André Costa
A
ideia de utilizar o transporte público com maior frequência é
considerada “plausível” pela universitária Barbara Lima, no entanto, ela
diz que não “há condições”. (Foto: Agência Miséria)
Logo no início da manhã, o fluxo fica caótico, com o deslocamento de centenas de alunos que chegam para assistirem aulas em dois grandes colégios que estão situados nestas localidades. Agentes do Departamento Municipal de Trânsito (DEMUTRAN) foram deslocados para a área a fim de auxiliarem o trânsito. A medida, benéfica para a uns, ineficiente para outros, divide opiniões.
“É um teste de paciência passar por aqui. Complicado a quantidade de carros, mas acredito que o DEMUTRAN tem ajudado, se não a reduzir [o fluxo], a pelo menos gerar mais segurança aos alunos”, diz o vendedor que todos os dias deixa seus dois filhos em colégio próximo ao SENAC.
Já para a comerciante Maria das Dores, a presença dos guardas é “ineficaz”. Em sua avaliação, “a medida correta seria alargar as vias e que as pessoas usassem mais o transporte público. Colocar um guarda não resolve, além de considerar falho, pois em outras áreas com o fluxo intenso, até mesmo de alunos, não possui a mesma atenção do DEMUTRAN”, relatou.
A ideia de utilizar o transporte público com maior frequência é considerada “plausível” pela universitária Barbara Lima, no entanto, ela diz que não “há condições”. “Certamente iria diminuir a quantidade de carros nessas ruas de Juazeiro que são velhas e estreitas, mas não há condição, a maioria dos ônibus não oferecem o mínimo de conforto, são lotados, velhos e as linhas e horários super reduzidos”, avalia.
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