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Agência Miséria 05/05/2014 às 14:50
Pessoas são abordadas e levadas a lugares mais reservados para "leitura de mão" (Foto: Chinês/ Agência Miséria)
“Vamos ler a tua sorte, querida?”.
Essa é a pergunta que muitas pessoas, em sua grande maioria mulheres,
têm escutado de algumas Ciganas no Centro comercial de Juazeiro do Norte
durante uma primeira abordagem.
Com muita insistência, elas conseguem envolver transeuntes para uma conversa um pouco mais demorada e, ao final, cobram pelo serviço espiritual.
Afirmando serem conhecedoras do futuro das pessoas, as Ciganas insistem em ler suas mãos com promessas de revelar o que sabem sobre amor, namoro, traição, dinheiro e negócios, etc. assuntos que logo despertam a curiosidade.
Quando a pessoa abordada cede aos apelos e à sua própria curiosidade, as ciganas convidam-na para uma conversa – a leitura de mão – em locais mais reservados como o hall do Centro Cultural Banco do Nordeste, entre as Ruas São Pedro com São Francisco.
O espaço entre essas duas vias é bastante conhecido no Centro por ser o local onde se localizam dois dos principais bancos da cidade, o que muito provavelmente leva as Ciganas a o escolherem como uma boa oportunidade para obter mais chances de arrecadar dinheiro pelo serviço.
Com muita insistência, elas conseguem envolver transeuntes para uma conversa um pouco mais demorada e, ao final, cobram pelo serviço espiritual.
Afirmando serem conhecedoras do futuro das pessoas, as Ciganas insistem em ler suas mãos com promessas de revelar o que sabem sobre amor, namoro, traição, dinheiro e negócios, etc. assuntos que logo despertam a curiosidade.
Quando a pessoa abordada cede aos apelos e à sua própria curiosidade, as ciganas convidam-na para uma conversa – a leitura de mão – em locais mais reservados como o hall do Centro Cultural Banco do Nordeste, entre as Ruas São Pedro com São Francisco.
O espaço entre essas duas vias é bastante conhecido no Centro por ser o local onde se localizam dois dos principais bancos da cidade, o que muito provavelmente leva as Ciganas a o escolherem como uma boa oportunidade para obter mais chances de arrecadar dinheiro pelo serviço.
“Eu, particularmente, não acredito nessas coisas. Mas tem gente que acredita e paga por isso. Eu não chego nem perto porque o que vale é minha fé e não esse negócio de adivinhações”, afirmou a senhora Idalina Gomes.
Para João Carlos que participa de movimento carismático, “Isso chega a ser pecado porque na bíblia diz que é adivinhação e que é proibido. Não vou nem chegar perto, porque só a Deus cabe saber o nosso futuro”.
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