Uma instrutora de educação física de 29 anos morreu na tarde desta
quinta-feira (19) enquanto fazia exercícios em uma academia de Pelotas,
no Sul do Rio Grande do Sul. A Polícia Civil acredita que ela tenha
sofrido um acidente, mas a causa da morte será determinada pelo laudo do
Departamento Médico Legal (DML).
A vítima foi encontrada já sem vida por volta das 16h por um funcionário da academia. Ela era professora do estabelecimento, localizado na Avenida Ferreira Viana, e aproveitava o horário em que a academia fechava para os alunos, entre 12h e 16h, para treinar.
De acordo com o delegado Robertho Peternelli, a instrutora estava sozinha no momento do suposto acidente. O corpo foi encontrado caído para a frente, prensando pela barra utilizada para fazer exercícios de agachamento, na altura da nuca. Havia 80 quilos em cada lado da barra, totalizando 160 quilos de peso, diz o delegado.
“Provavelmente ela colocou muito peso, ficou sem forças nas pernas e a barra acabou caindo em cima dela. A gente acredita que ela morreu asfixiada, mas também não podemos descartar um mal súbito. A perícia vai dizer o que ocorreu”, disse o delegado.
A princípio, a polícia trata o caso como uma fatalidade. Segundo o delegado Peternelli, a hipótese de negligência por parte da academia está descartada, já que a vítima era formada em educação física pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e tinha conhecimento técnico para fazer exercícios sem supervisão. Ela trabalhava no local desde 2010.
Fonte: G1
A vítima foi encontrada já sem vida por volta das 16h por um funcionário da academia. Ela era professora do estabelecimento, localizado na Avenida Ferreira Viana, e aproveitava o horário em que a academia fechava para os alunos, entre 12h e 16h, para treinar.
De acordo com o delegado Robertho Peternelli, a instrutora estava sozinha no momento do suposto acidente. O corpo foi encontrado caído para a frente, prensando pela barra utilizada para fazer exercícios de agachamento, na altura da nuca. Havia 80 quilos em cada lado da barra, totalizando 160 quilos de peso, diz o delegado.
“Provavelmente ela colocou muito peso, ficou sem forças nas pernas e a barra acabou caindo em cima dela. A gente acredita que ela morreu asfixiada, mas também não podemos descartar um mal súbito. A perícia vai dizer o que ocorreu”, disse o delegado.
A princípio, a polícia trata o caso como uma fatalidade. Segundo o delegado Peternelli, a hipótese de negligência por parte da academia está descartada, já que a vítima era formada em educação física pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e tinha conhecimento técnico para fazer exercícios sem supervisão. Ela trabalhava no local desde 2010.
Fonte: G1
Operação da PF faz prisões e apreensões no DF e em 9 estados
Polícia Federal cumpre 18 mandados de prisão e 22 de buscas e apreensões
para desarticular uma quadrilha especializada em lavagem de dinheiro e
desvio de dinheiro público. (Foto: Elza Fiúza/ABr)
A Polícia Federal deflagrou no início da manhã desta quinta-feira (19)
uma operação para cumprir 27 mandados de prisão e 75 de busca e
apreensão no Distrito Federal e em nove estados do país: São Paulo, Rio
de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás,
Maranhão, Amazonas e Rondônia.
De acordo com a PF, o objetivo da operação, batizada de Miquéias, é desarticular duas organizações criminosas com atuações distintas: uma envolvida em lavagem de dinheiro e a outra acusada de má gestão de recursos de entidades previdenciárias. Os líderes das duas organizações ficavam no Distrtio Federal, segundo a polícia.
A PF informou que só no Distrito Federal 17 pessoas foram presas, além de outras duas no Rio de Janeiro e uma em Goiás, totalizando 20, até a última atualização desta reportagem. De acordo com a PF, dois dos presos são delegados da Polícia Civil do DF e dois são agentes. Os nomes e cargos das pessoas presas não foram divulgados pela Polícia Federal.
Os presos devem responder por gestão fraudulenta, operação desautorizada no mercado de valores mobiliários, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e falsidade ideológica.
De acordo com a Polícia Federal, foram cumpridos 74 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal (37) e nos estados de Goiás (14), Rio de Janeiro (8), Maranhão (5), Mato Grosso do Sul (4), Mato Grosso (2), Rondônia (2), Minas Gerais (1) e São Paulo (1).
