terça-feira, 4 de março de 2014

MUNDO CRUEL;PENSE DUAS VEZES ANTES DE ESTUPRAR UMA MULHER


 

E assim vai seguindo a rotina de mulheres que são encontradas mortas e estupradas e essa violência desenfreada atingem todo o planeta terra. 

A cada dia que passa a violência contra a mulher vem aumentando desastrosamente,violência contra as mulheres assume muitas formas – física, sexual, psicológica e econômica. Essas formas de violência se inter-relacionam e afetam as mulheres desde antes do nascimento até a velhice.
Calcula-se que, em todo o mundo, uma em cada cinco mulheres se tornará uma vítima de estupro ou tentativa de estupro no decorrer da vida.As cenas abaixo mostram algumas fragilizadas vítimas do tão cruel estrupo,a mídia mundial sempre vem mostrando acontecimentos cruéis no cotidiano de um acusado de estrupo,mesmo assim as imagens não servem de exemplos para os futuros estupradores.As imagens captadas nesta matéria são vistas por milhões de acessantes das redes sociais diariamente,o vídeo logo abaixo também é recordo de acessos e compartilhamentos,tudo que se pode ver ao longo de internet,é a violência contra a mulher.
O que sobrou da jovem sueca Elin Krantz, bárbaramente estuprada e morta
Estupro Com a nova redação que foi dada ao artigo 213 do Código Penal, o crime de estupro se caracteriza pela conduta de "Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso", com a mesma pena de outrora (reclusão de 6 a 10 anos). Mesmo assim as pessoas revoltadas na maioria das vezes prefere fazer justiça com as próprias mãos, nesse caso um estuprador foi morto e deixaram várias facas cravadas em seu corpo. 
E assim vai seguindo a rotina de mulheres que são encontradas mortas e estupradas e essa violência desenfreada atingem todo o planeta terra. 

`Foi um arrastão da Polícia Militar´, diz delegado sobre invasão à delegacia









Delegado Leonardo Santa Bárbara afirma que agiu dentro da legalidade (Foto: Tácita Muniz/G1)
O delegado de Polícia Civil Leonardo Santa Bárbara, que deu voz de prisão ao sargento da PM Wendel da Silva, em uma ação que culminou com a invasão de ao menos 50 PMs na Delegacia de Flagrantes, no sábado (1º), em Rio Branco, falou com exclusividade ao G1 nesta segunda-feira (3). Santa Bárbara classificou o ato como covarde e comparou a atitude dos PMs aos praticados por grupos de milícia.

"Os militares invadiram a delegacia, bateram nos civis, que foram chutados, agredidos em um ato covarde de vândalos. Essa reação não é de um grupo de milícia?", questiona.

A invasão à Defla ocorreu após a prisão do sargento Wendel da Silva, por desobediência e falso testemunho, após a recusa de fazer um teste de bafômetro em um motociclista autuado durante um acidente de trânsito.

Para o delegado, as ações dos PMs relembram a época em que os grupos de extermínio atuavam no Acre, sob a liderança do ex-deputado federal Hildebrando Pascoal [preso desde 1999 no estado, acusado por vários crimes]. "Quando existiam os grupos de extermínio, eles não acreditavam na Justiça e começaram a invadir lugares e matavam as pessoas. É isso que a gente quer de volta? É o tempo do Hildebrando? Ele também achava normal e acreditava na legalidade", desabafa.
Segundo o delegado, a ocorrência chegou ao conhecimento da Polícia Civil às 19h30. "Cheguei no meu plantão pontualmente às 19h. Meia hora depois, o sargento me apresentou a ocorrência de embriaguez. Em nenhum momento, da minha parte, houve alteração. Eu apenas pedi para o sargento me apresentar o teste do bafômetro", explica.

A declaração é contestada pelo sargento Wendel que afirma que o delegado ficou exaltado após sua recusa em fazer o teste de bafômetro no motociclista. “Ele começou a gritar, alterado, dizendo: ´Eu mandei você fazer o bafômetro, se você não fizer eu vou mandar lhe prender por desobediência’”, relata Wendel.

Santa Bárbara afirma que o pedido de teste é respaldado por lei. "Diante do que requisitei, o sargento disse que o conduzido não quis fazer o bafômetro. Pedi que ele fizesse naquela hora e ele se negou afirmando que havia um lapso temporal de pelo menos 3h entre o ocorrido e o momento", afirma.

O acidente teria acontecido, de acordo com os relatório da polícia, às 15h. A ocorrência passou para a responsabilidade da Civil às 19h30. Após a negativa, o delegado pediu novamente o teste para completar o relatório feito pelo sargento, porém, o oficial negou a requisição do teste e não assinou o documento em que aparecia como testemunha do caso.

"O conduzido queria fazer o bafômetro. Quando levei o documento da oitiva para que o sargento assinasse, ele se negou porque no documento dizia que ele negava a fazer o procedimento. Desta forma, dei voz de prisão por falso testemunho e desobediência", diz.

Ao G1, o sargento afirma que o delegado agiu com abuso de autoridade e apontou uma arma para seu rosto dentro da delegacia. Ele garante que levará o caso ao Ministério Público do Acre. Sobre essa acusação, o delegado nega veementemente e afirma que ao dar voz de prisão ao sargento ele fez menção à sua arma.

"Dei a voz de prisão, ele pegou na arma dele, eu levantei e pedi que ele permanecesse da forma que estava. Em nenhum momento apontei minha arma para o rosto dele. Até porque eu estava acompanhado de outros policiais que podem comprovar isso", garante.

