sábado, 31 de maio de 2014

Crato-CE: Polícia recebe denúncias sobre drogas e apreende máquinas caça-níqueis


Demontier Tenório
Máquinas foram trazidas para a Delegacia de Juazeiro (Foto: Agência Miséria)
Policiais Militares de Crato saíram na tarde desta quinta-feira para averiguar uma denúncia de tráfico de drogas e terminaram fechando um estabelecimento que explorava jogos de azar. Por volta das 17h30min uma patrulha chegou a um estabelecimento que funciona no cruzamento das avenidas José Alves de Figueiredo e Tristão Gonçalves diante das informações anônimas que seria um ponto de venda de drogas.

Os militares do Serviço de Inteligência fizeram buscas, mas não encontraram substâncias entorpecentes. Todavia, descobriram uma porta secreta que dá para outro cômodo do imóvel. Neste se depararam com sete maquinas caça-níqueis trazendo-as para a Delegacia de Juazeiro juntamente com a comerciante Maria Aparecida Ferreira, de 47 anos, que mora na Rua André Cartaxo no centro de Crato. Ela não informou quem seria o dono das maquinas.

DROGAS – Antes, por volta das 16 horas, militares do Ronda do Quarteirão fecharam uma “boca de fumo” na Rua José Marrocos, 61 (Bairro Pinto Madeira) em Crato. Populares denunciaram o movimento estranho neste imóvel, onde a polícia esteve e encontrou porções de maconha com a mototaxista Roseane Bringel Nobre, de 36, residente na Rua Teopisto Abath, 247 naquele bairro, e Maria Mendes da Sousa, de 41 anos, que mora na Rua 02, número 85 (Vila Lobo). Elas apontaram uma pessoa identificada apenas por “Waldir” como dono dos “negócios” e este não foi localizado.

Polícia prende 4 após mãe ler diário da filha e descobrir abusos em Goiás









Quatro homens estão presos e podem pegar até 15 anos de prisão (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Quatro homens foram presos nesta quinta-feira (29) suspeitos de abusar sexualmente de uma menina de 9 anos, em Indiara, a 100 km de Goiânia. Segundo a polícia, o crime era cometido por parentes e pessoas próximas da família: o avô materno, o marido da avó materna, o padrinho da garota e o padrinho da irmã dela. O caso só começou a ser investigado depois que a mãe leu o diário da criança e descobriu os abusos.

No caderno, que será usado pela polícia como prova, a menina relatava o que cada um dos suspeitos fazia e afirmava que não gostava do que acontecia. Ela escreveu os atos começaram quando ela era pequena e que, na época, não entendia o que estava acontecendo.

Oito policiais e dois delgados atuaram nas prisões. Segundo Queops Barreto, delegado de Indiara, três dos quatro detidos confessaram ter praticado os abusos e um deles ficou calado. Apesar de um exame de corpo de delito confirmar que não houve relação sexual, todos serão indiciados pelo crime de estupro de vulnerável e podem pegar de 8 a 15 anos de prisão.

"O estupro de vulnerável não se restringe somente à conjunção carnal. Qualquer ato lascivo que caracterize de forma vulgar, o abuso de vulnerável, é tipificado como abuso de vulnerável", explica Barreto.

Após receber as notícias das prisões, a mãe da garota contou como se sentiu: "Eu chorei de alegria, de alívio, raiva e tristeza, tudo junto. A gente tá passando por uma situação que não é fácil, porque envolve gente da família. Agora é tocar a vida com ela e observar mais, ficar sempre mais perto".

A garota foi avaliada por uma psicóloga que constatou um trauma oriundo de uma experiência sexual anormal. "Como ficou muito tempo sem que ninguém soubesse desse crime, apenas ela sofrendo calada e os autores se aproveitando, essa criança vai ter que passar por um acompanhamento psicológico e médico para poder superar eventuais traumas que tenham ocasionado em sua vida", disse o outro delegado da operação, Leandro Sperandio.

Fonte: G1

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