Um jovem de 17 anos morreu e outros três rapazes, um de 17, um de 18
anos, foram feridos no residencial Irmã Dulce, no Colinas do Sul, em
João Pessoa, no começo da tarde deste sábado (21), um terceiro jovem que
não foi identificado, também ficou ferido e foi socorrido por
terceiros.
O
assassinato e as tentativas de homicídios foram cometidos por um grupo
de quatro homens armados que utilizaram um carro modelo Pálio de cor
verde durante a ação. A polícia informa que a quadrilha invadiu a
residência onde estavam os quatros rapazes, em busca do adolescente de
17 anos conhecido como Joab, que teria envolvimento com drogas. Ele
morava no Irmã Dulce há cerca de dois meses, mas já teve residência fixa
no Marcos Moura, em Santa Rita, na Grande João Pessoa. Depois da
abordagem, o bando atirou várias vezes, nos quatros, mas o menor teve
morte imediata. A polícia constatou ainda que o corpo apresentava
perfurações profundas de faca, uma delas no pescoço. Por muito pouco,
vítima não foi decapitada. Sobre os dois rapazes que ficaram feridos, as
autoridades informaram que eles não seriam procurados pelos homicidas e
foram atingidos apenas porque estavam no mesmo local. Os jovens foram
levados por uma ambulância do Samu para o Hospital de Emergência e
Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa. O estado de saúde de um
deles é grave. Os quatro responsáveis pelos crimes fugiram e ainda não
foram localizados pela polícia.
Fonte; Aguinaldo Mota/Cabulosopb
EM SOBRAL-CE.HOMEM FOI CHAMADO PARA MORTE NA MADRUGADA DESSE DOMINGO NO BAIRRO TERRENOS NOVOS
Nessa madrugada de domingo 22/09 por volta de 03:45 a nossa equipe
registrou mais um homicídio na rua Luís santos Aquino no bairro dos
terreno novos De acordo com o subtenente Valmirtes um elemento não
identificado chegou na residencia da vitima e chamou a mesma, de-repente
a vitima foi surpreendido com vários disparo que veio a atingir a
vitima que morreu na hora.
Fotos e Fonte Com Responsabilidade Na Matéria é De MarconeFreeLance/PortalFreeLance24hs
Mulher que teve olhos perfurados fala sobre prisão do ex: ´não perdoo´
Foi através de uma ligação da delegada Ana Elisa Gomes que a operadora
de caixa Mara Rúbia Guimarães, de 27 anos, ficou sabendo da prisão do
ex-marido. O homem, de 30 anos, é suspeito de ter torturado e perfurado
os olhos da dela com uma faca de mesa, quando ela chegava em casa para
almoçar. Aliviada após a detenção, ela quer que ele pague pelo que fez:
"não perdoo o que ele fez comigo", disse Mara Rúbia.
O suspeito foi encontrado na noite de quinta-feira (19), em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. Um dia depois, foi apresentado pela polícia na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), em Goiânia.
A mulher foi agredida pelo ex-companheiro no dia 29 de agosto, na casa onde morava, em Goiânia. Apesar de estar mais tranquila com a prisão, a operadora de caixa ainda não se sente completamente segura. "Tinha muito medo dele voltar. E o medo de que talvez ele não fique preso continua", salienta. O homem está detido temporariamente por 30 dias, que podem ser prorrogados por mais 30, enquanto o inquérito não é concluído.
A delegada Ana Elisa Gomes, responsável pelo caso, disse que o suspeito confessou as agressões e que agiu porque a mulher não quis reatar o relacionamento com ele, terminado há dois anos. Ele também afirmou que não queria ter matado a ex-mulher, mas Mara Rúbia não acredita na versão.
"Pela crueldade que ele agiu, me amarrando e perfurando os meus olhos, não tenho dúvida de que ele queria me matar. Acho até que ele pensou que eu já estava morta quando fugiu da minha casa. Ele judiou de mim, me pegou de surpresa e disse que queria me matar", relembra.
Tratamento
Mara Rúbia já passou por duas cirurgias e um terceiro procedimento está marcado para daqui a duas semanas. Ela conta que tem ido frequentemente a Fundação Banco de Olhos de Goiás, onde faz o tratamento. Apesar de otimista, ela sabe que sua situação é complicada.
