Marianne Ranieri não tem mesmo medo de aparecer nua por aí. A loira, que
foi candidata ao Miss Bumbum no Brasil e que recentemente foi escolhida
pelo concurso para representar também Portugal, já até foi detida pela
polícia em Lisboa enquanto posava nua em pleno dia em um ponto turístico
da cidade, mas agora ela está de volta.SÓ PARA MAIORES DE 18 ANOS
Marianne fez topless na praia e mostrou seus seios no mais novo ensaio sensual.
Fotos: Francisco Silva/AgNews
A HORA DO VAMPIRO:HOMEM ESFAQUEIA O PRÓPRIO IRMÃO E DEPOIS LIMPA A FACA COM A LÍNGUA
Vítima foi atingida por dois golpes de faca nas costas, na noite desse
sábado. Segundo a polícia, três irmãos da cidade de Corrente iniciaram
briga.
Uma briga entre três irmãos na noite desse sábado (17) terminou com um
gravemente ferido na cidade de Corrente, localizada a 874 Km de
Teresina. Segundo o delegado Rodrigo Moraes, a vítima identificada
apenas como José foi atingida com duas facadas nas costas e após o crime
o suspeito chegou a limpar a arma suja de sangue com a língua.
"Durante
a discussão os irmãos armados com faca, pedaços de madeira e chicote
feito de fio de energia começaram a se agredir. Até que um deles
esfaqueou o outro nas costas e o terceiro ficou levemente ferido com
socos. A vítima mais grave foi levada o hospital regional e o seu quadro
é estável", contou. De acordo com o delegado, o suspeito foi preso por
policiais militares ainda à noite, próximo ao terminal rodoviário. Ele
carregava na cintura a faca utilizada no crime, ainda suja de sangue. O
agressor está na Delegacia de Corrente, onde aguarda decisão judicial. A
polícia não soube informar o motivo da discussão.Catarina Costa Do G1
PISuíços rejeitam adotar salário mínimo de R$ 10 mil, mostra pesquisa
Eleitores votam durante referendo que poderia criar maior salário mínimo do mundo. (Foto: Peter Klaunzer/AP)
Os suíços rejeitaram neste domingo (18) em um referendo a instauração no
país de um salário mínimo único equivalente a 3.300 euros (R$ 10 mil),
que seria o mais elevado do mundo, segundo as primeiras projeções de um
instituto de pesquisas.
Apenas 23% dos eleitores optaram pelo "Sim" à criação do salário mínimo de 22 francos suíços por hora (18 euros, 25 dólares), ou seja 4 mil francos suíços brutos (3.300 euros) por 42 horas semanais, segundo o instituto gfs.bern, que anunciou uma margem de erro de 3%.
Na Suíça para que uma iniciativa seja aprovada precisa obter a maioria do voto popular e dos cantões.
Os primeiros resultados divulgados pelas autoridades cantonais indicam que o "Não" triunfou em Genebra (66,2%) e na Basileia (62,8%). O cantão de Vaud também rejeitava com ampla votação (74%) o salário mínimo.
A direita, o setor agrícola, o Parlamento e o governo eram contrários à medida, alegando que representaria uma ameaça para o emprego e que já existem salários mínimos em alguns setores.
Este salário mínimo de 18 euros por hora seria o mais elevado do planeta, muito superior aos 9,43 euros na França, 8,50 euros na Alemanha a partir de 2015 e 5,05 euros na Espanha.
Grande parte da população temia que o salário mínimo provocasse um aumento do desemprego, um fenômeno quase inexistente na Suíça (taxa de 3,2% em abril).
Ao mesmo tempo, o referendo incluiu outras iniciativas e o suspense persiste sobre a compra de 22 aviões de combate suecos.
As primeiras estimativas apontam que o ´Não´ ao caça Gripen, defendido pelos partidos de esquerda e os Verdes, vencia por pequena margem.
O governo suíço e o Parlamento decidiram pela compra de 22 caças Gripen porque consideram que parte dos aviões de combate das Forças Armadas do país estão "obsoletos".
Mas os críticos do projeto afirmam que a conta é muito elevada, que a Suíça está cercada de países amigos e que o modelo de avião, que atualmente existe apenas no papel, não oferece as melhores características.
"Se a lei não entrar em vigor, será impossível comprar os aviões", advertiu o governo. O ministro da Defessa, Ueli Maurer, repetiu em várias ocasiões que ´não existe plano B´.
Por fim, como era esperado, 63% dos eleitores, segundo o gfs.bern (também com margem de erro de 3%), votaram a favor da proibição pelo resto da vida para qualquer pessoa condenada por abusos sexuais contra uma criança ou uma pessoa dependente de exercer uma atividade profissional ou voluntária em contato com estes grupos.
Fonte: G1, com informações da France Presse
Apenas 23% dos eleitores optaram pelo "Sim" à criação do salário mínimo de 22 francos suíços por hora (18 euros, 25 dólares), ou seja 4 mil francos suíços brutos (3.300 euros) por 42 horas semanais, segundo o instituto gfs.bern, que anunciou uma margem de erro de 3%.
Na Suíça para que uma iniciativa seja aprovada precisa obter a maioria do voto popular e dos cantões.
Os primeiros resultados divulgados pelas autoridades cantonais indicam que o "Não" triunfou em Genebra (66,2%) e na Basileia (62,8%). O cantão de Vaud também rejeitava com ampla votação (74%) o salário mínimo.
A direita, o setor agrícola, o Parlamento e o governo eram contrários à medida, alegando que representaria uma ameaça para o emprego e que já existem salários mínimos em alguns setores.
Este salário mínimo de 18 euros por hora seria o mais elevado do planeta, muito superior aos 9,43 euros na França, 8,50 euros na Alemanha a partir de 2015 e 5,05 euros na Espanha.
Grande parte da população temia que o salário mínimo provocasse um aumento do desemprego, um fenômeno quase inexistente na Suíça (taxa de 3,2% em abril).
Ao mesmo tempo, o referendo incluiu outras iniciativas e o suspense persiste sobre a compra de 22 aviões de combate suecos.
As primeiras estimativas apontam que o ´Não´ ao caça Gripen, defendido pelos partidos de esquerda e os Verdes, vencia por pequena margem.
O governo suíço e o Parlamento decidiram pela compra de 22 caças Gripen porque consideram que parte dos aviões de combate das Forças Armadas do país estão "obsoletos".
Mas os críticos do projeto afirmam que a conta é muito elevada, que a Suíça está cercada de países amigos e que o modelo de avião, que atualmente existe apenas no papel, não oferece as melhores características.
"Se a lei não entrar em vigor, será impossível comprar os aviões", advertiu o governo. O ministro da Defessa, Ueli Maurer, repetiu em várias ocasiões que ´não existe plano B´.
Por fim, como era esperado, 63% dos eleitores, segundo o gfs.bern (também com margem de erro de 3%), votaram a favor da proibição pelo resto da vida para qualquer pessoa condenada por abusos sexuais contra uma criança ou uma pessoa dependente de exercer uma atividade profissional ou voluntária em contato com estes grupos.
Fonte: G1, com informações da France Presse
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