O acidente aconteceu quando um entregador de gelo bateu no carro do cantor em uma curva
O cantor não teve ferimentos por causa do acidente (FOTO: Divulgação)
O
cantor Beto Barbosacolidiu com um motoqueiro na tarde desta
quarta-feira (20), na Praia do Futuroem Fortaleza. O acidente aconteceu
quando um entregador de gelo bateu no carro do cantor em uma curva.
Segundo
a polícia, Beto Barbosa ia almoçar em uma barraca de praia com a
família. Ele não teve ferimentos. O entregador e outro homem que estavam
na motocicleta ficaram feridos e foram socorridos.
Via Tribuna do Ceará
Mais uma jovem é achada morta após ter imagens íntimas divulgadas na web
Jovem de 16 anos morava em Veranópolis, no Rio Grande do Sul; polícia investiga o caso
Garota morre após vídeo vazar na internetReprodução/Rede Record
Uma
adolescente de 16 anos se matou após descobrir que o ex-namorado
divulgou imagens íntimas dela na internet. A polícia de Veranópolis, no
interior do Rio Grande do Sul, ainda investiga o caso.
Apesar de o nome dele aparecer nas fotos, outras pessoas podem ter postado as imagens e também serão responsabilizadas.
O
rapaz teria copiado as imagens a partir de um bate-papo pela câmera do
computador. A família entregou o computador e o celular da jovem à
polícia.
Outro caso
No
Piauí, a adolescente Júlia Rebeca de 14 anos foi encontrada morta no
dia 10 de novembro. A polícia investiga a hipótese de a adolescente ter
se matado após aparecer em um vídeo íntimo compartilhado pela internet.
Pedregulho cai em cima de Toyota estacionada quar
Tem
gente que nasceu virado para a lua. Outros devem ter feito alguma coisa
de errada em alguma encarnação ou xingaram demasiadamente a mãe
do Murphy. A dona deste Toyota, por exemplo é uma delas. Ela estacionou
na rua, saiu e quando percebeu uma pedra de 8 toneladas tinha caído de
um caminhão e deslizou para cima do seu carro.
Um fotógrafo
que passava pelo local comentou “A motorista disse que olhou no espelho
e viu a pedra mas foi deslizando sobre o carro antes que ela pudesse
fazer algo. Se alguém tivesse dentro, não teria a mínima chance.”.
Enquanto a coitada da mulher calculava o prejuízo, sorte teve o tal fotógrafo que conseguiu vender a imagem para o Jornal The Mirror. (VIA O Controle da Mente – Fonte: autozine.com.br)
INACEITÁVEL!!! CIOPS REGISTRA 1 MILHÃO DE TROTES SOMENTE ESTE ANO
A Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops)
registrou, apenas neste ano, 1.051.265 “chamadas falsas”, mais conhecidas como
trotes. Em média, foram recebidas 3.458 ligações desse tipo por dia, entre os
meses de janeiro e outubro. Em todos os casos, as ligações diziam respeito a
crimes que nunca existiram. A prática, além de criminosa, congestiona o sistema
de atendimento da unidade, responsável por receber denúncias de toda a Capital.
De acordo com o supervisor do Núcleo de Teleatendimento da
Ciops, major Victor Souza dos Santos, o volume de trotes corresponde a cerca de
20% do total de atendimentos feitos pela coordenadoria por ano. Até o mês
passado, a Ciops recebeu 5.878.611 ligações - a média diária foi de 19.337,54.
No mesmo período do ano passado, o número de trotes registrados foi de
1.378.114 ligações - 23,7% a mais.
Os trotes são destinados às polícias Civil e Militar e ao
Corpo de Bombeiros. “Isso nos preocupa porque, enquanto a viatura está numa
falsa ocorrência, deixa de atender o caso de alguém que está realmente
necessitando de socorro. A linha telefônica também fica ocupada enquanto
poderíamos estar recebendo uma ocorrência verídica”, lamentou o major.
Para o tenente-coronel Marinho Russo, coordenador da Ciops,
o prejuízo não é maior porque nem todos os trotes geram ocorrências, com envio
de viaturas. Na maioria dos casos, as atendentes perceberam que as chamadas
eram falsas e encerram as ligações. Ainda assim, neste ano, 5.631 ligações
culminaram com o envio de viaturas aos locais das possíveis ocorrências. No ano
passado, foram deslocadas viaturas em 5.110 ocasiões.
