejava ter candidatura e o nosso partido disse que nós tínhamos compromisso com o PT e com a eleição de Dilma. Naquela época, havia análise de possibilidade real de chegarmos ao segundo turno, mas a pretensão foi barrada pela decisão do partido".
Ele lembrou que, por determinação da executiva nacional, entre julho e agosto, em todos os municípios do Ceará foram formados os diretórios municipais. "Caso haja uma intervenção, os rumos seriam muito difíceis para os deputados que já estarão em uma candidatura. Para nós que vamos para uma reeleição, sermos pegos com as calças nas mãos seria um prejuízo irreversível", reclamou.
Já o líder do Governo na Assembleia, José Sarto (PSB), afirmou que todas as precauções legais serão tomadas. "Se o convite feito à ex-prefeita e ao deputado Heitor Férrer, se foi feito pela Executiva Nacional, será um ato de hostilidade", apontou.
Lula Morais, do PCdoB, disse estar preocupado com o posicionamento de Eduardo Campos, opinando que ele irá "se juntar com muita gente ruim na política desse País". "O PSB sozinho me parece que é pequeno para se colocar em uma disputa eleitoral. A nossa preocupação é com o Brasil e temos consciência que Cid Gomes ´bate´ com nosso pensamento". Sergio Aguiar (PSB) lembrou que o momento é de manter a coerência de fortalecer a legenda regionalmente e pensar em uma candidatura presidencial somente em 2018.
Eliane Novais (PSB), único quadro do partido favorável à candidatura de Eduardo Campos à presidência da República, fez um histórico da situação do partido na direção de Cid Gomes e disse que o governador, por diversas vezes, hostilizou membros da sigla.
"Se o Governador Cid não vai apoiar Eduardo Campos aqui no Ceará para disputar a presidência da República, é natural que o partido procure viabilizar um palanque local procurando nomes que tenham afinidade com o campo progressista. O Presidente Nacional do PSB, Eduardo Campos, realmente teve pelo menos dois encontros com a ex-prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins, e ligou para o deputado Heitor Férrer", disse.
Em resposta a Novais, Sarto afirmou que Cid tem um compromisso com o Ceará e com a presidente Dilma Rousseff, mas não condenou a tentativa de Eduardo Campos em tentar candidatura para o Executivo Nacional. "Pode acontecer de o partido sair dessa eleição menor do que entrou", ponderou.
Fonte: Diário do Nordeste
Operação da PF contra o tráfico derruba avião; agente federal morre
Antes de tocar o solo, a aeronave foi alvejada por disparos feitos pelos
federais (Foto: Aceituno Júnior/Jornal da Cidade de Bauru)
Um policial federal foi morto na noite desta quarta-feira em Bocaina, no
interior de São Paulo, durante um confronto com traficantes e um avião
de pequeno porte foi abatido pela Polícia Federal. Fábio Ricardo Paiva
Luciano foi baleado no peito, chegou a ser socorrido, mas morreu ao dar
entrada na Santa Casa de Jaú, município vizinho a Bocaina. Já o avião,
pegou fogo antes de aterrissar, em meio a um canavial.
Na operação, policiais federais das delegacias de Bauru e Araraquara aguardavam em campana a aterrissagem de uma aeronave de pequeno porte em uma pista clandestina localizada em meio a um canavial às margens do quilômetro 136 da rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-255). Com a aproximação do avião, integrantes da quadrilha que aguardavam a entrega de drogas e armamento em solo, perceberam a presença dos policiais e começaram a atirar.
Antes de tocar o solo, a aeronave foi alvejada por disparos feitos pelos federais. A Polícia Federal não informou quais armas e seus calibres foram utilizados na ação. Em meio ao canavial, o avião pegou fogo gerando um imenso clarão. De acordo com o delegado José Fernando do Amaral Júnior, ninguém foi preso até o momento e, além disso, agentes da PF de São Paulo foram chamados para reforçar a equipe.
Há informações de que entre as armas usadas pela quadrilha haveria fuzis AR-15. No momento, mais de 100 policiais participam da operação que também conta com apoio de homens da Polícia Militar. Não há informações sobre outros feridos. A PF não confirma, mas há informação de que um novo tiroteio entre policiais e traficantes ocorreu já no início desta quinta-feira. Parte do carregamento da aeronave teria sido consumido pelas chamas.
O policial morto durante a operação trabalhada em Bauru, distante 84 km de Bocaina, onde residia há apenas um ano vindo da capital paulista.
Ação semelhante
A região de Bocaina tem se mostrado importante ponto de pouso para o tráfico internacional de drogas. Em 21 de janeiro deste ano a Polícia Federal de Araraquara realizou operação semelhante naquela região.
