A ex-participante do “Big Brother” britânico Rebekah Shelton entrou em
coma após descobrir que tinha um tumor no cérebro. A informação foi
revelada por sua família em sua conta do Twitter. O estado de saúde da
jovem brasileira, que se identificava como Rodrigo Lopes quando
participou do reality show, em 2009, parece ser complicado. “Os médicos
encontraram um tumor cerebral e ela está em coma. Não podemos falar
mais. Por favor, apenas orem para a nossa Rebekah”, escreveram seus
familiares na rede social.
Rebekah virou destaque no Big Brother inglês, ao formar o primeiro casal
gay do programa com Charlie Drummond. A partir de 2012, ela começou a
fazer transformações para mudar seu corpo. Em entrevista à revista
“Heat”, na época, ela admitiu que sempre se sentiu como uma mulher.
“Eu comecei a vestir as roupas das minhas amigas. Depois, eu passei a
comprar as minhas. As pessoas nas lojas ficavam surpresas. Mas agora eu
já saio de casa travestido e acabei fazendo muitas amizades. Eu nem sei
se sou gay, lésbica ou hétero. Mas Rebekah é hétero e gosta de héteros”,
explicou. A jovem ainda espera fazer uma cirurgia de mudança de sexo.
Polêmicas
Recentemente, a vida de Rebekah foi cercada por polêmicas. No começo
deste ano, um site de notícias norte-americano noticiou que ela estaria
se prostituindo, o que foi negado por ela em várias entrevistas. Em
abril, ela discutiu com a apresentadora da Rede TV! Luciana Gimenez
durante um programa ao vivo. O motivo do “barraco” foi que a ex-modelo
teria prometido um emprego para a transexual no “Luciana by night”.
Gimenez tentou se justificar e chegou a lhe oferecer trabalho em sua
casa.
“Abandonei o palco do ‘SuperPop’ por causa da Luciana Gimenez. Ela
esperou o intervalo para tirar satisfação e eu não aguentei. Desculpem,
mas não sou de ferro. Já estou passando por muitos problemas para ter
que aguentar uma pessoa como ela. #forçafocofé”, postou Rebekah no
Twitter.
extra.globo.com/famosos
Faltou cuidado, diz superintendente sobre morte de escrivã no MA
O superintendente de Polícia Civil do Interior (SPCI), Jair Paiva,
comentou, em entrevista ao Bom Dia Mirante desta segunda-feira (19), a
morte da escrivã Loane Maranhão Thé, de 33 anos. Ela morreu após ser
esfaqueada quando coletava o depoimento do acusado de abusar sexualmente
das filhas, Francisco Alves da Costa, 47, na última quinta-feira (15),
na Delegacia da Mulher de Caxias, no Maranhão. Para ele, "faltou ter
mais cuidado" à equipe policial que estava no local.
"Se ele já é um elemento que vem praticando isso (abuso) com as próprias filhas, não é uma pessoa que a gente pode dizer que é uma pessoa de bem. É uma pessoa que, no mínimo, tem um caráter perigoso. Então, ele chega na delegacia, você já passa a ver ele com outros olhos. Você tem que ter um certo receio com esse tipo de gente e isso eu acho que faltou na equipe que tava lá, de olhar pra ele e ter mais cuidado, e tá perto dele", disse.
Paiva disse que, até o momento, a polícia não sabe se a escrivã tomava o depoimento do acusado sozinha. "A gente não pode precisar se a Loane estava tomando esse interrogatório sozinha. O que eu sei é que na Delegacia da Mulher, estavam, no momento, a delegada da Mulher titular, duas investigadoras e a Loane, e todas estavam sabendo do fato porque, no dia anterior, as filhas do acusado estiveram, foram ouvidas e o caso já estava em investigação na delegacia", contou.
