Droga nova, põe pessoas cegas e incapazes. Veja como ficou esta linda jovem
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Emily, uma jovem de apenas 17 anos, escapou por pouco da morte, mas
acabou cega e com danos terríveis no seu cérebro, devido ao consumo da
droga conhecida como Spice e K2.
Os cientistas afirmam que essas substâncias contêm folhas de Damiana, e a
pessoa fica com alucinações e efeitos semelhantes aos da maconha, mas
as suas consequências são consideradas potencialmente fatais, uma vez
que provoca ansiedade, agitação, aumento da frequência cardíaca, pressão
arterial alta, vômitos, tremores e convulsões.
A família da Emily não sabe quando ela se vai recuperar, mas… escusado
será dizer que o pagamento pelo uso destas coisas estúpidas (uso de
drogas) é muito caro .
Veja como a jovem era antes … e como ela está agora.
TIANGUÁ-CE | ACIDENTE DE TRANSITO COM VÍTIMA FATAL
Hoje,
29/agosto/2013, em Tianguá, por volta das 17h00, na BR 222, KM 312,
defronte ao Marcos do Eliel, nesta urbe, houve um acidente de transito:
Tendo como vítima fatal JOSÉ EPIFANIO DE AGUIAR NUNES, 42 anos, casado,
natural de Tianguá, comerciante, residente a rua Cap. Joaquim Lourenço,
S/N, centro de Tianguá, o mesmo pilotava uma moto Honda, CB 600, cor
preta, placa NVA-8941 quando colidiu na lateral de um caminhão placa
JTU- 7381, o motorista evadiu-se do local. Segundo populares, o caminhão
estava saindo do bairro do estádio e ao entrar na BR 222, avançou a
outra faixa da pista, momento em que vinha o motoqueiro e colidiu
fortemente na lateral do mesmo vindo a óbito no local. O Corpo foi
encaminhado ao IML de Sobral.
Fonte: CB PM Evaldo Mendes Coelho
OPERADOR DO COPOM
Estado de mulher que injetou acrílico no bumbum é grave
Falsa médica indicada por amiga fez procedimento; ela já gastou R$ 50 mil com anestesias
A jovem Vânia Prisco, de 29 anos, internada desde o início do mês de
junho em um hospital particular de São Cristóvão, zona norte do Rio, continua em
estado considerado grave nesta quinta-feira (29). Ela aplicou acrílico
para aumentar o glúteo e teve uma reação 20 dias depois. O procedimento
foi feito por uma falsa médica. Vânia já passou por ao menos 37
cirurgias e gastou R$ 50 mil com anestesistas.
Caso BBom: Justiça determina sequestro de 49 carros e congelamento de R$ 479 mi
A Justiça criminal determinou o sequestro de 49 carros da BBom, braço da
empresa de monitoramento Embrasystem, suspeita de ser uma pirâmide
financeira . A frota inclui 26 modelos de luxo, como um Rolls Royce,
quatro Lamborghinis e três Ferraris.
A decisão é do juiz Marcelo Costenaro Cavali, da 6.ª Vara Criminal Federal de São Paulo, e se sobrepõe a um bloqueio dos bens da empresa determinado, em julho , pela juíza Luciana Gheller, da 4ª Vara Federal Cível de Goiânia.
A decisão anterior já congelava a transferência de cerca de cem veículos do grupo Embrasystem, mas os carros continuam à disposição dos donos da empresa. Agora, os 49 incluídos na nova sentença ficarão sob a tutela da Polícia Federal.
Cavali também ampliou o volume de recursos financeiros bloqueados de R$ 300 milhões, como havia sido determinado por Luciana em julho, para R$ 479 milhões. Desses, cerca de R$ 18 milhões já foram sequestrados.
Procurados, os representantes da empresa não se manifestaram. Em outras ocasiões, sempre negaram irregularidades.
Ressarcimento
Surgida em fevereiro, a BBom atraiu em menos de seis meses cerca de 300 mil investidores, que pagaram taxas de adesão que variavam de R$ 600 a R$ 3 mil reais. As taxas eram chamadas de pacotes, e cada associado podia comprar mais de um.
A promessa era de lucros expressivos na revenda de serviços de monitoramento de veículos da Embrasystem. Carros luxuosos, como os sequestrados pela PF, eram apresentados como prêmios a serem concedidos aos maiores revendedores.
Em julho, a Justiça Federal em Goiás determinou o bloqueio das contas e das atividades da empresa. O pedido foi feito pela Procuradoria da República em Goiás e pelo Ministério Público do Estado, para quem a BBom é uma pirâmide financeira sustentada pelas taxas de adesão e não pela revenda de rastreadores.
