Aline não esperava por essa: teve maior índice de rejeição do que Letícia, no "BBB14", que furou os olhos da amiga.
"Gente! Vou mudar de planeta!", se assustou a atriz ao saber da notícia quando foi eliminada.
Seu jeito exagerado e as frases exaltadas, ela afirma que são de nascença.
"Muita gente antes de me conhecer me achava forçada, mas eu sou assim mesmo. Sou quase um travesti!", brinca. "Gosto de falar assim, com entonação", se justificou.
Aline, que chamou atenção em sua última semana no reality após quase sair na mão com Marcelo, tentou explicar o motivo da briga e justificou o copo de bebida que jogou na cara do colega.
"Eu não exagerei. Ninguém estava na minha pele pra saber o que eu senti. O Marcelo, até então, ninguém queria ficar com ele. A Letícia usou ele para o jogo, a Angela falava que não gostava dele, que odiava o jeito dele. Joguei o copo porque era o que tinha na minha mão, se tivesse uma vassoura teria jogado a vassoura".
A eliminada também criticou Letícia, de quem já havia comentado durante o reality.
"Ela pega a bíblia, põe um vestidinho decotado curto e diz que não pode dormir com um cara. Mas ela casou grávida, é uma pessoa pra frente! O discurso dela não condiz com as atitudes", explicou.
"Se o povo tá me odiando tanto, vai ser difícil conseguir trabalho agora. Primeiro de tudo vou fazer uma terapia, depois mudar o cabelo, fazer plástica, mudar o sobrenome e daí quem sabe!", exagerou.
Tem outra mudança que Aline pretende colocar logo em prática. A atriz, que trocou beijos com Clara e Vanessa no reality, pretende se livrar do rótulo de heterossexual.
"Até então eu me considerava hétero, mas esse rótulo me incomoda. De repente posso conhecer uma mulher e formar uma família, porque não? Tudo é possível", filosofou.
Fonte: F5
"Gente! Vou mudar de planeta!", se assustou a atriz ao saber da notícia quando foi eliminada.
Seu jeito exagerado e as frases exaltadas, ela afirma que são de nascença.
"Muita gente antes de me conhecer me achava forçada, mas eu sou assim mesmo. Sou quase um travesti!", brinca. "Gosto de falar assim, com entonação", se justificou.
Aline, que chamou atenção em sua última semana no reality após quase sair na mão com Marcelo, tentou explicar o motivo da briga e justificou o copo de bebida que jogou na cara do colega.
"Eu não exagerei. Ninguém estava na minha pele pra saber o que eu senti. O Marcelo, até então, ninguém queria ficar com ele. A Letícia usou ele para o jogo, a Angela falava que não gostava dele, que odiava o jeito dele. Joguei o copo porque era o que tinha na minha mão, se tivesse uma vassoura teria jogado a vassoura".
A eliminada também criticou Letícia, de quem já havia comentado durante o reality.
"Ela pega a bíblia, põe um vestidinho decotado curto e diz que não pode dormir com um cara. Mas ela casou grávida, é uma pessoa pra frente! O discurso dela não condiz com as atitudes", explicou.
"Se o povo tá me odiando tanto, vai ser difícil conseguir trabalho agora. Primeiro de tudo vou fazer uma terapia, depois mudar o cabelo, fazer plástica, mudar o sobrenome e daí quem sabe!", exagerou.
Tem outra mudança que Aline pretende colocar logo em prática. A atriz, que trocou beijos com Clara e Vanessa no reality, pretende se livrar do rótulo de heterossexual.
"Até então eu me considerava hétero, mas esse rótulo me incomoda. De repente posso conhecer uma mulher e formar uma família, porque não? Tudo é possível", filosofou.
Fonte: F5
Estudante é morto a tiros dentro de colégio na Zona Norte de Aracaju
Um estudante, de 18 anos, foi morto a tiros dentro do Colégio Municipal
Professora Letícia Soares, no Bairro Santos Dumont, Zona Norte
de Aracaju (SE), no início da noite desta terça-feira (11). Era o
segundo dia de aula do jovem que havia se matriculado no ensino de
Jovens e Adultos (EJA).
De acordo com a polícia, o crime ocorreu por volta das 19h, no início do turno. Três suspeitos entraram no colégio no momento em que os alunos chegavam para assistir às aulas. Eles efetuaram quatro disparos contra o jovem, que morreu no local. Houve tumulto e uma equipe da Guarda Municipal foi até o local.
O único vigilante que atua na escola não pode fazer nada, já que trabalha desarmado. Segundo Pedro Rocha, assessor de comunicação da Secretaria Municipal da Educação, no momento de entrada dos estudantes o portão fica aberto e os alunos da noite não usam uniforme e isso facilitou a entrada dos suspeitos. No entanto, o vigilante percebeu que eles não eram alunos e chegou a abordá-los.