Na ocasião, equipes da PF montaram campana no entorno de uma pista clandestina em meio a um canavial de Boa Esperança do Sul, município vizinho a Bocaina, e acionaram a Força Aérea Brasileira (FAB) para monitorar via radar o deslocamento da aeronave clandestina. A presença do avião da FAB chamou a atenção dos membros da quadrilha que estavam em terra e a aterrissagem foi abortada.
Houve troca de tiros e a aeronave que pertencia aos traficantes conseguiu escapar do cerco e foi perseguida pelo avião da FAB, mas ela conseguiu passar para o espaço aéreo do Paraguai.
Durante a operação um vereador de Bocaina foi preso suspeito de integrar a quadrilha de traficantes. Ele foi encontrado pelos policiais federais próximo ao local onde a quadrilha faria a entrega de drogas e armas contrabandeadas. A ação policial terminou em tiroteio e um homem de 26 anos foi morto. Na operação a polícia apreendeu armas, munições e dois carros.
Fonte: Terra
Na operação, policiais federais das delegacias de Bauru e Araraquara aguardavam em campana a aterrissagem de uma aeronave de pequeno porte em uma pista clandestina localizada em meio a um canavial às margens do quilômetro 136 da rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-255). Com a aproximação do avião, integrantes da quadrilha que aguardavam a entrega de drogas e armamento em solo, perceberam a presença dos policiais e começaram a atirar.
Antes de tocar o solo, a aeronave foi alvejada por disparos feitos pelos federais. A Polícia Federal não informou quais armas e seus calibres foram utilizados na ação. Em meio ao canavial, o avião pegou fogo gerando um imenso clarão. De acordo com o delegado José Fernando do Amaral Júnior, ninguém foi preso até o momento e, além disso, agentes da PF de São Paulo foram chamados para reforçar a equipe.
Há informações de que entre as armas usadas pela quadrilha haveria fuzis AR-15. No momento, mais de 100 policiais participam da operação que também conta com apoio de homens da Polícia Militar. Não há informações sobre outros feridos. A PF não confirma, mas há informação de que um novo tiroteio entre policiais e traficantes ocorreu já no início desta quinta-feira. Parte do carregamento da aeronave teria sido consumido pelas chamas.
O policial morto durante a operação trabalhada em Bauru, distante 84 km de Bocaina, onde residia há apenas um ano vindo da capital paulista.
Ação semelhante
A região de Bocaina tem se mostrado importante ponto de pouso para o tráfico internacional de drogas. Em 21 de janeiro deste ano a Polícia Federal de Araraquara realizou operação semelhante naquela região.
Na ocasião, equipes da PF montaram campana no entorno de uma pista clandestina em meio a um canavial de Boa Esperança do Sul, município vizinho a Bocaina, e acionaram a Força Aérea Brasileira (FAB) para monitorar via radar o deslocamento da aeronave clandestina. A presença do avião da FAB chamou a atenção dos membros da quadrilha que estavam em terra e a aterrissagem foi abortada.
Houve troca de tiros e a aeronave que pertencia aos traficantes conseguiu escapar do cerco e foi perseguida pelo avião da FAB, mas ela conseguiu passar para o espaço aéreo do Paraguai.
Durante a operação um vereador de Bocaina foi preso suspeito de integrar a quadrilha de traficantes. Ele foi encontrado pelos policiais federais próximo ao local onde a quadrilha faria a entrega de drogas e armas contrabandeadas. A ação policial terminou em tiroteio e um homem de 26 anos foi morto. Na operação a polícia apreendeu armas, munições e dois carros.
Fonte: Terra
Gominho é eliminado de ´A Fazenda 6´
Depois de receber apenas 13,8% dos votos para se manter na Fazenda e
acabar eliminado, o repórter Gominho disparou contra a advogada Denise
Rocha, na sua saída. Ele disputou a permanência na casa com o Furacão da
CPI e com a modelo Bárbara Evans, na penúltima roça da temporada.
"Eu sou uma pessoa muito pé no chão. Eu sei o que o Brasil gosta de ver, mas infelizmente eu não podia dar o que o Brasil gosta. Por questões de eu não ser assim. Então, eu deixei quem sabe fazer o que a Denise fez para ela que só tem isso a oferecer. Eu tenho outras coisas a oferecer. Ofereci na Fazenda o que eu ofereço de melhor. Então, ninguém vai se surpreender muito não", criticou.
Questionado por Britto Jr. sobre qual foi a maior dificuldade que enfrentou no reality show rural, Gominho disse que o convívio com peões tão diferentes não foi o mais difícil.
"O mais difícil para mim foi ficar trancado mais de 90 dias. A convivência não foi o pior de tudo, apesar de alguns episódios que me deixaram meio assustados", disse, referindo-se às brigas. "Assim que eu puder, quero falar com a minha mãe e preciso muito navegar na internet", contou o tuiteiro.
