A lista expõe emails, telefones, endereços e CPFs dos PMs. Na página do
grupo Anoncyber & Cyb3rgh0sts, usuários da rede social criticaram a
ação. (Foto: Reprodução/Facebook )
O site da Polícia Militar do Rio de Janeiro foi atacado por hackers e informações pessoais de50 mil policiais foram divulgadas na noite deste sábado (14).
A assessoria da PM informou que, por segurança, o site está fora do ar
neste domingo (15), e que já foi aberta uma investigação para descobrir
os responsáveis. Entre as informações que foram tornadas públicas,
estão telefones e endereços de policiais militares.
Fonte: Diário do Nordeste
Fonte: Diário do Nordeste
Mãe é suspeita de matar as duas filhas na Zona Oeste de SP
Adolescentes foram encontradas mortas em casa no Butantã (Foto: Mario Ângelo/Sigmapress/Estadão Conteúdo)
Uma corretora de imóveis de 53
anos é suspeita de ter matado as duas filhas de 13 e 14, na casa em que
viviam no Butantã, na Zona Oeste de São Paulo,
segundo informou a Secretaria de Segurança Pública (SSP). Os corpos
foram encontrados na tarde de sábado (14). A mãe, que foi detida em
flagrante, seguia internada neste domingo (15).
As adolescentes foram encontradas deitadas cada uma delas em um beliche,
em um quarto bastante revirado e com fezes animais, no andar superior
da residência, na Rua Doutor Romeu Ferro. No box do banheiro desse
cômodo, um cachorro foi encontrado morto com um saco plástico amarrado
na cabeça.
Deitada no chão da sala, os policiais militares encontraram a corretora, que disse ter matado as filhas e queria morrer. Muito alterada e com sinais de intoxicação, ela foi encaminhada ao Pronto-Socorro do Hospital Universitário, onde permanecia internada em observação neste domingo (15). Seu estado de saúde é considerado estável.
A SSP informou ainda que a delegada do 14º Distrito Policial, em Pinheiros, esteve no hospital, porém a equipe médica não passou mais informações sobre o primeiro atendimento à suspeito devido ao sigilo médico.
Deitada no chão da sala, os policiais militares encontraram a corretora, que disse ter matado as filhas e queria morrer. Muito alterada e com sinais de intoxicação, ela foi encaminhada ao Pronto-Socorro do Hospital Universitário, onde permanecia internada em observação neste domingo (15). Seu estado de saúde é considerado estável.
A SSP informou ainda que a delegada do 14º Distrito Policial, em Pinheiros, esteve no hospital, porém a equipe médica não passou mais informações sobre o primeiro atendimento à suspeito devido ao sigilo médico.
De acordo com o boletim de ocorrência, PMs foram chamados para atender
ocorrência de vazamento de gás na casa, na Vila Gomes. Ao chegarem ao
local, eles encontraram uma equipe do Corpo de Bombeiros.
A perícia do local foi requisitada e os corpos foram encaminhados para exame necroscópico no Instituto Médico Legal.
Fonte: G1
A perícia do local foi requisitada e os corpos foram encaminhados para exame necroscópico no Instituto Médico Legal.
Fonte: G1
Colega diz que suspeita não brigaria de “mão limpa”
Um aluno da Escola Estadual José Ferreira Barbosa na Vila Bourdon, em
Campo Grande (MS), disse que a suspeita de matar a adolescente Luana
Vieira Gregório, de 15 anos, comentou com outros colegas que não
brigaria de ‘mão limpa’ com a vítima. Ela é suspeita de ter ferido a
adolescente na quarta-feira (11). Segundo o estudante, que não quis se
identificar, as duas discutiam constantemente.
— Essa "treta" é antiga, faz tempo, e ela disse que não ia briga com ela [Luana] de mão limpa.
Na sexta-feira (13), a delegada Regina Márcia Rodrigues informou que
imagens analisadas pela polícia mostram exatamente uma aluna de 16 anos
desferindo uma facada no abdômen de Luana. Inicialmente uma jovem de 19
anos era citada como autora do crime, mas a participação dela foi
descartada, segundo a delegada. Ela deve apenas prestar depoimento
porque aparece nas imagens brigando com Luana.
As cenas mostram que diversos alunos fazem uma roda para ver as adolescentes brigar e
apenas um professor tenta separar a briga. O motivo do crime seria que
Luana passou perfume dentro da sala de aula, o que irritou outra
estudante, de 16 anos. No entanto, depoimentos revelam que as duas
discutiam com frequência.
A adolescente deixou um filho ainda bebê que deverá ficar com a avó
materna. A família informou que foi avisada em seguida ao crime e que
quando chegou ao hospital ela já estava morta. Os parentes reclamaram
ainda que a região é bastante violenta e que ocorrem brigas constantes
no colégio
A amiga de Luana recebeu atendimento médico e passa bem. A polícia faz
buscas na região para tentar localizar a suspeita do assassinato.
Fonte: R7
Fonte: R7
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