"Estou animada pelo tratamento, os médicos me dão força, mas sei que meu caso é complicado. Não enxergo nada do olho direito, e do esquerdo apenas 25%. Eles tentaram reconstruir meus olhos para quem sabe, futuramente, minha visão possa aumentar usando óculos com lentes mais fortes", explica.
O único problema é que a mulher tem chorado muito ultimamente. E não é pelos momentos que passou, mas sim por conta do filho. Ela e a avó paterna do garoto, de 7 anos, travam na Justiça uma batalha pela guarda da criança.
"Sempre que penso no meu filho, começo a chorar. Isso atrapalha a minha recuperação, porque incha bastante. Mas tenho certeza que em breve terei ele aqui comigo", estima.
Prisão
Após 21 dias foragido, o homem de 30 anos que torturou e perfurou os olhos da ex-mulher se entregou à Polícia Civil na noite de quinta-feira (19). Segundo a delegada responsável pelo caso, Ana Elisa Gomes, ele confessou ter cometido o crime depois de a vítima se recusar a reatar o casamento.
De acordo com a polícia, ele estava escondido em uma fazenda em Águas Lindas de Goiás, município goiano do Entorno do Distrito Federal. Na segunda-feira (16), o homem foi localizado e houve uma intensa perseguição policial, mas o autor entrou em uma mata e fugiu.
Para a delegada, ele se assustou com a perseguição. “Ele achava que estava seguro e bem escondido nessa fazenda e percebeu que não tinha mais para onde fugir. Vendo que não tinha alternativa resolveu se entregar”, afirma.
Conforme a Polícia Civil, após a conclusão do inquérito o homem será indiciado por tentativa de homicídio triplamente qualificado porque, para polícia, o crime teve motivo fútil, foi cruel e o autor usou de tortura e retirou qualquer possibilidade de defesa da vítima. Ele também deve responder pelo crime de roubo, pois levou o celular da mulher após tentar matá-la.
Agressões
De acordo com os familiares, o casal se separou há dois anos. Desde então, a mulher, que morava em Corumbá de Goiás, se mudou para a capital. Esta não seria a primeira vez que o homem agrediu a ex-mulher, pois não aceitava o fim do relacionamento.
Ela informou, em entrevista à TV Anhanguera, que procurou a polícia por quatro vezes para denunciar o agressor, mas que não obteve ajuda. “Ouvi de uma delegada que as coisas não são tão fáceis assim. Não é apenas chegar e falar. Mas foi. Ele me cegou e agora vou viver o resto da minha vida na escuridão”, lamentou.
Fonte: G1 GO
O suspeito foi encontrado na noite de quinta-feira (19), em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. Um dia depois, foi apresentado pela polícia na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), em Goiânia.
A mulher foi agredida pelo ex-companheiro no dia 29 de agosto, na casa onde morava, em Goiânia. Apesar de estar mais tranquila com a prisão, a operadora de caixa ainda não se sente completamente segura. "Tinha muito medo dele voltar. E o medo de que talvez ele não fique preso continua", salienta. O homem está detido temporariamente por 30 dias, que podem ser prorrogados por mais 30, enquanto o inquérito não é concluído.
A delegada Ana Elisa Gomes, responsável pelo caso, disse que o suspeito confessou as agressões e que agiu porque a mulher não quis reatar o relacionamento com ele, terminado há dois anos. Ele também afirmou que não queria ter matado a ex-mulher, mas Mara Rúbia não acredita na versão.
"Pela crueldade que ele agiu, me amarrando e perfurando os meus olhos, não tenho dúvida de que ele queria me matar. Acho até que ele pensou que eu já estava morta quando fugiu da minha casa. Ele judiou de mim, me pegou de surpresa e disse que queria me matar", relembra.
Tratamento
Mara Rúbia já passou por duas cirurgias e um terceiro procedimento está marcado para daqui a duas semanas. Ela conta que tem ido frequentemente a Fundação Banco de Olhos de Goiás, onde faz o tratamento. Apesar de otimista, ela sabe que sua situação é complicada.
"Estou animada pelo tratamento, os médicos me dão força, mas sei que meu caso é complicado. Não enxergo nada do olho direito, e do esquerdo apenas 25%. Eles tentaram reconstruir meus olhos para quem sabe, futuramente, minha visão possa aumentar usando óculos com lentes mais fortes", explica.