Britto Jr. não perdeu a oportunidade de brincar com a mania de Gominho olhar diretamente para as câmeras.
"Você não parava de olhar para as câmeras, hein. Fofoqueiro pra caramba, hein! Falou da gente aqui da Record. Mordeu a língua, mano. Viu que era de verdade, né?"
Ao perceber, logo após sua saída, que uma nova grande briga entre Denise Rocha, Bárbara Evans e o já finalista Marcos Oliver, Gominho foi categórico.
"Ainda bem que eu não estou mais lá para conviver com isso!", disse.
Roça e eliminaçãoLogo no início do programa, os roceiros tiveram 30 segundos para defender a sua permanência no reality show. Enquanto Bárbara manteve a estratégia de não se justificar, Denise repetiu o seu discurso de que precisa ter a sua vida de volta, dizendo que foi humilhada dentro e fora do programa. Já Gominho falou que precisa muito do prêmio como todos os outros participantes e que deixa na mão do público a decisão.
Ao responder a perguntas do público, Bárbara apontou qual peão ela acha que não deveria ter entrado na "Fazenda": "Bom Britto, dos 16 participantes, eu acho que quem entrou na ´Fazenda´ e não deveria ter entrado foi a Lu. Não tenho nada contra ela, mas acho que fez mal para ela ter participado do programa".
Gominho teve que dizer o que ele aprendeu durante o tempo em que ficou confinado no reality show: "Aprendi que devo respeitar o espaço do próximo. Jamais ou nunca se achar o dono da verdade. Eu aprendi cada vez mais a respeitar o espaço do próximo, as diferenças e as diversidades".
Já Denise foi questionada sobre o seu comportamento de se isolar dos outros peões ao longo do programa: "Não que eu tenha me isolado. Mas eu cansei de falsidade e mentira aqui dentro. Eu prefiro ficar só. Não gosto de fofoquinha e leve e trás. Antes só do que mal acompanhada".
Fonte: UOL
"Eu sou uma pessoa muito pé no chão. Eu sei o que o Brasil gosta de ver, mas infelizmente eu não podia dar o que o Brasil gosta. Por questões de eu não ser assim. Então, eu deixei quem sabe fazer o que a Denise fez para ela que só tem isso a oferecer. Eu tenho outras coisas a oferecer. Ofereci na Fazenda o que eu ofereço de melhor. Então, ninguém vai se surpreender muito não", criticou.
Questionado por Britto Jr. sobre qual foi a maior dificuldade que enfrentou no reality show rural, Gominho disse que o convívio com peões tão diferentes não foi o mais difícil.
"O mais difícil para mim foi ficar trancado mais de 90 dias. A convivência não foi o pior de tudo, apesar de alguns episódios que me deixaram meio assustados", disse, referindo-se às brigas. "Assim que eu puder, quero falar com a minha mãe e preciso muito navegar na internet", contou o tuiteiro.
Britto Jr. não perdeu a oportunidade de brincar com a mania de Gominho olhar diretamente para as câmeras.
"Você não parava de olhar para as câmeras, hein. Fofoqueiro pra caramba, hein! Falou da gente aqui da Record. Mordeu a língua, mano. Viu que era de verdade, né?"
Ao perceber, logo após sua saída, que uma nova grande briga entre Denise Rocha, Bárbara Evans e o já finalista Marcos Oliver, Gominho foi categórico.
"Ainda bem que eu não estou mais lá para conviver com isso!", disse.
Roça e eliminaçãoLogo no início do programa, os roceiros tiveram 30 segundos para defender a sua permanência no reality show. Enquanto Bárbara manteve a estratégia de não se justificar, Denise repetiu o seu discurso de que precisa ter a sua vida de volta, dizendo que foi humilhada dentro e fora do programa. Já Gominho falou que precisa muito do prêmio como todos os outros participantes e que deixa na mão do público a decisão.
Ao responder a perguntas do público, Bárbara apontou qual peão ela acha que não deveria ter entrado na "Fazenda": "Bom Britto, dos 16 participantes, eu acho que quem entrou na ´Fazenda´ e não deveria ter entrado foi a Lu. Não tenho nada contra ela, mas acho que fez mal para ela ter participado do programa".
Gominho teve que dizer o que ele aprendeu durante o tempo em que ficou confinado no reality show: "Aprendi que devo respeitar o espaço do próximo. Jamais ou nunca se achar o dono da verdade. Eu aprendi cada vez mais a respeitar o espaço do próximo, as diferenças e as diversidades".
Já Denise foi questionada sobre o seu comportamento de se isolar dos outros peões ao longo do programa: "Não que eu tenha me isolado. Mas eu cansei de falsidade e mentira aqui dentro. Eu prefiro ficar só. Não gosto de fofoquinha e leve e trás. Antes só do que mal acompanhada".
Fonte: UOL



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