A imprensa local informou que há ao menos quatro feridos, entre eles um
policial, que estariam em estado crítico. (Foto: Alex Wong/Getty
Images/AFP)
Pelo menos 12 pessoas morreram após tiroteio em um prédio da Marinha
americana em Washington DC, na manhã desta segunda-feira (16), de acordo
com informações que teriam sido confirmadas pela polícia da cidade.
Segundo um porta-voz da Marinha, um dos atiradores foi morto no local.
As autoridades buscam outros possíveis dois suspeitos que estariam
foragidos.
Entre os feridos está um policial --que foi levado para um hospital nos arredores em estado grave-- e um outro oficial que não faz parte do departamento de polícia. Testemunhas disseram que o suspeito usava roupa preta.
A chefe da equipe médica do Hospital de Washington, Janis Orlowski, afirmou que duas mulheres e um homem foram levados para o local em estado grave, mas conscientes. "Elas têm ferimentos nas pernas, ombros, cabeça e mãos, e já estão em cirurgia", disse.
De acordo com Janis, as vítimas disseram que a arma usada no tiroteio possivelmente era uma semiautomática. Outras pessoas baleadas devem chegar ao hospital.
Testemunhas afirmaram que funcionários e marinheiros ainda estão dentro do prédio, cumprindo recomendação prevista nos planos para eventos como este.
Tiros e pânicoSegundo relato de testemunhas, o atirador estava no quarto andar do prédio quando, por volta das 8h20 locais (9h20 em Brasília), começou a atirar em direção às pessoas que estavam na cafeteria, localizada no primeiro pavimento. "Eu estava na lanchonete quando ouvi os tiros", disse Patricia Ward, gerente de logística da Marinha. "Todos entraram em pânico e começaram a correr".
Testemunhas afirmaram que os alarmes de incêndio do prédio foram acionados e, em seguida, os brigadistas entraram nas salas dizendo que não se tratava de um exercício e que "todos precisavam deixar o local".
"Foi neste momento que ouvimos os disparos", disse Todd Brundidge. "Quando estávamos saindo, percebemos o atirador no final do corredor. Ele mirou no nosso grupo e disparou duas ou três vezes. Nós corremos e fugimos pela escada".
O comandante da Marinha Tim Jirus afirmou ter visto um funcionário de manutenção do prédio ser baleado na cabeça ao tentar alertá-lo sobre o tiroteio.
Local do tiroteioSegundo a Marinha dos EUA, cerca de 3.000 pessoas trabalham no complexo, localizado à margem do rio Anacostia no sudeste da capital federal, é composto por três blocos.
O local abriga a sede do quartel-general do Comando de Sistemas Navais da Marinha dos Estados Unidos (NAVSEA) e a residência do chefe do Estado-Maior da marinha, o almirante Jonathan Greenert.
O centro de comando é responsável por um quarto de todo o orçamento da Marinha. De acordo com os jornais locais, o acesso ao complexo é restrito e a apresentação de credenciais é obrigatória.
Os voos no aeroporto Ronald Reagan chegaram a ser suspensos após o incidente, mas a situação já foi normalizada.
A rede de televisão CNN afirmou que seis escolas nos arredores foram fechadas por precaução.
O prefeito do Distrito de Columbia, Vincent Gray, afirmou em entrevista coletiva que o ataque foi um "incidente isolado", até onde se sabe.
Fonte: UOL
Entre os feridos está um policial --que foi levado para um hospital nos arredores em estado grave-- e um outro oficial que não faz parte do departamento de polícia. Testemunhas disseram que o suspeito usava roupa preta.
A chefe da equipe médica do Hospital de Washington, Janis Orlowski, afirmou que duas mulheres e um homem foram levados para o local em estado grave, mas conscientes. "Elas têm ferimentos nas pernas, ombros, cabeça e mãos, e já estão em cirurgia", disse.
De acordo com Janis, as vítimas disseram que a arma usada no tiroteio possivelmente era uma semiautomática. Outras pessoas baleadas devem chegar ao hospital.