Segundo os procuradores da República em Goiás, os associados da BBom venderam 1,5 milhão de equipamentos, mas a Embrasystem só comprou 69 mil de seu principal fornecedor .
Com o bloqueio, os procuradores da República e promotores esperam conseguir ressarcir quem investiu no negócio. Nem todos, porém, devem conseguir reaver as verbas, muito menos os lucros prometidos.
No processo de Goiás, é pedida a extinção da BBom para que os bens dos seus responsáveis sejam usados no ressarcimento. Em São Paulo, eles podem ser enquadrados em crime contra o sistema financeiro nacional, por desvio de verbas e por operarem instituição financeria sem autorização.
Os responsáveis também podem ser indiciados por crime contra a economia popular.
Febre das pirâmides
A BBom foi a segunda empresa a ter as contas e atividades bloqueadas por suspeita de ser uma pirâmide financeira. Um mês antes, a 2ª Vara Cível de Rio Branco (AC) congelou a Telexfree , que tem cerca de 1 milhão de associados e informa trabalhar com telefonia por internet (VoIP), mas não tem autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para tanto. Em agosto, foi a vez da Priples , que atua no mercado de anúncios.
Pelo menos outras 28 empresas são investigadas em todo o Brasil por uma força tarefa antipirâmide. A Multiclick , alvo de inquéritos no Rio Grande do Norte e em Santa Catarina, pediu à Justiça para não ser bloqueada antes mesmo de qualquer determinação nesse sentido. O pedido foi negado.
Fonte: Economia - iG
A decisão é do juiz Marcelo Costenaro Cavali, da 6.ª Vara Criminal Federal de São Paulo, e se sobrepõe a um bloqueio dos bens da empresa determinado, em julho , pela juíza Luciana Gheller, da 4ª Vara Federal Cível de Goiânia.
A decisão anterior já congelava a transferência de cerca de cem veículos do grupo Embrasystem, mas os carros continuam à disposição dos donos da empresa. Agora, os 49 incluídos na nova sentença ficarão sob a tutela da Polícia Federal.
Cavali também ampliou o volume de recursos financeiros bloqueados de R$ 300 milhões, como havia sido determinado por Luciana em julho, para R$ 479 milhões. Desses, cerca de R$ 18 milhões já foram sequestrados.
Procurados, os representantes da empresa não se manifestaram. Em outras ocasiões, sempre negaram irregularidades.
Ressarcimento
Surgida em fevereiro, a BBom atraiu em menos de seis meses cerca de 300 mil investidores, que pagaram taxas de adesão que variavam de R$ 600 a R$ 3 mil reais. As taxas eram chamadas de pacotes, e cada associado podia comprar mais de um.
A promessa era de lucros expressivos na revenda de serviços de monitoramento de veículos da Embrasystem. Carros luxuosos, como os sequestrados pela PF, eram apresentados como prêmios a serem concedidos aos maiores revendedores.
Em julho, a Justiça Federal em Goiás determinou o bloqueio das contas e das atividades da empresa. O pedido foi feito pela Procuradoria da República em Goiás e pelo Ministério Público do Estado, para quem a BBom é uma pirâmide financeira sustentada pelas taxas de adesão e não pela revenda de rastreadores.
Segundo os procuradores da República em Goiás, os associados da BBom venderam 1,5 milhão de equipamentos, mas a Embrasystem só comprou 69 mil de seu principal fornecedor .
Com o bloqueio, os procuradores da República e promotores esperam conseguir ressarcir quem investiu no negócio. Nem todos, porém, devem conseguir reaver as verbas, muito menos os lucros prometidos.
No processo de Goiás, é pedida a extinção da BBom para que os bens dos seus responsáveis sejam usados no ressarcimento. Em São Paulo, eles podem ser enquadrados em crime contra o sistema financeiro nacional, por desvio de verbas e por operarem instituição financeria sem autorização.
Os responsáveis também podem ser indiciados por crime contra a economia popular.
Febre das pirâmides
A BBom foi a segunda empresa a ter as contas e atividades bloqueadas por suspeita de ser uma pirâmide financeira. Um mês antes, a 2ª Vara Cível de Rio Branco (AC) congelou a Telexfree , que tem cerca de 1 milhão de associados e informa trabalhar com telefonia por internet (VoIP), mas não tem autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para tanto. Em agosto, foi a vez da Priples , que atua no mercado de anúncios.
Pelo menos outras 28 empresas são investigadas em todo o Brasil por uma força tarefa antipirâmide. A Multiclick , alvo de inquéritos no Rio Grande do Norte e em Santa Catarina, pediu à Justiça para não ser bloqueada antes mesmo de qualquer determinação nesse sentido. O pedido foi negado.
Fonte: Economia - iG
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