“A situação é preocupante. Trabalhamos diariamente para
tentar reduzir esses números. Existem casos em que o simples fato da atendente
dizer que sabe de onde a ligação está sendo feita já faz com que a pessoa
desligue”, avaliou Russo.
Conscientização
Conforme o major Victor Souza, a maioria das chamadas é
realizada por crianças e adolescentes e se origina de telefones públicos dentro
das escolas. Para evitar esse tipo de situação, a Ciops realiza campanhas de
conscientização. “Quando há alguma visita da Polícia Militar às escolas,
principalmente durante os aniversários da Ciops (22 de janeiro), costumamos
realizar palestras e campanhas educativas para inibir essa prática”, afirmou o
supervisor.
Entretanto, os trotes continuam ocorrendo. Alguns, por
motivos curiosos. “Tem pessoas que ligam simplesmente para verem a viatura
passando pela rua”, disse Victor Souza. Conforme o major, o problema causa
desconfiança nas ocorrências por parte dos policiais.
Saiba mais
A Ciops foi criada em 12 de agosto de 1998, pelo decreto nº
25.133, que a tornou parte integrante da estrutura da Secretaria da Segurança
Pública e Defesa da Social (SSPDS). O órgão foi inaugurado oficialmente em 22
de janeiro de 1999.
Atualmente, a coordenadoria atende todos municípios da
Região Metropolitana. O atendimento das chamadas é feito a partir de 28
posições de atendimento, que funcionam 24 horas por dia. Funcionários se
revezam na função, em quatro turnos de seis horas cada.
A Ciops atende pelo número 190.
O que diz a lei
O trote é considerado crime, segundo o Código Penal
Brasileiro.
Art. 340: “Provocar a ação de autoridade, comunicando-lhe a
ocorrência de crime ou de contravenção que sabe não se ter verificado”. Pena:
detenção, de um a seis meses, ou multa.
A repetição do trote também incorre em penalidade, conforme
o artigo 71: “Quando o agente pratica dois ou mais crimes da mesma espécie e,
pelas condições de tempo, lugar, maneira de execução e outras semelhantes,
devem os subsequentes ser havidos como continuação do primeiro, aplica-se-lhe a
pena de um só dos crimes, se idênticas, ou a mais grave, se diversas,
aumentada, em qualquer caso, de um sexto a dois terços”.
Fonte: O POVO
Maracanaú-CE: Soldado do exército morre ao praticar assalto
O
corpo do soldado ficou estendido dentro do posto de combustíveis, no
bairro Novo Maranguape. Um comparsa dele conseguiu fugir (Foto: Naval
Sarmento)
Entre 20h50 e 21 horas de anteontem, uma dupla chegou ao posto em uma motocicleta. De imediato, o frentista foi rendido e teve o dinheiro levado. Nesse momento, um cliente chegou e Jonas de Oliveira, que estava na garupa, foi em direção ao mesmo, já de arma em punho.
Tiroteio
O militar não esperava que houvesse reação por parte do cliente. Devido à atitude do desconhecido, houve intensa troca de tiros. No fim do tiroteio, Jonas de Oliveira, que foi atingido no rosto, estava morto.
O comparsa do soldado, que pilotava a motocicleta, fugiu levando o dinheiro que foi roubado do frentista. O bandido passou na casa de Jonas de Oliveira, no bairro Vila Peri, e avisou o que tinha ocorrido.
O dono do posto de combustíveis, Arimateia Matias, contou que o assalto só não foi filmado porque as câmeras de segurança estão em manutenção. O comerciante ainda não sabe o quanto foi levado, mas acredita que a quantia tenha sido pequena, pois os bandidos levaram somente o que o frentista tinha nos bolsos. Jonas Sousa de Oliveira, que menor, teria sido apreendido e levado à Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA). As investigações estão à cargo da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em virtude de a autoria da morte do soldado ainda ser desconhecida.
Outro crime
Um homem de identidade ainda desconhecida foi encontrado morto, com 36 tiros, na manhã de ontem, nas margens do quilômetro 7 da rodovia CE-350 (Estrada da Tangueira), no limite de Maranguape com Maracanaú. Ele morto a tiros de pistolas calibre 9 milímetros, 380 e ponto 40 (0.40).
Por volta de 22 horas de anteontem, moradores da área ouviram vários estampidos. Os delegados plantonistas Wagner Jorge Cavalcante, da Delegacia Metropolitana de Maracanaú, e Cleófilo Rodrigues, da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) estiveram no local de crime e fizeram os levantamento iniciais. A vítima não foi reconhecidas pelos moradores daquela localidade.