Segundo a assessoria da Polícia Federal, um deputado estadual de Goiás, cujo nome não foi revelado, foi alvo de busca e apreensão em Goiânia.
De acordo com a PF, o objetivo da operação, batizada de Miquéias, é desarticular duas organizações criminosas com atuações distintas: uma envolvida em lavagem de dinheiro e a outra acusada de má gestão de recursos de entidades previdenciárias. Os líderes das duas organizações ficavam no Distrtio Federal, segundo a polícia.
A PF informou que só no Distrito Federal 17 pessoas foram presas, além de outras duas no Rio de Janeiro e uma em Goiás, totalizando 20, até a última atualização desta reportagem. De acordo com a PF, dois dos presos são delegados da Polícia Civil do DF e dois são agentes. Os nomes e cargos das pessoas presas não foram divulgados pela Polícia Federal.
Os presos devem responder por gestão fraudulenta, operação desautorizada no mercado de valores mobiliários, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e falsidade ideológica.
De acordo com a Polícia Federal, foram cumpridos 74 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal (37) e nos estados de Goiás (14), Rio de Janeiro (8), Maranhão (5), Mato Grosso do Sul (4), Mato Grosso (2), Rondônia (2), Minas Gerais (1) e São Paulo (1).
Segundo a assessoria da Polícia Federal, um deputado estadual de Goiás, cujo nome não foi revelado, foi alvo de busca e apreensão em Goiânia.
Carros de luxo apreendidos chegaram escoltados à Polícia Federal, em Brasília. (Foto: Elza Fiúza/ABr)
Em Brasília, foram apreendidos cinco carros de luxo e uma lancha de R$ 5 milhões, comprados com dinheiro lavado, segundo as investigações.
A investigação começou há um ano e meio, para apurar lavagem de dinheiro por meio da utilização de contas bancárias de empresas de fachada ou fantasmas, abertas em nome de “laranjas”.
A PF disse que detectou a existência de um "verdadeiro serviço de terceirização para lavagem do dinheiro proveniente de crimes diversos".
Nos 18 meses de investigação, a polícia estima que foram sacados mais de R$ 300 milhões das contas dessas empresas. Foram identificadas 30 empresas de fachada.
Nas investigações, a PF também detectou que policiais civis do Distrito Federal eram responsáveis pela proteção da quadrilha.
A polícia descobriu ainda que a organização criminosa aliciava prefeitos e gestores de Regimes Próprios de Previdência Social para que eles aplicassem recursos das respectivas entidades previdenciárias em fundos de investimentos com papéis geridos pela quadrilha, o que configurava o desvio dos recursos.
Lancha apreendida pela Polícia Federal no lago Paranoá, em Brasília,
durante a Operação Miquéias. (Foto: Divulgação / Polícia Federal)
Os prefeitos e gestores dos regimes próprios de previdência eram remunerados com um percentual sobre o valor aplicado. O prejuízo para os fundos de pensão é de R$ 50 milhões, segundo a polícia.
"Os principais líderes dessas organizações criminosas não costumavam perder muito tempo. Tão logo teve a eleição, praticamente uma semana depois das eleições, eles já estavam em contato com os prefeitos recém-eleitos para oferecer os fundos de investimento. Eles nem tinham tomado posse ainda e já estavam sendo contatados pela organização criminosa", afirmou em entrevista coletiva a delegada da PF Andréa Pinho.
"A aplicação não era feita por se tratar de investimento bom ou não. Ela era feita porque simplesmente ou o prefeito ou o gestor recebia vantagens indevidas para tanto", concluiu a delegada.
De acordo com a polícia, foram confirmadas irregularidades especificamente nos Regimes Próprios de Previdência Social das seguintes prefeituras: Manaus/AM, Ponta Porã/MS, Murtinho/MS, Queimados/RJ, Formosa/GO, Caldas Novas/GO, Cristalina/GO, Águas Lindas/GO, Itaberaí/GO, Pires do Rio/GO, Montividiu/GO, Jaru/RO, Barreirinhas/MA, Bom Jesus da Selva/MA e Santa Luzia/MA.
Fonte: G1
Nenhum comentário:
Postar um comentário