segunda-feira, 26 de maio de 2014

OLHA AI MACHO;CACHAÇA DE MACONHA VIRA FEBRE NO SERTÃO


Encravado no “polígono da maconha”, região pernambucana famosa pela produção da erva em áreas irrigadas pelo rio São Francisco, o município de Cabrobó (a 531 km do Recife) vem se tornando conhecido por um “souvenir” peculiar: uma cachaça artesanal com raiz de maconha, a “Pitúconha”. Com o rótulo que se apropria da tradicional marca pernambucana de aguardente Pitú, essa caninha sai por R$ 30.
“Aguardente de cana adoçada com raiz de maconha”, informa, sem pudor, o rótulo da garrafa de 965 ml. “O Ministério do Transporte adverte: o perigo não é um jumento na estrada. O perigo é um burro no volante”, completa, em tom jocoso, o aviso da embalagem.
A Folha conversou com um servidor municipal que, aos finais de semana, vende doses de cachaça de maconha em seu carrinho de churrasco. Ele diz que algumas pessoas coletam as raízes que sobram das operações policiais de erradicação dos pés de maconha e vendem para os produtores de cachaça. Um saco de 30 kg sai a R$ 100. O servidor, que vende a cachaça há cinco anos, afirma que chega a comercializar até seis garrafas por semana. “Já virou souvenir. Tem um pessoal do banco que compra de carrada. O pessoal tem muito interesse de conhecer. Houve até um leilão na capital. Saiu por R$ 200″, afirma. ILEGAL Segundo a Polícia Federal, ainda não há clareza sobre a situação legal da bebida. Perícia feita pela PF no ano passado indicou pequenas concentrações de THC (tetrahidrocanabinol), o princípio ativo da maconha, nas raízes. Desde o início do ano, policiais federais e colaboradores que participam das operações de erradicação de plantações da droga foram proibidos de trazer e distribuir as raízes, que, ao contrário do restante da planta, não são incineradas. “Se você for levar ao pé da letra, seria crime [a comercialização da raiz e, consequentemente, da bebida] porque tem o princípio ativo. Só que a concentração é baixíssima. É uma questão que ainda não se tem uma posição definida”, afirma Carlo Correia, chefe da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Federal em Pernambuco. De acordo com o artigo 2º da lei 11.343/2006, “ficam proibidas, em todo o território nacional, as drogas, bem como o plantio, a cultura, a colheita e a exploração de vegetais e substratos dos quais possam ser extraídas ou produzidas drogas”. A exceção é para autorizações legais e para o que estabelece a Convenção de Viena (1971) a respeito de plantas de uso “ritualístico-religioso”. “A lei não especifica a quantidade de THC. A questão é de ordem prática: a concentração é muito pequena. Não existe uma repressão sistematizada até hoje”, diz o delegado. Correia afirma que há quem peça raízes aos policiais para tratar dor na coluna, problemas de estômago e asma. “Não existe nenhuma comprovação científica de que a raiz de maconha tenha alguma função terapêutica”, diz o delegado. PITÚ Em nota enviada à Folha no final da tarde desta sexta-feira (23), a empresa pernambucana Pitú informou ter tomado conhecimento da bebida “Pitúconha” e “do uso indevido de sua marca”. “A Pitú tomará todas as medidas cabíveis contra a violação dos seus direitos de propriedade intelectual.”Fonte;A Folha

MULHER DEMORA DE FAZER CAFÉ E É QUEIMADA COM ÁGUA FERVENTE PELO PATRÃO.

Uma filipina de 23 anos que trabalha como empregada doméstica em Riyadh, na Arábia Saudita, teve o corpo queimado por água fervente na casa onde trabalhava. Segundo o site Daily News, a jovem foi punida pelo seu patrão por não fazer o café rápido o suficiente. A garota sofreu queimadura nas pernas e nas costas, mas só foi socorrida para um hospital horas após o ataque. 
Na unidade médica, a vítima pediu que avisassem a uma prima, que tirou fotos e divulgou no Facebook. Além das fotos, a prima da mulher, que não teve o nome verdadeiro divulgado, contou que ela também era espancada e privada de alimentos pelos patrões. "Esta é a minha prima que trabalha como empregada doméstica em Riyadh, Arábia Saudita. Ela só foi levada ao hospital seis horas após ter sido queimada com água fervente", disse em sua página na rede social. Ainda de acordo com a prima da vítima, após receber alta do hospital ela foi levada novamente para a casa dos patrões, onde foi obrigada a trabalhar, mesmo com grandes lesões.
A pedido da Embaixada das Filipinas, a garota foi resgatada pelo Departamento de Assistência e Desenvolvimento Social, onde recebe assistência médica e hospedagem.
Portal A Desgraça Com/Autor Desconhecido/Foto Facebook

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