Testemunhas afirmaram que funcionários e marinheiros ainda estão dentro do prédio, cumprindo recomendação prevista nos planos para eventos como este.
Tiros e pânicoSegundo relato de testemunhas, o atirador estava no quarto andar do prédio quando, por volta das 8h20 locais (9h20 em Brasília), começou a atirar em direção às pessoas que estavam na cafeteria, localizada no primeiro pavimento. "Eu estava na lanchonete quando ouvi os tiros", disse Patricia Ward, gerente de logística da Marinha. "Todos entraram em pânico e começaram a correr".
Testemunhas afirmaram que os alarmes de incêndio do prédio foram acionados e, em seguida, os brigadistas entraram nas salas dizendo que não se tratava de um exercício e que "todos precisavam deixar o local".
"Foi neste momento que ouvimos os disparos", disse Todd Brundidge. "Quando estávamos saindo, percebemos o atirador no final do corredor. Ele mirou no nosso grupo e disparou duas ou três vezes. Nós corremos e fugimos pela escada".
O comandante da Marinha Tim Jirus afirmou ter visto um funcionário de manutenção do prédio ser baleado na cabeça ao tentar alertá-lo sobre o tiroteio.
Local do tiroteioSegundo a Marinha dos EUA, cerca de 3.000 pessoas trabalham no complexo, localizado à margem do rio Anacostia no sudeste da capital federal, é composto por três blocos.
O local abriga a sede do quartel-general do Comando de Sistemas Navais da Marinha dos Estados Unidos (NAVSEA) e a residência do chefe do Estado-Maior da marinha, o almirante Jonathan Greenert.
O centro de comando é responsável por um quarto de todo o orçamento da Marinha. De acordo com os jornais locais, o acesso ao complexo é restrito e a apresentação de credenciais é obrigatória.
Os voos no aeroporto Ronald Reagan chegaram a ser suspensos após o incidente, mas a situação já foi normalizada.
A rede de televisão CNN afirmou que seis escolas nos arredores foram fechadas por precaução.
O prefeito do Distrito de Columbia, Vincent Gray, afirmou em entrevista coletiva que o ataque foi um "incidente isolado", até onde se sabe.
Fonte: UOL
Homem morre eletrocutado após equipe da Coelce não realizar reparo em fio solto
Um homem morreu eletrocutado ao encostar em um fio solto, que havia
caído de um poste, na comunidade do Dendê, em Fortaleza. Uma equipe da
Companhia Energética do Ceará (Coelce) esteve no local mas não realizou
reparo no fio justificando que o local era "área de risco".
O fio teria se soltado na noite do último domingo (15). Por volta das 20h40, os moradores enviaram solicitação de reparo à empresa. A equipe técnica foi enviada por volta das 21h mas, ao ser advertida por moradores de que o local era "área de risco, de difícil acesso e com frequentes ocorrências de furtos", retornou sem realizar a manutenção. O homem, identificado apenas como sendo um catador de lixo, teria tocado no fio e morrido logo após a equipe deixar o local.
A empresa afirmou que enviou outra equipe de técnicos na manhã desta segunda-feira (16), por volta das 6h, desta vez, com apoio da polícia. Só então a área foi isolada e o reparo feito.
Fonte: Diário do Nordeste
O fio teria se soltado na noite do último domingo (15). Por volta das 20h40, os moradores enviaram solicitação de reparo à empresa. A equipe técnica foi enviada por volta das 21h mas, ao ser advertida por moradores de que o local era "área de risco, de difícil acesso e com frequentes ocorrências de furtos", retornou sem realizar a manutenção. O homem, identificado apenas como sendo um catador de lixo, teria tocado no fio e morrido logo após a equipe deixar o local.
A empresa afirmou que enviou outra equipe de técnicos na manhã desta segunda-feira (16), por volta das 6h, desta vez, com apoio da polícia. Só então a área foi isolada e o reparo feito.
Fonte: Diário do Nordeste
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