Após a prisão do sargento, o delegado disse que informou a ação aos superiores da Polícia Militar. E a partir daí, de acordo com Santa Bárbara, os militares começaram uma espécie de convocação para o resgate do sargento. "Os militares entraram em número bem maior que os civis. Foi um arrastão da Polícia Militar, com direito a fuzil e metralhadora. Foi uma atitude que gerou dano ao patrimônio público, agressão e arrebatamento de preso", diz.

Já o sargento afirma que após o delegado avisar que pretendia autuá-lo por desobedecer a uma ordem, decidiu ligar para o seu superior, o tenente-coronel da PM Márcio Alves. Wendel contou que, quando o delegado disse que ia levá-lo para a cela, contestou, alegando que como policial não podia dividir a cela com outras pessoas, incluindo o suspeito que tinha levado para a delegacia.

Para Wendel, não houve invasão ou resgate, e sim uma "ação arbitrária". “Me agrediram e me puxaram. Foi nesse momento que a PM sentiu que devia me retirar daquele local, dado que os delegados estavam extremamente exaltados", diz.

Santa Bárbara reafirma que agiu dentro da lei. "O caso foi passado para a Corregedoria que vai designar um delegado para tomar as providências necessárias", informa.

O tenente-coronel Márcio Alves, apontado como o responsável pela invasão e resgate, negou em coletiva nesta segunda que houve uma invasão. Ele afirma que os policiais estavam repassando ocorrências na Defla. "A delegacia se encheu de ocorrências que não estavam sendo gerenciadas e começaram a vir policiais naturalmente. Não porque estavam invadindo, mas estavam com demandas", defendeu.

Em contraponto, o delegado disse que neste período nenhuma ocorrência foi registrada e reafirma que os militares estavam atendendo a um chamado para o resgate do preso.

A informação é confirmada pelo delegado Rodrigo Noll. "Durante a invasão, não houve registro de ocorrência, os policiais agiam com gritos de ordem", afirmou ele que foi chamado no momento do tumulto.

Para Rodrigo, a PM deve reconhecer a gravidade do ocorrido. "Invadem a delegacia e o coronel vai à imprensa dizer que é normal. Voltamos à ditadura, vamos voltar a torturar, a fazer execuções. Isso tem que ser repensado", finaliza.
Crise deve ser evitada, diz delegado AlcinoO delegado e membro da Associação de Delegados de Polícia do Acre (Adepol), Alcino Júnior, também presente no momento da confusão, defendeu a atuação do delegado Santa Bárbara e disse que o caso precisa ser apurado com rigor. Para ele, a população deve ser o foco das instituições e uma crise entre as polícias deve ser evitada.

"Se tivesse alguma ilegalidade na postura do delegado, outras instâncias são competentes para julgar. É um fato preocupante. No passado tínhamos o grupo de extermínio, de repente você desacredita das instituições legais constituídas e começa a fazer o que acha certo", diz.

Alcino ressaltou que não é momento de rivalidade entre as bases e que as instituições devem seguir unidas para que seja garantido à sociedade a Segurança Pública. "É um fato que precisa ser apurado, não pode ser deixado de lado, porém, não acredito que haja uma rivalidade entre os delegados e oficiais", destaca.

Fonte: G1

Folião solta palavrão ao vivo: “Globo, vai tomar no c..."









Folião xingou a Globo ao final do desfile da Unidos da Tijuca (Foto: AFP)
A transmissão do Carnaval do Rio de Janeiro terminou com uma gafe da Rede Globo na manhã desta terça-feira. A emissora carioca deixou vazar o xingamento de um folião contra a própria TV, enquanto uma repórter entrevistava participantes da Unidos da Tijuca ao final do último desfile do Grupo Especial.

“Ei, Globo, vai tomar no c...”, gritou o folião, assim que o link ao vivo entrou no ar, enquanto outros integrantes da Unidos da Tijuca celebravam o sucesso do desfile que homenageou o piloto Ayrton Senna na Marquês de Sapucaí. Vários internautas repercutiram a gafe no Twitter.

Fonte: Terra

Barbalha-CE: Motorista é baleado e corpo encontrado debaixo do seu veículo

Demontier Tenório///(Foto: Agência Miséria)
O corpo de Gilvan Cruz foi encontrado debaixo de sua Topic (Foto: Agência Miséria)
Um homicídio foi registrado por volta das 23h30min desta segunda-feira se constituindo no segundo deste carnaval na região do Cariri já que um anterior ocorrera em Crato. O corpo do motorista Gilvan Cruz Santos, de 37 anos, que residia na Rua vereador Aloizio Coutinho em Jardim, foi encontrado debaixo de sua Topic modelo Jumper da Citroen.

O carro se encontrava no Km 12 da CE-060, rodovia estadual que liga os municípios de Barbalha e Jardim, mais precisamente perto da entrada para Moreilandia (PE), porém no município de Barbalha. De acordo com o Cabo Tarcísio do Destacamento Militar de Jardim, a topic estava funcionando e com o pneu traseiro dentro de um buraco. Gilvan apresentava pelo menos três perfurações à bala entre o peito esquerdo e o pescoço.

Ele era motorista e trabalhava no transporte de acadêmicos desde Jardim para os municípios de Juazeiro do Norte e Crato. Ontem, viajava sozinho e pode ter sido vítima de uma tentativa de assalto quando, possivelmente, desobedeceu a ordem de parar dada pelos acusados. Chama a atenção ainda o fato dele ter sido encontrado apenas de cuecas e com a calça semi-arreada.


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