“O vigilante reconheceu que eram pessoas estranhas e perguntou o que estavam fazendo ali. Porém, no mesmo minuto, os disparos foram ouvidos. A perícia confirmou que foram quatro disparos efetuados contra o jovem”, disse.
Familiares ficaram transtornados com o ocorrido e o pai do jovem disse não saber o que poderia ter motivado o crime. “Ele trabalha, estuda, não anda fazendo coisas erradas e aconteceu isso. Ele trabalha num caminhão do Estado, inclusive o patrão dele está aqui”, disse João de Barros Lima.
Fonte: G1 SE
De acordo com a polícia, o crime ocorreu por volta das 19h, no início do turno. Três suspeitos entraram no colégio no momento em que os alunos chegavam para assistir às aulas. Eles efetuaram quatro disparos contra o jovem, que morreu no local. Houve tumulto e uma equipe da Guarda Municipal foi até o local.
O único vigilante que atua na escola não pode fazer nada, já que trabalha desarmado. Segundo Pedro Rocha, assessor de comunicação da Secretaria Municipal da Educação, no momento de entrada dos estudantes o portão fica aberto e os alunos da noite não usam uniforme e isso facilitou a entrada dos suspeitos. No entanto, o vigilante percebeu que eles não eram alunos e chegou a abordá-los.
“O vigilante reconheceu que eram pessoas estranhas e perguntou o que estavam fazendo ali. Porém, no mesmo minuto, os disparos foram ouvidos. A perícia confirmou que foram quatro disparos efetuados contra o jovem”, disse.
Familiares ficaram transtornados com o ocorrido e o pai do jovem disse não saber o que poderia ter motivado o crime. “Ele trabalha, estuda, não anda fazendo coisas erradas e aconteceu isso. Ele trabalha num caminhão do Estado, inclusive o patrão dele está aqui”, disse João de Barros Lima.
Fonte: G1 SE
Dois prédios desabam e 2 morrem após explosão em Nova York
O departamento de bombeiros de Nova York deslocou dezenas de unidades
com centenas agentes para o local. A polícia também enviou o esquadrão
anti-bomba (Foto: Jeremy Sailing/AP)
Uma explosão na manhã desta quarta-feira (12) provocou o desabamento de
pelo menos dois edifícios no bairro do East Harlem, em Nova York (EUA).
De acordo com a Polícia de Nova York, pelo menos duas mulheres morreram e
outras 18 pessoas ficaram feridas no incidente que ocorreu no norte de
Manhattan.
O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, disse que, com base em informações preliminares, a explosão foi causada por um vazamento de gás. O incidente ocorreu entre as esquinas da rua 116 e da Park Avenue.
Uma grande quantidade de fumaça podia ser vista saindo do local. Pelo menos 39 equipes do corpo de bombeiros tentam conter um incêndio e iniciar os trabalhos de resgate de vítimas.
A companhia de gás Con Edison informou que recebeu uma ligação vinda de um dos prédios que desabou informando sobre um vazamento de gás. Um morador da região relatou por telefone ao canal local "NY1" que não havia cheiro de gás no momento da explosão, mas outras testemunhas relataram ao jornal "Daily News" que o local cheirava a gás "há semanas".
O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, disse que, com base em informações preliminares, a explosão foi causada por um vazamento de gás. O incidente ocorreu entre as esquinas da rua 116 e da Park Avenue.
Uma grande quantidade de fumaça podia ser vista saindo do local. Pelo menos 39 equipes do corpo de bombeiros tentam conter um incêndio e iniciar os trabalhos de resgate de vítimas.
A companhia de gás Con Edison informou que recebeu uma ligação vinda de um dos prédios que desabou informando sobre um vazamento de gás. Um morador da região relatou por telefone ao canal local "NY1" que não havia cheiro de gás no momento da explosão, mas outras testemunhas relataram ao jornal "Daily News" que o local cheirava a gás "há semanas".
Fachada de prédio na Park Avenue, em Nova York, antes e depois de
explosão que causou o desabamento de dois edifícios (Foto:
Reprodução/Twitter/tvbrendon)
O prefeito de Nova York disse que a companhia enviou uma equipe para o
prédio, mas a explosão ocorreu antes da chegada da equipe enviada pela
companhia. A explosão ocorreu por volta das 9h30 (10h30 no horário de
Brasília). Segundo De Blasio, os bombeiros levaram dois minutos para
chegar ao local da explosão.
O prefeito de Nova York disse ainda que os bombeiros estão tentando debelar o fogo que ainda atinge o local da explosão e que, tão logo o fogo acabe, eles irão iniciar os trabalhos de busca por desaparecidos. Acredita-se que haja pessoas presas nos escombros, mas não há uma estimativa sobre a quantidade delas. "Pelo menos 39 equipes do corpo de bombeiros tentam conter um incêndio e iniciar os trabalhos de resgate de vítimas", disse De Blasio.