O único problema é que a mulher tem chorado muito ultimamente. E não é pelos momentos que passou, mas sim por conta do filho. Ela e a avó paterna do garoto, de 7 anos, travam na Justiça uma batalha pela guarda da criança.
"Sempre que penso no meu filho, começo a chorar. Isso atrapalha a minha recuperação, porque incha bastante. Mas tenho certeza que em breve terei ele aqui comigo", estima.
Prisão
Após 21 dias foragido, o homem de 30 anos que torturou e perfurou os olhos da ex-mulher se entregou à Polícia Civil na noite de quinta-feira (19). Segundo a delegada responsável pelo caso, Ana Elisa Gomes, ele confessou ter cometido o crime depois de a vítima se recusar a reatar o casamento.
De acordo com a polícia, ele estava escondido em uma fazenda em Águas Lindas de Goiás, município goiano do Entorno do Distrito Federal. Na segunda-feira (16), o homem foi localizado e houve uma intensa perseguição policial, mas o autor entrou em uma mata e fugiu.
Para a delegada, ele se assustou com a perseguição. “Ele achava que estava seguro e bem escondido nessa fazenda e percebeu que não tinha mais para onde fugir. Vendo que não tinha alternativa resolveu se entregar”, afirma.
Conforme a Polícia Civil, após a conclusão do inquérito o homem será indiciado por tentativa de homicídio triplamente qualificado porque, para polícia, o crime teve motivo fútil, foi cruel e o autor usou de tortura e retirou qualquer possibilidade de defesa da vítima. Ele também deve responder pelo crime de roubo, pois levou o celular da mulher após tentar matá-la.
Agressões
De acordo com os familiares, o casal se separou há dois anos. Desde então, a mulher, que morava em Corumbá de Goiás, se mudou para a capital. Esta não seria a primeira vez que o homem agrediu a ex-mulher, pois não aceitava o fim do relacionamento.
Ela informou, em entrevista à TV Anhanguera, que procurou a polícia por quatro vezes para denunciar o agressor, mas que não obteve ajuda. “Ouvi de uma delegada que as coisas não são tão fáceis assim. Não é apenas chegar e falar. Mas foi. Ele me cegou e agora vou viver o resto da minha vida na escuridão”, lamentou.
Fonte: G1 GO
Inflação elevada muda hábitos no supermercado
Os consumidores procuram economizar buscando nas prateleira dos supermercados mais baratos. (Foto: Google Images)
Com o bolso mais apertado e menos confiante na economia, o consumidor
voltou a fazer compras do mês, a se deslocar mais para economizar e a
buscar nas prateleiras dos supermercados mais baratos uma forma de se
proteger da inflação.
Pesquisa da consultoria CVA Solutions com 6.985 consumidores de todo o país mostra um avanço dos supermercados mais populares e do atacarejo (que vende em quantidades maiores e a preços menores) na preferência dos clientes, em detrimento de benefícios como variedade de produtos e da qualidade no atendimento.
O estudo foi realizado em agosto, quando a inflação acumulada em 12 meses pelo IPCA foi 6,07%. Na ocasião, os consumidores avaliaram 65 redes varejistas de todas as regiões do país.
Foram considerados três itens relacionados a custos (preço, promoções e facilidade de pagamento) e dez referentes a benefícios (inclui desde reputação da loja, atendimento, variedade e qualidade de produtos até tempo na fila, estacionamento e proximidade).
"Os supermercados mais bem avaliados focaram em preço, promoções e parcelamento. Atacadão e Assaí se destacaram porque a grande referência deles para o consumidor é o preço", diz Sandro Cimati, sócio da consultoria CVA Solutions, empresa de pesquisa de mercado.
Entre os supermercados, o Dia e o Walmart também tiveram desempenho favorável com estratégias de preço baixo, segundo a pesquisa.
Quatro em cada dez entrevistados têm renda familiar na faixa entre R$ 2.035 e R$ 6.780 mensais.
No estudo anterior, as redes regionais (de menor porte e alcance mais restrito a municípios ou bairros) conseguiram desbancar os gigantes do varejo ao se destacarem na preferência dos clientes na forma de atendimento, na qualidade do serviço oferecido e até mesmo no tempo gasto para se deslocar.
"Os benefícios ganharam mais destaque no passado. Agora, o peso do custo avançou. O comportamento é de quem quer proteger o poder de compra", disse Cimati.
