Barbosa 08/05/2014 às 09:00
O calçadão na Rua São Domingos (bairro Franciscanos)
dedicado ao fluxo de pessoas e até a prática de atividades físicas está
sendo invadido por comerciantes que expõe suas mercadorias, bloqueando
assim a livre circulação. Os adeptos da caminhada são obrigados a
desceram à rua para darem continuidade ao percurso, uma manobra
arriscada, sobretudo para os mais idosos.
“É um completo absurdo”, critica Maria Inês, de 68 anos. “A gente tem que ir pra rua, que é um espaço de veículos, por que as pessoas não tem consciência do erro que cometem. Umas até sabem que estão errando, mas não ligam”, completa a aposentada.
Além do grande número de “carrinhos de churrasco” parados na calçada, outro obstáculo enfrentado é o mau posicionamento das vigas de sustentação da passarela. Apesar de possuir rampas de acessos para os cadeirantes, garantido por lei, os deficientes físicos ficam impedidos de circularem naquele espaço.
Conhecedora das inúmeras dificuldades, Maria Luiza, de 86 anos, alterou seus hábitos e passou a caminhar logo cedo pela manhã, segundo ela, o horário foi modificado “pois de manhã é o único horário que a calçada tá livre”. Seu filho a acompanha atentamente todos os dias, pois, em alguns trechos, “o trajeto fica delicado”.
“Essa viga era pra tá em outro ponto, ela impede completamente a passagem. Tenho um parente que é cadeirante e quando chega aqui, ele volta, pra não ter que descer na rua. Além do perigo com os carros, só vai ter outra rampa de acesso no final da rua”, relata o filho de Dona Maria.
@andrecostab
“É um completo absurdo”, critica Maria Inês, de 68 anos. “A gente tem que ir pra rua, que é um espaço de veículos, por que as pessoas não tem consciência do erro que cometem. Umas até sabem que estão errando, mas não ligam”, completa a aposentada.
Além do grande número de “carrinhos de churrasco” parados na calçada, outro obstáculo enfrentado é o mau posicionamento das vigas de sustentação da passarela. Apesar de possuir rampas de acessos para os cadeirantes, garantido por lei, os deficientes físicos ficam impedidos de circularem naquele espaço.
Viga de sustentação impede passagem de cadeirantes e dificulta locomação de idosos (Foto: Cícero Valério/Agência Miséria)
Conhecedora das inúmeras dificuldades, Maria Luiza, de 86 anos, alterou seus hábitos e passou a caminhar logo cedo pela manhã, segundo ela, o horário foi modificado “pois de manhã é o único horário que a calçada tá livre”. Seu filho a acompanha atentamente todos os dias, pois, em alguns trechos, “o trajeto fica delicado”.
“Essa viga era pra tá em outro ponto, ela impede completamente a passagem. Tenho um parente que é cadeirante e quando chega aqui, ele volta, pra não ter que descer na rua. Além do perigo com os carros, só vai ter outra rampa de acesso no final da rua”, relata o filho de Dona Maria.
@andrecostab
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