De acordo com a rede de televisão norte-americana CNN, os prédios que desabaram foram construídos antes da década de 1940. Nas imagens de televisão vê-se claramente um espaço vazio entre dois edifícios. Um porta-voz do Harlem Hospital informou que pelo menos um dos feridos sofreu um grave trauma e que o hospital está esperando por mais feridos.
O departamento de bombeiros deslocou 39 unidades com 168 agentes, enquanto a polícia enviou um esquadrão antibomba como medida de precaução, segundo veículos de imprensa locais.
O metrô de Nova York foi fechado na região em que aconteceu a explosão. A linha do trem suburbano Metro-North, que passa perto do local da explosão, suspendeu o serviço. "O serviço para e a partir do ´Grand Central Terminal´ está temporariamente suspenso até novo aviso sobre a explosão em um edifício adjacente a nossa via", anunciou a empresa no Twitter.
Explosão assustou moradoresMoradora da região, Molly Mills relatou à BandNews FM que sentiu seu prédio balançar no momento do desabamento. "Eu estava na minha sala de estar e ouvi uma explosão muito forte". Molly compara a sensação com a de um metrô passando embaixo do seu edifício.
O prefeito de Nova York disse ainda que os bombeiros estão tentando debelar o fogo que ainda atinge o local da explosão e que, tão logo o fogo acabe, eles irão iniciar os trabalhos de busca por desaparecidos. Acredita-se que haja pessoas presas nos escombros, mas não há uma estimativa sobre a quantidade delas. "Pelo menos 39 equipes do corpo de bombeiros tentam conter um incêndio e iniciar os trabalhos de resgate de vítimas", disse De Blasio.
De acordo com a rede de televisão norte-americana CNN, os prédios que desabaram foram construídos antes da década de 1940. Nas imagens de televisão vê-se claramente um espaço vazio entre dois edifícios. Um porta-voz do Harlem Hospital informou que pelo menos um dos feridos sofreu um grave trauma e que o hospital está esperando por mais feridos.
O departamento de bombeiros deslocou 39 unidades com 168 agentes, enquanto a polícia enviou um esquadrão antibomba como medida de precaução, segundo veículos de imprensa locais.
O metrô de Nova York foi fechado na região em que aconteceu a explosão. A linha do trem suburbano Metro-North, que passa perto do local da explosão, suspendeu o serviço. "O serviço para e a partir do ´Grand Central Terminal´ está temporariamente suspenso até novo aviso sobre a explosão em um edifício adjacente a nossa via", anunciou a empresa no Twitter.
Explosão assustou moradoresMoradora da região, Molly Mills relatou à BandNews FM que sentiu seu prédio balançar no momento do desabamento. "Eu estava na minha sala de estar e ouvi uma explosão muito forte". Molly compara a sensação com a de um metrô passando embaixo do seu edifício.
Bombeiros tentam controlar chamas de incêndio provocado por explosão em
um prédio no Harlem, bairro do norte de Nova York (Foto: John
Minchillo/AP)
Uma testemunha contou ao canal CBS que muitas pessoas moravam no prédio de seis andares, incluindo um de seus amigos. "Estou com medo. Estou tremendo. Sou asmática e não devia estar aqui, mesmo assim eu vim", acrescentou, visivelmente nervosa.
Outra testemunha, que mora do outro lado da rua, disse ao canal ter visto o prédio em chamas e que ele e seus vizinhos sentiram o impacto do desabamento. "Vi uma senhora correndo descalça. Foi uma loucura. É como uma zona de guerra", contou. "Primeiro pensei que fosse um terremoto. Meus parentes começaram a me ligar e tudo estava de cabeça para baixo. Cara, que loucura", acrescentou.
A cidade de Nova York é muito sensível a este tipo de explosão desde os atentados de 11 de setembro de 2001, que deixaram 3.000 mortos.As primeiras informações são de que nos prédios funcionavam uma loja de conserto de pianos, uma igreja e uma lanchonete. Nos andares superiores dos dois prédios, segundo informações, havia apartamentos residenciais.
Uma testemunha contou à CBS que muitas pessoas moravam no prédio de seis andares, incluindo um de seus amigos. "Estou com medo. Estou tremendo. Sou asmática e não devia estar aqui, mesmo assim eu vim", acrescentou, visivelmente nervosa. Outra testemunha, que mora do outro lado da rua, disse ao canal ter visto o prédio em chamas e que ele e seus vizinhos sentiram o impacto do desabamento. "Vi uma senhora correndo descalça. Foi uma loucura. É como uma zona de guerra", contou.
"Primeiro pensei que fosse um terremoto. Meus parentes começaram a me ligar e tudo estava de cabeça para baixo. Cara, que loucura", acrescentou.
Fonte: UOL
Nenhum comentário:
Postar um comentário