O superintendente disse ainda que o escrivão é também policial e possui porte de arma. "Todos os policiais têm armas cauteladas, né? Não sei se a arma estava próxima, ao alcance dela, que pudesse reagir. Eu até acredito que, pela forma que aconteceu, foi de forma muito covarde que não deu tempo nem dela esboçar qualquer tipo de reação".
Sobre a segurança nas delegacias, Paiva disse que é preciso sempre realizar procedimentos de segurança, sendo o principal deles a revista. "Aqueles procedimentos padrões de segurança que o policial tem que ter, por exemplo, revistar todo e qualquer suspeito, fazer a revista, uma revista bem feita, porque muitas vezes a gente faz a revista e o cidadão já alega que está sendo constrangido, o que é um absurdo, mas isso tem que ser feito. As polícias mais modernas do mundo, elas fazerm a revista, né? E o Código de Processo diz que, se tiver fundada suspeita, você pode fazer a revista a qualquer momento, em qualquer pessoa".
Segundo Paiva, o crime chocou a comunidade policial. "É um crime que chocou muito a comunidade da Polícia Civil, da Segurança como um todo, e também a população. Em todo tempo de polícia que eu tenho, há 16 anos, nunca vi coisa parecida em lugar nenhum do Brasil", revelou.
Fonte: G1 MA
"Se ele já é um elemento que vem praticando isso (abuso) com as próprias filhas, não é uma pessoa que a gente pode dizer que é uma pessoa de bem. É uma pessoa que, no mínimo, tem um caráter perigoso. Então, ele chega na delegacia, você já passa a ver ele com outros olhos. Você tem que ter um certo receio com esse tipo de gente e isso eu acho que faltou na equipe que tava lá, de olhar pra ele e ter mais cuidado, e tá perto dele", disse.
Paiva disse que, até o momento, a polícia não sabe se a escrivã tomava o depoimento do acusado sozinha. "A gente não pode precisar se a Loane estava tomando esse interrogatório sozinha. O que eu sei é que na Delegacia da Mulher, estavam, no momento, a delegada da Mulher titular, duas investigadoras e a Loane, e todas estavam sabendo do fato porque, no dia anterior, as filhas do acusado estiveram, foram ouvidas e o caso já estava em investigação na delegacia", contou.
O superintendente disse ainda que o escrivão é também policial e possui porte de arma. "Todos os policiais têm armas cauteladas, né? Não sei se a arma estava próxima, ao alcance dela, que pudesse reagir. Eu até acredito que, pela forma que aconteceu, foi de forma muito covarde que não deu tempo nem dela esboçar qualquer tipo de reação".
Sobre a segurança nas delegacias, Paiva disse que é preciso sempre realizar procedimentos de segurança, sendo o principal deles a revista. "Aqueles procedimentos padrões de segurança que o policial tem que ter, por exemplo, revistar todo e qualquer suspeito, fazer a revista, uma revista bem feita, porque muitas vezes a gente faz a revista e o cidadão já alega que está sendo constrangido, o que é um absurdo, mas isso tem que ser feito. As polícias mais modernas do mundo, elas fazerm a revista, né? E o Código de Processo diz que, se tiver fundada suspeita, você pode fazer a revista a qualquer momento, em qualquer pessoa".
Segundo Paiva, o crime chocou a comunidade policial. "É um crime que chocou muito a comunidade da Polícia Civil, da Segurança como um todo, e também a população. Em todo tempo de polícia que eu tenho, há 16 anos, nunca vi coisa parecida em lugar nenhum do Brasil", revelou.
Fonte: G1 MA
Quase 7 mil armas são entregues em campanha de desarmamento
Indenizações variam entre R$ 150 a R$ 450 dependendo do calibre e do tipo (Foto: Polícia Federal/Divulgação)
Depois de 1.011 dias da campanha do desarmamento, a Polícia Federal de
Pernambuco recebeu 6.942 armas e 13.210 munições em todo o Estado. Os
números contabilizados correspondem a 49 armas entregues por semana. Já
as munições totalizam 13 por dia.