Em 2011, os itens relacionados ao custo tinham 60% de peso na decisão de onde comprar, enquanto os benefícios respondiam pelos 40% restantes. Neste ano, o custo respondia por 63% da decisão, e os benefícios, 37%.
PEQUENOS LUXOS
Luciana Salazar, 40, dona de um comércio em São Caetano do Sul (ABC paulista), diz que prefere "dividir" as idas ao supermercado para equilibrar o orçamento.
"Bebidas, leite e produtos de limpeza prefiro comprar no atacado quando faço a compra do mês. Nas idas semanais aos supermercados, compro legumes, frutas e escolho também o que está em promoção", disse.
A falta de variedade nas prateleiras e a menor qualidade do atendimento do atacarejo são compensadas, segundo a comerciante, com os preços menores.
Compras pequenas e de última hora, como comida pronta, petiscos e frios são feitas nos supermercados da vizinhança.
Para manter o padrão de consumo e não abrir mão de seus "pequenos luxos", a professora Ana Maria Silva, 37, diz que prefere economizar comprando em supermercados "menos badalados".
"Fujo dos que estão dentro de shoppings e em bairros nobres. Mesmo que tenha de encarar uma fila um pouco maior, compensa economizar para manter outros luxos, como um chocolate importado ou um vinho de qualidade."
Fonte: Folha Online
Pesquisa da consultoria CVA Solutions com 6.985 consumidores de todo o país mostra um avanço dos supermercados mais populares e do atacarejo (que vende em quantidades maiores e a preços menores) na preferência dos clientes, em detrimento de benefícios como variedade de produtos e da qualidade no atendimento.
O estudo foi realizado em agosto, quando a inflação acumulada em 12 meses pelo IPCA foi 6,07%. Na ocasião, os consumidores avaliaram 65 redes varejistas de todas as regiões do país.
Foram considerados três itens relacionados a custos (preço, promoções e facilidade de pagamento) e dez referentes a benefícios (inclui desde reputação da loja, atendimento, variedade e qualidade de produtos até tempo na fila, estacionamento e proximidade).
"Os supermercados mais bem avaliados focaram em preço, promoções e parcelamento. Atacadão e Assaí se destacaram porque a grande referência deles para o consumidor é o preço", diz Sandro Cimati, sócio da consultoria CVA Solutions, empresa de pesquisa de mercado.
Entre os supermercados, o Dia e o Walmart também tiveram desempenho favorável com estratégias de preço baixo, segundo a pesquisa.
Quatro em cada dez entrevistados têm renda familiar na faixa entre R$ 2.035 e R$ 6.780 mensais.
No estudo anterior, as redes regionais (de menor porte e alcance mais restrito a municípios ou bairros) conseguiram desbancar os gigantes do varejo ao se destacarem na preferência dos clientes na forma de atendimento, na qualidade do serviço oferecido e até mesmo no tempo gasto para se deslocar.
"Os benefícios ganharam mais destaque no passado. Agora, o peso do custo avançou. O comportamento é de quem quer proteger o poder de compra", disse Cimati.
Em 2011, os itens relacionados ao custo tinham 60% de peso na decisão de onde comprar, enquanto os benefícios respondiam pelos 40% restantes. Neste ano, o custo respondia por 63% da decisão, e os benefícios, 37%.
PEQUENOS LUXOS
Luciana Salazar, 40, dona de um comércio em São Caetano do Sul (ABC paulista), diz que prefere "dividir" as idas ao supermercado para equilibrar o orçamento.
"Bebidas, leite e produtos de limpeza prefiro comprar no atacado quando faço a compra do mês. Nas idas semanais aos supermercados, compro legumes, frutas e escolho também o que está em promoção", disse.
A falta de variedade nas prateleiras e a menor qualidade do atendimento do atacarejo são compensadas, segundo a comerciante, com os preços menores.
Compras pequenas e de última hora, como comida pronta, petiscos e frios são feitas nos supermercados da vizinhança.
Para manter o padrão de consumo e não abrir mão de seus "pequenos luxos", a professora Ana Maria Silva, 37, diz que prefere economizar comprando em supermercados "menos badalados".
"Fujo dos que estão dentro de shoppings e em bairros nobres. Mesmo que tenha de encarar uma fila um pouco maior, compensa economizar para manter outros luxos, como um chocolate importado ou um vinho de qualidade."
Fonte: Folha Online









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