Fonte: Diário do Nordeste
Polícias de dois Estados apuram golpe de renda
Delegado
Jaime Paula Pessoa Linhares, titular da DDF, informou, ontem, ter
instaurado inquérito para apurar a denúncia de estelionato (Foto: Kiko
Silva)
Em Fortaleza, a Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) instaurou inquérito policial para apurar o suposto crime de estelionato que pode resultar no indiciamento e pedido de prisão preventiva ou temporária para o principal suspeito do crime, o empresário sul-mato-grossense Fabiano Ribeiro Rodrigues, sócio-proprietário da empresa ‘Xaxá Produções e Eventos Limitada’, sediada em Campo Grande (MS).
EstelionatoUma notícia-crime foi entregue à Polícia local pelos advogados Leandro Duarte Vasques e Antônio de Holanda Neto, representantes jurídicos da FCF, relatando a ocorrência do crime de estelionato, previsto no artigo 171 do Código Penal Brasileiro, com pena de um a cinco anos de prisão, além do pagamento de multa. O titular da DDF, delegado Jaime Paula Pessoa Linhares, já instaurou o inquérito e, ontem, encaminhou à Polícia do Mato Grosso do Sul uma carta precatória para que o acusado seja localizado naquele Estado e preste depoimento. Segundo Linhares, na última terça-feira ele recebeu uma ligação de uma delegada daquele Estado em busca de informações sobre o caso ocorrido em Fortaleza. As duas Polícias agora atuam juntas.
Na notícia-crime endereçada à Polícia Civil do Estado, a Federação Cearense ressaltou que coube à ‘Xaxá Produções’ a iniciativa de promover a partida em Fortaleza e, por conta disso, deveria ter “arcado com todo o custeio e despesas decorrentes do evento, com a contratação de mão-de-obra necessária para a montagem, desmontagem, segurança, quadro móvel e todo o pessoal necessário para a execução do evento de futebol”.
Contudo, o empresário Fabiano Ribeiro Rodrigues, depois de ter em sua posse a renda do jogo, no valor estimado de R$ 890,8 mil, com um público de aproximadamente 22 mil pessoas, teriam ‘desaparecido’ da Arena Castelão, sem honrar os compromissos financeiros firmados nos contratos para a realização da partida, entre eles, o pagamento de 10 por cento à Arena Castelão pelo aluguel do estádio (R$ 89 mil), pagamento de ambulância, quadro móvel, destinação de cinco por cento da renda às federações cearense e paulista de futebol (R$ 44.547,50 para cada uma) e outros gastos.
“Reunidos todos os envolvidos na partida, ainda naquele mesmo dia (27 de outubro), a fim de proceder aos pagamentos devidos, o Sr. Fabiano Ribeiro Rodrigues, provavelmente percebendo que não alcançaria o lucro que planejara, após pagar parcialmente algumas despesas que a ele cabia, disse que iria ao banheiro e simplesmente desapareceu”, narra a notícia do crime entregue à DDF. No documento, a defesa do órgão ressalta que foi cometido o crime de estelionato qualificado.
A Reportagem tentou contato com a produtora, por telefone, mas não foi atendida.
Fonte: Diário do Nordeste
Congresso anula sessão que afastou João Goulart e iniciou o Golpe de 64
O Congresso Nacional aprovou na madrugada desta
quinta-feira (21) o projeto de resolução (PRN 4/13) dos senadores Pedro
Simon (PMDB-RS) e Randolfe Rodrigues (Psol-AP), que anula a sessão do
Congresso de 2 de abril de 1964 que declarou vaga a Presidência da
República no mandato do presidente João Goulart.
O presidente do Senado, Renan Calheiros, avaliou que a votação é a “oportunidade histórica de reparar uma mancha na História do País”. Ele ressaltou que a sessão foi acompanhada pelo filho de João Goulart, João Vicente Goulart.
Os dois autores da proposição ressaltaram a ilegalidade em que a sessão se baseou: declarou a presidência vaga mesmo depois que João Goulart enviou ao Congresso um documento dizendo que estava no País e no exercício do cargo.
“João Goulart estava no comando de suas atribuições e em pleno território nacional e, por isso, o presidente do Congresso não poderia ter convocado arbitrariamente a sessão e muito menos ter declarado vaga a presidência”, disse Randolfe Rodrigues.