A campanha incentiva a entrega voluntária de armas com indenizações que variam de R$ 150 a R$ 450 dependendo do calibre e do tipo da arma. As armas mais entregues são revólveres, seguidos de espingardas e pistolas. Já as munições são as de calibre 38.
Desde a divulgação do último balanço em dezembro de 2013, houve uma estabilidade na arrecadação de armas recebidas por dia. Apesar disso, de acordo com a PF, o anonimato e a rapidez no pagamento da indenização, efetuado em até 48 horas ainda incentiva o desarmamento da população.
Em Pernambuco, houve uma ampliação de 22 postos de recebimento de armas, o que também facilitou o acesso das pessoas principalmente no Agreste e Sertão.
No Brasil, 649 mil armas já foram entregues voluntariamente. Atualmente, existem 2.127 postos de entrega e já foram pagos mais de R$ 12 milhões em indenizações. Somente em 2014, quase três mil armas foram entregues em todo o país. Pernambuco está em segundo lugar no ranking dos estados com maior número de armas por população de 100 mil pessoas.
Quem desejar entregar uma arma deve primeiro acessar o site www.pf.gov.bre preencher uma guia de trânsito que tem validade de um dia e guardá-la de forma discreta e sem munição. Caso a pessoa seja parada em uma blitz policial estará acobertada de qualquer apreensão ou prisão.
Após a conclusão do procedimento de entrega nos casos em que a arma seja indenizada, será solicitado ao responsável o cadastro de uma senha numérica de quatro dígitos. Com posse desse código, o cidadão pode a partir de 48h retirar o valor da indenização em qualquer terminal eletrônico do Banco do Brasil.
Além das armas de fogo, também serão recebidas munições armas de brinquedo, simulacros, armas artesanais ou de fabricação caseira, porém sem o pagamento de indenização. As armas arrecadadas na campanha são enviadas para o exército para destruição.
Fonte: NE10
A campanha incentiva a entrega voluntária de armas com indenizações que variam de R$ 150 a R$ 450 dependendo do calibre e do tipo da arma. As armas mais entregues são revólveres, seguidos de espingardas e pistolas. Já as munições são as de calibre 38.
Desde a divulgação do último balanço em dezembro de 2013, houve uma estabilidade na arrecadação de armas recebidas por dia. Apesar disso, de acordo com a PF, o anonimato e a rapidez no pagamento da indenização, efetuado em até 48 horas ainda incentiva o desarmamento da população.
Em Pernambuco, houve uma ampliação de 22 postos de recebimento de armas, o que também facilitou o acesso das pessoas principalmente no Agreste e Sertão.
No Brasil, 649 mil armas já foram entregues voluntariamente. Atualmente, existem 2.127 postos de entrega e já foram pagos mais de R$ 12 milhões em indenizações. Somente em 2014, quase três mil armas foram entregues em todo o país. Pernambuco está em segundo lugar no ranking dos estados com maior número de armas por população de 100 mil pessoas.
Quem desejar entregar uma arma deve primeiro acessar o site www.pf.gov.bre preencher uma guia de trânsito que tem validade de um dia e guardá-la de forma discreta e sem munição. Caso a pessoa seja parada em uma blitz policial estará acobertada de qualquer apreensão ou prisão.
Após a conclusão do procedimento de entrega nos casos em que a arma seja indenizada, será solicitado ao responsável o cadastro de uma senha numérica de quatro dígitos. Com posse desse código, o cidadão pode a partir de 48h retirar o valor da indenização em qualquer terminal eletrônico do Banco do Brasil.
Além das armas de fogo, também serão recebidas munições armas de brinquedo, simulacros, armas artesanais ou de fabricação caseira, porém sem o pagamento de indenização. As armas arrecadadas na campanha são enviadas para o exército para destruição.
Fonte: NE10
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