quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Piloto da TAM decide retornar para MG e expulsa funkeiro após tumulto em voo









O funkeiro MC Lon viajava com seis assessores, e todos foram expulsos do avião. (Foto: Facebook / Reprodução)
O cantor de funk MC Lon e seis membros da equipe dele foram expulsos de um voo da TAM que ia de Belo Horizonte a São Paulo na manhã de segunda-feira, após uma confusão com um comissário de bordo. O grupo viajava no voo JJ3345, que havia decolado às 10h30 do Aeroporto Internacional Tancredo Neves (Confins) para o Aeroporto Internacional de Cumbica (Guarulhos).

Pouco depois da decolagem, houve uma discussão entre alguns integrantes da equipe do funkeiro e um comissário de bordo. Segundo a produtora Máximo, responsável pela divulgação dos shows de MC Lon, o tumulto começou após uma brincadeira entre a equipe.

"Foi uma brincadeira que eles estavam fazendo entre eles, e o comissário achou ruim, que estava atrapalhando as pessoas", disse Gabriel Miquelini, assessor de imprensa da produtora. O comandante do voo decidiu retornar ao aeroporto de Confins e expulsar os sete passageiros do avião.

"Visando sempre a segurança do voo, eles foram desembarcados e conduzidos à Polícia Federal do aeroporto", disse a TAM, em nota enviada à imprensa. A equipe do cantor e o comissário de bordo envolvido na confusão prestaram depoimento, mas não quiseram registrar boletim de ocorrência.

A PF afirmou que "o desembarque se deu em virtude de atitudes de indisciplina levadas a cabo pelos passageiros desembarcados no interior da aeronave". Segundo a TAM, o voo JJ3345 decolou novamente às 11h48, chegando a Guarulhos às 12h42. Já a equipe de MC Lon embarcou no voo seguinte para São Paulo, de acordo com a produtora Máximo.

Fonte: Terra

 

 

Vereadores aprovam CPI para investigar compra de voto em Crato

 








Denúncia aponta compra de voto para reprovação de contas de ex-prefeito. Vereador quer interferência do Ministério Público na investigação. (Foto: Reprodução/TV Verdes Mares )
A Câmara Municipal de Crato, no sul do Ceará, aprovou por unanimidade, nesta terça-feira (29), a criação de duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI).
 
A primeira vai analisar as contas da própria casa, no período de 2005 a 2012, e a segunda pretende investigar a denúncia de compra e venda de votos que resultaram na reprovação, pelos vereadores, das contas da administração do ex-prefeito do município, Samuel Araripe. As contas do ex-prefeito foram desaprovadas por 14 dos 19 vereadores da casa, na semana passada. O advogado do ex-prefeito, José Boaventura Filho, preferiu não citar nomes e diz que vai aguardar o resultado das investigações. O atual prefeito, Ronaldo Sampaio Gomes de Mattos, afirmou que não vai se pronunciar nesta terça sobre o caso. 
 
Protesto
Desde cedo, dezenas de pessoas se juntaram em frente e dentro da Câmara Municipal, com cartazes e faixas, em protesto contra a reprovação. Os manifestantes também pediam uma investigação sobre a denúncia de compra de votos. "A manifestação é pacífica. Queremos mostrar para a população do Crato os 14 vereadores corruptos que ganharam R$ 50 mil para denegrir a imagem do ex-prefeito, Samuel Araripe", explica Gorete Correa, presidente da Associação dos Sem-Teto.
 
Quando a sessão desta terça-feira foi iniciada, guardas civil e policiais militares reforçavam a segurança do plenário, enquanto manifestantes gritavam palavras de ordem. O vereador Raimundo Amadeu (PT), que a união dos vereadores nas ionvestigações e a interferência do Ministério Público do Ceará. "O Ministério Público precisa atuar, fazer a investigação devida para que os fatos sejam esclarecidos.



Fonte: G1

 

 

BMW é condenada por morte do cantor João Paulo e pode pagar R$ 400 mi

 

 








Cantor João Paulo morreu em um acidente com sua BMW 328i em 1997. (Foto: Divulgação)
A BMW do Brasil e a matriz alemã foram condenadas pela morte do cantor João Paulo, em setembro de 1997, segundo sentença da 4ª Vara Cível do Foro Central da Comarca de São Paulo. Conforme a decisão, o acidente que matou o então parceiro artístico de Daniel foi causado por um problema no pneu da sua BMW 328i, que capotou na rodovia Bandeirantes (SP) e pegou fogo. A indenização por danos materiais e morais chega a cerca de R$ 400 milhões, afirmou o advogado da família, Edilberto Acácio.

Em nota, a BMW do Brasil afirma que não concorda com a decisão. "A empresa esclarece que essa é uma decisão de primeira instância e que apresentará recurso de apelação junto ao Tribunal de Justiça de São Paulo, quando o caso será novamente julgado por um órgão colegiado formado por desembargadores", afirmou a fabricante.

De acordo com a decisão do juiz Rodrigo Cesar Fernandes Marinho, uma segunda perícia contrariou o laudo do Instituto de Criminalística na época, que apontou como causa do acidente a velocidade acima da permitida no momento do acidente. A nova perícia feita por um especialista afirma que a velocidade era superior sim, mas não provocaria a derrapagem e o capotamento. Segundo o laudo, o pneu dianteiro direito estourou, saiu da roda ou esvaziou repentinamente.

Tanto a perícia policial quanto a do especialista independente verificaram que não havia marcas de pneus na estrada, o que diminui a chance de ter ocorrido um movimento brusco ou uma perda de controle do veículo pela velocidade excessiva. Além disso, a perícia inicial constatou que o acidente ocorreu a 268 km/h - velocidade superior à máxima indicada pela fabricante de 240 km/h. No processo, a BMW afirma que não pode afirmar qual era a fornecedora dos pneus. 

Após o acidente, o catalisador teria entrado em contato com a gasolina derramada, provocando o incêndio que matou João Paulo. Como a perícia não atribuiu a culpa do acidente ao motorista e a BMW não conseguiu descartar um possível defeito de fabricação no conjunto das rodas ou nos pneus, o juiz determinou uma indenização de dois terços dos rendimentos do cantor e mais R$ 300 mil por danos morais para a filha e a ex-mulher. De acordo com o advogado Edilberto Acácio, o cantor faturava em torno de R$ 1 milhão por mês e o valor da indenização, acrescido de juros, seria de cerca de R$ 400 milhões.

Fonte: Terra

 

 

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