Para Pedro Simon, a votação vai permitir uma nova interpretação da História. “Não vamos reconstituir os fatos. A história apenas vai dizer que, naquele dia, o presidente do Congresso usurpou de maneira estúpida e ridícula a vontade popular depondo o presidente da República”, disse.
Evitar repetição do erroO relator do projeto, deputado Domingos Sávio (PMDB-MG), disse que ao anular a sessão que cassou o mandato de Jango, o Congresso pode impedir que a mesma situação ocorra novamente. “É triste, mas é necessário resgatar essa noite para que não se repitam mais coisas dessa natureza. Essa desastrada decisão é uma das muitas razões para tudo o que padeceram aqueles que viveram esse período sombrio da nossa História”, argumentou.
Para a deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), o Congresso demonstrou para a História que o golpe que iniciou o regime militar foi baseado em falsidade. Para o senador Randolfe Rodrigues a proposta retirou o "ar de legalidade" do golpe de 1964.
Voz dissonanteO deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) foi a voz dissonante na votação do projeto. Para ele, o projeto quer “tocar fogo” no Diário do Congresso Nacional. “Querem apagar um fato histórico de modo infantil. Isso é mais do que Stalinismo, quando se apagavam fotografias, querem apagar o Diário do Congresso”, disse.
Bolsonaro citou vários artigos de jornal segundo os quais políticos e segmentos da sociedade foram favoráveis ao golpe. “A ABI [Associação Brasileira de Imprensa] e OAB [Ordem dos Advogados do Brasil] aprovaram o movimento. Toda a igreja católica, governadores, empresários e produtores rurais foram na mesma linha. Tiremos o peso dos militares, salvamos o País de um regime ditatorial”, disse.
O deputado Vieira da Cunha (PDT-RS) rebateu as críticas. “Quem quer apagar a historia com seu pronunciamento é colega Jair Bolsonaro, que hoje se superou da tribuna”, criticou.
Já o deputado Ronaldo Benedet (PMDB-SC) disse que é uma vitória da democracia o fato de o colega poder se manifestar contra uma proposta com ampla maioria. “Como é bela a democracia que conquistamos. Tão valiosa que até quem defende a ditadura e quer justificar a ditadura pode vir fazê-lo”, disse.
Os restos mortais de Jango, exumados na quarta-feira da semana passada (13), chegaram no dia seguinte a Brasília com honras de Estado. Eles passarão por exames no Instituto de Criminalística. Os testes foram solicitados pela família à Comissão da Verdade após declarações de um ex-agente da repressão da ditadura uruguaia, segundo o qual Jango teria sido envenenado.
Fonte: Agência Câmara
O presidente do Senado, Renan Calheiros, avaliou que a votação é a “oportunidade histórica de reparar uma mancha na História do País”. Ele ressaltou que a sessão foi acompanhada pelo filho de João Goulart, João Vicente Goulart.
Os dois autores da proposição ressaltaram a ilegalidade em que a sessão se baseou: declarou a presidência vaga mesmo depois que João Goulart enviou ao Congresso um documento dizendo que estava no País e no exercício do cargo.
“João Goulart estava no comando de suas atribuições e em pleno território nacional e, por isso, o presidente do Congresso não poderia ter convocado arbitrariamente a sessão e muito menos ter declarado vaga a presidência”, disse Randolfe Rodrigues.
Para Pedro Simon, a votação vai permitir uma nova interpretação da História. “Não vamos reconstituir os fatos. A história apenas vai dizer que, naquele dia, o presidente do Congresso usurpou de maneira estúpida e ridícula a vontade popular depondo o presidente da República”, disse.
Evitar repetição do erroO relator do projeto, deputado Domingos Sávio (PMDB-MG), disse que ao anular a sessão que cassou o mandato de Jango, o Congresso pode impedir que a mesma situação ocorra novamente. “É triste, mas é necessário resgatar essa noite para que não se repitam mais coisas dessa natureza. Essa desastrada decisão é uma das muitas razões para tudo o que padeceram aqueles que viveram esse período sombrio da nossa História”, argumentou.
Para a deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), o Congresso demonstrou para a História que o golpe que iniciou o regime militar foi baseado em falsidade. Para o senador Randolfe Rodrigues a proposta retirou o "ar de legalidade" do golpe de 1964.
Voz dissonanteO deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) foi a voz dissonante na votação do projeto. Para ele, o projeto quer “tocar fogo” no Diário do Congresso Nacional. “Querem apagar um fato histórico de modo infantil. Isso é mais do que Stalinismo, quando se apagavam fotografias, querem apagar o Diário do Congresso”, disse.
