Ligia diz que congelamento era vontade de pai. Créditos foto - Ernesto Carrico - Agência O Dia
As outras duas irmãs de Lígia são contra e afirmam que o pai queria ser enterrado no jazigo da família na cidade de Canoas, no Rio Grande do Sul. Contudo, Lígia já conseguiu autorização da Justiça do RJ para levar o pai aos EUA, onde ele será embalsamado pelo “Cryonics Institute”, uma empresa especializada em criogenia (preservação do corpo por congelamento para possível futura ressurreição), em Michigan. Por orientação do instituto, o corpo do militar está preservado em um caixão de zinco resfriado com 20 kg de gelo-seco, substituídos diariamente. A filha tem gastos diários de quase R$ 900, cerca de R$ 27 mil por mês. As duas irmãs afirmam que vão recorrer da decisão da Justiça.
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