Já reparou que Babi Rossi anda exibindo uma silhueta bem menos turbinada
ultimamente? O que muita gente não sabia até agora é que a ex-panicat
teve que trocar sua prótese de silicone, diminuindo de 425ml para 370ml.
A nova intervenção cirúrgica aconteceu às pressas, três meses após sua
última cirurgia para aumentar os seios. A operação foi necessária, já
que Babi apresentou alguns problemas de saúde e sentiu fortes dores no
local.
“Ela não trocou por uma questão de estética, ou nada disso. Mas sim
porque estava fazendo mal a ela. A Babi já sofreu um erro médico no
passado com um silicone e, por conta disso, vinha sentindo muitas dores,
já que o seu corpo não suportou a prótese anterior, colocada em
janeiro”, contou a assessora de Babi, Neiah Lima.
Além dos seios menos turbinados, Babi também não se sente mais na
obrigação de estar saradona, já que não aparece mais de biquíni na TV.
Atualmente apresentando um programa de variedades, a loira, que sempre
foi viciada em academia, quer uma silhueta menos fortona. “Ela está
gostando desse novo corpo”, completa Neiah.
extra.globo.com/famosos
Transexual comemora uso de nome social no Enem
Após sofrer constrangimento em 2013, transexual comemora uso de nome social no Enem deste ano
Em
novembro de 2013, a transexual, que adotou nome social aos 14 anos,
passou por situação constrangedora. Neste ano, a expectativa é que o
tratamento seja diferente
A estudante Ana
Luiza Cunha, de 18 anos, possivelmente passará por uma experiência
diferente da ocorrida no ano passado, ao enfrentar a prova do Exame
Nacional do Ensino Médio (Enem). Isso porque o Ministério da Educação
(MEC) decidiu permitir o uso do nome social de candidatos transgêneros
para fazer o exame.
Em
2013, a transexual – identificada no RG como Luiz Cláudio Cunha –
passou por situação constrangedora, tendo de responder a uma bateria de
perguntas antes de realizar a prova. “Vou fazer a prova novamente,
tentarei de novo Arquitetura, e dessa vez eu espero que olhem para mim e digam: ‘ah, tudo bem, pode entrar”, revela.
De
acordo com ela, a mudança representa um avanço e foi impulsionada pela
repercussão dos casos ocorridos em novembro do ano passado. “Com certeza
os casos que aconteceram em todo o Brasil,
não só comigo, foram o ápice. Era uma coisa que constrangia muito. Eu
já estava preparada para passar por isso, mas, quem não estava ficou
abalado para fazer a prova”, avalia.
Agora,
travestis ou transexuais que se inscreverem no Enem poderão ser
identificados pelo nome social nos dias e locais de realização de
provas. Para isso, é preciso fazer o pedido pelo telefone 0800-616161,
até o final do período de inscrição.
No momento de fazer a inscrição, na internet, entretanto, o nome a ser
usado pelo travesti ou transexual é o que consta no documento de
identidade.
“Conversei
com outras amigas minhas, também transexuais, e concordamos que seria
ainda melhor receber no cartão de identificação já o nosso nome social.
No ato da inscrição, poderíamos marcar que somos transexuais. Mas sei
que as mudanças têm que vir aos poucos. Já é um grande avanço”,
comemora.
Segundo
disse, o ato de fazer a ligação para informar que é transexual
dificulta que pessoas o façam só por brincadeira. “Muita gente gosta de
fazer bagunça, e marcaria na inscrição que é transexual só para zoar.
Tendo que ligar vai ser algo mais concreto. Por isso, por um lado eu
defendo a ideia da ligação”, completa. “Eu creio que vá dar certo. A
ideia é boa”.
Logo
que completou 18 anos, Ana Luiza entrou com solicitação na Justiça para
trocar o nome civil. “Estou nas audiências para mudança de nome, talvez
consiga no meio do ano. Para fazer a cirurgia de mudança de sexo, estou
fazendo acompanhamento no hospital da Messejana. Daqui a dois anos, vão
liberar um laudo para fazer a cirurgia”, conta.
Constrangimento
Aos 18 anos, Ana Luiza luta para conseguir cirurgia para mudança de sexo (FOTO: Arquivo pessoal)
Em
novembro do ano passado, a transexual, que adotou nome social aos 14
anos, chegou cedo ao colégio Dom Helder Câmara, com vários documentos na
bolsa. Na entrega dos gabaritos, foi retirada da sala para passar por
uma verificação, onde perguntaram o motivo de não ter mudado os
documentos. “Daí tive que explicar que no Brasil não é permitido. Meu
advogado também recomendou iniciar o processo somente após os 18 anos
[na época, a garota tinha 17]”.
Depois
da burocracia, que demorou cerca de 15 minutos, Ana Luiza foi liberada
para fazer a prova. “Quando eu voltei para sala, as pessoas ainda me
olhavam diferente”, admite. No segundo dia de provas, o fato não se
repetiu. “Eles foram super atenciosos comigo. Meu chamaram de lindinha,
querida. Me trataram pelo nome social”, revela.
Inscrições
O
prazo de inscrição para o Enem começou na última segunda-feira (12) e
segue até o dia 23 de maio, às 23h59. O valor da taxa de inscrição é R$
35 e pode ser pago até o dia 28 de maio. As provas serão realizadas nos
dias 8 de novembro, das 13h às 17h30 (provas de ciências humanas e
ciências da natureza), e 9 de novembro (provas de linguagens e códigos,
matemática e redação).
A
nota do Enem pode ser usada para concorrer a vagas em instituições
públicas de ensino superior, em cursos técnicos e a bolsas de estudo em
instituições privadas de ensino superior. É também pré-requisito para
firmar contratos por meio do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e
para a obter bolsas de intercâmbio pelo Programa Ciência sem Fronteiras.
Os
estudantes maiores de 18 anos que ainda não obtiveram a certificação do
ensino médio podem fazer o Enem com essa finalidade. Eles devem pedir,
no ato da inscrição, que o resultado do exame seja usado para obter a
certificação.
Fonte: TRIBUNA DO CEARÁ
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