Bolsonaro citou vários artigos de jornal segundo os quais políticos e segmentos da sociedade foram favoráveis ao golpe. “A ABI [Associação Brasileira de Imprensa] e OAB [Ordem dos Advogados do Brasil] aprovaram o movimento. Toda a igreja católica, governadores, empresários e produtores rurais foram na mesma linha. Tiremos o peso dos militares, salvamos o País de um regime ditatorial”, disse.
O deputado Vieira da Cunha (PDT-RS) rebateu as críticas. “Quem quer apagar a historia com seu pronunciamento é colega Jair Bolsonaro, que hoje se superou da tribuna”, criticou.
Já o deputado Ronaldo Benedet (PMDB-SC) disse que é uma vitória da democracia o fato de o colega poder se manifestar contra uma proposta com ampla maioria. “Como é bela a democracia que conquistamos. Tão valiosa que até quem defende a ditadura e quer justificar a ditadura pode vir fazê-lo”, disse.
Os restos mortais de Jango, exumados na quarta-feira da semana passada (13), chegaram no dia seguinte a Brasília com honras de Estado. Eles passarão por exames no Instituto de Criminalística. Os testes foram solicitados pela família à Comissão da Verdade após declarações de um ex-agente da repressão da ditadura uruguaia, segundo o qual Jango teria sido envenenado.
Fonte: Agência Câmara
Na carona do mensalão, Barbosa ´vira´ personagem de Assassin´s Creed
A subsidiária brasileira da produtora de games
francesa Ubisoft publicou em sua página no Facebook uma montagem que
coloca o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro
Joaquim Barbosa, no papel de um membro da irmandade de assassinos da
franquia Assassin’s Creed.
A imagem foi publicada na noite de ontem. Nela, Barbosa aparece com uma vestimenta semelhante a dos personagens do game e com uma bandeira do Brasil ao fundo.
Além da imagem, a produtora publicou também uma mensagem, que diz: “’Eles (os poderosos) precisam de vocês, o povo. Não podem continuar sem vocês. Basta mostrar que não se acovardarão ou não serão manipulados pela força e eles terão de implorar pela sua ajuda’ Assassin´s Creed: A Irmandade (Oliver Bowden, 2010).”
Até as 21h10 desta quarta-feira, a mensagem havia sido curtida por 13.821 pessoas. Alguns seguidores da página da produtora elogiaram a medida. O usuário Alan Henrique Fernandes parabenizou a “Ubisoft, pela bela homenagem”.
Outros diversos seguidores criticaram a atitude da empresa. Fernando Bretas Vieira Porto disse que não “esperava esta postura da Ubisoft”. “Por se tratar de uma empresa privada com diversos e diferentes fieis seguidores acho a postura da respeitada empresa um tanto temerosa! No judiciário a qualquer tempo da humanidade e localidade não é dado a atividades de justiceiros! Adoro o jogo, mas colocar a figura de um ministro que divide opiniões nos trajes do louvável personagem é um tanto equivocada!”
Fonte: Terra
A imagem foi publicada na noite de ontem. Nela, Barbosa aparece com uma vestimenta semelhante a dos personagens do game e com uma bandeira do Brasil ao fundo.
Além da imagem, a produtora publicou também uma mensagem, que diz: “’Eles (os poderosos) precisam de vocês, o povo. Não podem continuar sem vocês. Basta mostrar que não se acovardarão ou não serão manipulados pela força e eles terão de implorar pela sua ajuda’ Assassin´s Creed: A Irmandade (Oliver Bowden, 2010).”
Até as 21h10 desta quarta-feira, a mensagem havia sido curtida por 13.821 pessoas. Alguns seguidores da página da produtora elogiaram a medida. O usuário Alan Henrique Fernandes parabenizou a “Ubisoft, pela bela homenagem”.
Outros diversos seguidores criticaram a atitude da empresa. Fernando Bretas Vieira Porto disse que não “esperava esta postura da Ubisoft”. “Por se tratar de uma empresa privada com diversos e diferentes fieis seguidores acho a postura da respeitada empresa um tanto temerosa! No judiciário a qualquer tempo da humanidade e localidade não é dado a atividades de justiceiros! Adoro o jogo, mas colocar a figura de um ministro que divide opiniões nos trajes do louvável personagem é um tanto equivocada!”
Fonte: Terra

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