sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Isadora Ribeiro não pisa numa academia há 7 anos, mas mantém corpão aos 48: ‘No espelho, vejo se preciso diminuir medidas’


Aos 48 anos, Isadora Ribeiro não entra numa academia desde os 41 Foto: Celya Jacobi / Divulgação /
Anny Ribeiro

Isadora Ribeiro foi um símbolo sexual nos anos 80 e tirou a roupa em diversas ocasiões. Hoje, aos 48 anos, não pretende mais se expor desta forma. E não é por estar insatisfeita com o próprio corpo. Pelo contrário. Apesar de não pisar em uma academia há sete anos, a atriz mantém o corpo sequinho, feminino e sensual, sem muito esforço.
Com quase 50 anos, Isadora está com a barriguinha seca
Com quase 50 anos, Isadora está com a barriguinha seca Foto: Alan Chaves / Divulgação /
- Não faria nu novamente. Sou mãe de duas filhas, estou num outro momento na minha vida. Além disso, os nus atuais são constrangedores. Antes, se os homens queriam ver mais, eles compravam revistas especializadas - observa Isadora, que vai falar sobre o assunto no programa “Amor & sexo”, na noite desta quinta-feira.
Isadora diz que come de tudo, mas também come coisas saudáveis
Isadora diz que come de tudo, mas também come coisas saudáveis Foto: Alan Chaves / Divulgação /
Para manter seus 59kg em 1,72m de altura, a atriz não faz muito. Sem malhar há muito tempo, Isadora usa o bom senso para saber se precisa cortar alguma coisa do cardápio:
- Não tenho tendência para engordar, mas sou comilona. No espelho, vejo se preciso diminuir medidas: visto o meu velho jeans preferido (que aliás era da Maria, minha filha de 16 anos) - conta ela, que se alimenta de tudo, mas sabe ponderar quando necessário: - Amo churrasco, dobradinha, macarrão, com comedimento, mas abuso de jiló, berinjela, almeirão, salmão, legumes, frutas, nozes, castanha. Não gosto muito de doces e detesto chocolate.
A atriz não faria nu novamente
A atriz não faria nu novamente Foto: Celya Jacobi / Divulgação
Os únicos exercícios que Isadora faz são caminhadas e o esforço físico de carregar sua pequena, de 6 anos:
- Não sou preocupada com peso. Para perder isso é só fechar a boca. As preocupações não vão resolver os problemas e ainda vão me deixar cheia de rugas e amarga, como não quero nenhuma das duas coisas, costumo resolver os tropeços de uma forma prática e sem me estressar, conforme vão aparecendo.


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Miss Brasil perdeu seis quilos antes de receber a coroa: ‘Acordava quatro horas da manhã para malhar’ 

 

Jakeline está pesando 55kg Foto: Carol Gherardi/Band/Divulgação /
Lídia Azevedo

Para ser miss é preciso muito mais do que saber acenar para o público. A mulher deve ser inteligente, boa em oratória e ter o corpo perfeito. Sabendo disso, Jakelyne Oliveira fechou a boca e passou dois meses se dedicando a ficar com as curvas de dar inveja. Tudo para ganhar a tão sonhada coroa de Miss Brasil.
- Fiquei julho e agosto sem comer carboidrato e sem ingerir leite e seus derivados. Mês passado voltei a comer pão e massa, mas só nas primeiras horas do dia. Também faço musculação seis vezes por semana, além de praticar pilates e fazer dança - explica a Miss Mato Grosso, que diz ter sofrido para conseguir chegar ao padrão que achava ideal: - Durante o concurso, acordava quatro horas da manhã para malhar, quando não conseguia treinar durante o dia. Meu personal me passava as séries pelo celular.
Para ser miss Jakelyne emagreceu seis quilos
Para ser miss Jakelyne emagreceu seis quilos Foto: Carol Gherardi/Band/Divulgação
Tanta dedicação teve resultado. E rápido! Em quase três meses ela perdeu seis quilos. Quatro só antes de receber a faixa:
- Antes do Miss Brasil eu pesava 61kg e recebi a faixa com 55kg. Sendo que dois quilos eu perdi durante o concurso. Parei de emagrecer e comecei a comer um chocolate, quando percebi que estava ficando magra demais. O que eu não quero que aconteça. Gosto de manter minhas pernas e meu bumbum definidos.


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Menina foi abusada por sete colegas em frente a professora 

 

Garota relatou que alunos a seguraram e retiraram parte de sua roupa íntima dentro da sal
Garota de 11 anos diz que sofreu abuso de sete colegasReprodução/Blog EMEF
Uma estudante de 11 anos diz ter sofrido abuso sexual dentro da sala de aula da Escola Municipal Plínio Ayrosa, na Freguesia do Ó, zona norte de São Paulo. De acordo com informações da polícia, a menina contou que sete colegas — cinco meninos e duas meninas — a seguraram, retiraram parte de suas roupas íntimas e passaram a mão em seu corpo. A criança disse que havia uma professora na sala no momento que "não fez nada para impedir os atos".
O caso ocorreu por volta das 17h do dia 26 de setembro. A menina informou também que os colegas a levaram para o fundo da sala e a sentaram em uma cadeira antes de cometer o abuso. A garota foi encaminhada à diretoria da escola quando a professora notou o que estava acontecendo. 
A Secretaria Municipal de Educação informou, em nota, que o caso foi encaminhado para o Conselho Tutelar e que a direção da unidade escolar propôs à família o encaminhamento da aluna ao Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social). No entanto, a família disse que não seria necessário já que haverá o acompanhamento do Conselho Tutelar. Além disso, a escola também ofereceu transferência da aluna para outra unidade.
Nesta quarta-feira (2), a menina deve comparecer, com a família, ao Conselho Tutelar da Freguesia do Ó para que o caso seja apurado. O Conselho explicou que é necessário entender o que aconteceu na escola e verificar que medidas a unidade irá tomar para que esse tipo de ocorrência não se repita. Além disso, o Conselho irá entrar em contato também com as famílias das crianças que teriam agredido a menina para "garantir que todas tenham o acompanhamento adequado".
Fonte: R7

 

APÓS DISCUSSÃO, CASAL MATA BEBÊ AO JOGÁ-LO EM RIO

 


JOVEM CASAL COMEÇOU A DISCUTIR ACALORADAMENTE SOBRE UMA PONTE QUANDO CRIANÇA CAIU.


Um bebê de apenas uma semana de vida foi encontrado morto nesta quarta-feira (02) em um rio em Ruyang, na China. A criança foi jogada, supostamente de forma acidental, quando um jovem casal começou a discutir de forma acalorada em cima de uma ponte.
Às 7 horas da manhã (horário local), o casal pediu ajuda para tentar retirar o bebê da água.
O serviço de emergência chegou no local e encontrou o bebê boiando na água, mas ao resgatá-lo não encontrou sinais vitais na criança.





Fonte:  Shanghaiist

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