Maria Daguia Rodrigues Golveia, 31 anos, foi morta por desconhecidos,
por volta das 12h:10m deste sábado 16 de novembro 2013 quando estava
sentada numa cadeira na porta de uma residência,
provavelmente onde morava com familiares, no conjunto novo, Batuel Palmeira, próximo ao Dona Milindra por traz do SESI.
As informações, como sempre, são vagas em relação ao crime, pois
"ninguém viu, ou ouviu nada". Porém, a polícia em diligências com
intuito de elucidar mais esse crime violento em Patos já está de posse
do nome de um suspeito. Para não atrapalhar as investigações as
autoridades preferiram não divulgar mais informações a respeito.
Pelo que consta, Daguia conhecida por "Nena", que era albergada da
justiça, estava sentada na porta de casa quando o criminoso chegou e sem
nenhum motivo aparente efetuou os disparos certeiros que conseguiram
lesioná-la na altura da virilha, peito e cabeça. Apesar de uma equipe do
Samu ter chegado ao local, minutos após o crime, a mulher já estava
morta.
Depois de praticar o homicídio o criminoso evadiu-se do local tomando
rumo ignorado até o momento pela polícia. Apesar do horário da
atrocidade contra essa vítima, moradores preferem se manter em silêncio
temendo represálias. Pelas características muita gente viu a violência
de perto, mas ninguém comenta o assunto com a polícia. Daguia não vivia
mais com o companheiro, era albergada e mãe de 5 (cinco) filhos.
Fonte Portalpatos
Itália pode dificultar extradição de Pizzolato por conta de caso Battisti
Ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil foi ondenado a 12 anos e sete meses de prisão. (Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil)
Uma possível extradição do ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil
Henrique Pizzolato, condenado no processo do mensalão e que, segundo a
Polícia Federal, fugiu para a Itália, pode ser dificultada pelo país
europeu em função do caso Cesare Battisti. O ativista italiano, que se
refugiou no Brasil após ser condenado em seu país, não foi extraditado
para a Itália por decisão do governo brasileiro.
Para o especialista Emerson Masullo, professor de Direito da Universidade Católica de Brasília (UCB), a Itália pode se utilizar do princípio da reciprocidade e dificultar um pedido do governo brasileiro para que Pizzolato seja mandado de volta para cumprir a pena. “Se a Itália quiser, dificulta a extradição por conta do caso Battisti. É uma discussão da Justiça brasileira em relação a um cidadão brasileiro, mas que também tem cidadania italiana, e a Itália pode não facilitar”, disse.
Pizzolato teria fugido para a Itália há 45 dias, sem os dois passaportes, que haviam sido entregues à Polícia Federal. Ele teria viajado a Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, e atravessado para a cidade de Pedro Juan Caballero, no Paraguai. De lá, teria ido à capital Assunção, de onde embarcou para a Europa.
“Se ele tem a cidadania italiana, ele é considerado um cidadão italiano. Se ele não quiser voluntariamente se entregar, aí o Brasil vai ter que entrar com uma situação análoga à situação da do Cesare Battisti no País”, afirmou Masullo.
Para o especialista, Pizzolato ainda pode se apresentar em algum consulado no Exterior. “Caso isso não aconteça, o Brasil pode pedir a extradição dele, e a Interpol (polícia internacional) e a polícia italiana procuram ele lá”, disse. “Caso ele resista, teria que escolher entre uma das duas cidadanias para responder”, explicou.
Condenado a 12 anos e sete meses de prisão, Pizzolato já é considerado foragido da Justiça brasileira. Neste sábado, ele divulgou uma carta afirmando que vai pleitear um novo julgamento na Itália. “Por não vislumbrar a mínima chance de ter um julgamento afastado de motivações político eleitorais, com nítido caráter de exceção, decidi consciente e voluntariamente fazer valer meu legítimo direito de liberdade para ter um novo julgamento, na Itália, em um tribunal que não se submete às imposições da mídia empresarial, como está consagrado no tratado de extradição Brasil e Itália”, afirma ele na carta.
Fonte: Terra
Para o especialista Emerson Masullo, professor de Direito da Universidade Católica de Brasília (UCB), a Itália pode se utilizar do princípio da reciprocidade e dificultar um pedido do governo brasileiro para que Pizzolato seja mandado de volta para cumprir a pena. “Se a Itália quiser, dificulta a extradição por conta do caso Battisti. É uma discussão da Justiça brasileira em relação a um cidadão brasileiro, mas que também tem cidadania italiana, e a Itália pode não facilitar”, disse.
Pizzolato teria fugido para a Itália há 45 dias, sem os dois passaportes, que haviam sido entregues à Polícia Federal. Ele teria viajado a Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, e atravessado para a cidade de Pedro Juan Caballero, no Paraguai. De lá, teria ido à capital Assunção, de onde embarcou para a Europa.
“Se ele tem a cidadania italiana, ele é considerado um cidadão italiano. Se ele não quiser voluntariamente se entregar, aí o Brasil vai ter que entrar com uma situação análoga à situação da do Cesare Battisti no País”, afirmou Masullo.
Para o especialista, Pizzolato ainda pode se apresentar em algum consulado no Exterior. “Caso isso não aconteça, o Brasil pode pedir a extradição dele, e a Interpol (polícia internacional) e a polícia italiana procuram ele lá”, disse. “Caso ele resista, teria que escolher entre uma das duas cidadanias para responder”, explicou.
Condenado a 12 anos e sete meses de prisão, Pizzolato já é considerado foragido da Justiça brasileira. Neste sábado, ele divulgou uma carta afirmando que vai pleitear um novo julgamento na Itália. “Por não vislumbrar a mínima chance de ter um julgamento afastado de motivações político eleitorais, com nítido caráter de exceção, decidi consciente e voluntariamente fazer valer meu legítimo direito de liberdade para ter um novo julgamento, na Itália, em um tribunal que não se submete às imposições da mídia empresarial, como está consagrado no tratado de extradição Brasil e Itália”, afirma ele na carta.
Fonte: Terra







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