Fellipe Florêncio garante que lesão na coxa esquerda o tirou da seletiva nacional para ser jogador de futebol americano nos EUA
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- É o Hulk?
Passam alguns segundos, a primeira brincadeira:
- Recupera e joga, hein. E se o Hulk não puder atuar, entra em campo.
Assim tem convivido o publicitário e fotógrafo Fellipe Florêncio. Concilia a carreira com os eventos em que é solicitado para se apresentar como o sósia do atacante da Seleção. E a semelhança já lhe rendeu boas histórias. A mais emblemática, ele garante, foi no dia 7 de setembro de 2013, no amistoso do Brasil contra a Austrália.
- Nesse dia eu tive credencial para entrar no Mané Garrincha como fotógrafo, e o Hulk estava machucado. Ele não jogou, e a torcida começou a gritar o nome dele, achando que eu era ele. Levantei a mão, acenei, tudo brincando. Na verdade, é muito recorrente. Semana passada eu estava no Rio de Janeiro e teve um torcedor do Porto, um português, querendo tirar foto. É muito recorrente. Temos o mesmo biótipo - disse o sósia.
- Eu fiquei um mês (nos EUA), fiz dois testes da seletiva. São feitas em etapas regionais, que classificam para a etapa nacional. E no nacional é assistido e acompanhado pelos principais técnicos. Fiquei a 14 décimos de segundo para passar para a seletiva nacional. Era o teste de corrida. No de saltos fui um dos melhores. E teve a corrida de 40 jardas. Aí cronometraram, e os 100 melhores fizeram em 4s59. Eu fiz em 4s73. Eu vinha de um estiramento na coxa. A lesão que me segurou.
- Desejo a ele força, que a natureza vai ajudar. Se não jogar esse agora, pode jogar a outra (partida).
E a outra partida, coincidentemente, será em Brasília. Depois do México, o Brasil vai atuar na próxima segunda-feira no Mané Garrincha, contra Camarões, pela última rodada da primeira fase.
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