O ex-presidente oferece dinheiro para que Atílio pare de investigar seus gastos (Foto: Divulgação/TV Globo)
Depois de se recusar a ajudar Atílio (Luis Melo) quando o administrador
saiu da prisão, César (Antonio Fagundes) está recebendo o troco. O
médico procura o ex-colega para pedir que ele pare de investigar seus
gastos na época em que era presidente do hospital. A cena da novela Amor à Vida, da TV Globo, vai ao ar nesta terça-feira (29).
César, no entanto, resolve subornar o administrador e oferece dinheiro em troca do silêncio do novo aliado de Félix (Mateus Solano). Atílio não cai na jogada e dá um enfático “não” como resposta.
Fonte: Terra
César, no entanto, resolve subornar o administrador e oferece dinheiro em troca do silêncio do novo aliado de Félix (Mateus Solano). Atílio não cai na jogada e dá um enfático “não” como resposta.
Fonte: Terra
Com nome social desde os 14 anos, transexual enfrenta burocracia para fazer o Enem em Fortaleza
No RG, Luiz Cláudio Cunha da Silva, na sociedade, Ana Luiza Cunha da
Silva. Esta questão quase causou constrangimento na estudante do 3º ano
do ensino médio do Colégio Ari de Sá. Transexual desde os 14 anos, Ana
teve que passar por uma bateria de perguntar antes de enfrentar a prova
do Enem, neste final de semana, em Fortaleza.
“Eu já esperava algo parecido, pois já tinha passado por isso em outros ambientes”, diz a estudante que pretende cursar Arquitetura.
Com várias documentações na bolsa, Ana chegou cedo colégio Dom Helder Câmara, no Bairro Álvaro Weyne. “Eu levei meus documentos com nomes de registro e social. As pessoas me olhavam ‘diferente’”, afirma. Apesar dos olhares, a estudante disse que tudo ocorria bem até a entrega dos gabaritos.
“Eles me chamaram lá fora e disseram que precisaria passar por uma verificação. Perguntaram porque eu ainda não tinha mudado os documentos. Daí tive que explicar que no Brasil não é permitido. Meu advogado também recomendou iniciar o processo somente após os 18 anos”, confessou a candidata.
Ana diz que após a burocracia conseguiu fazer a prova normalmente. “Quando eu voltei pra sala, as pessoas ainda me olhavam diferente, mas como sou preparada, não me senti tão constrangida”, afirma.
Apesar do costume, a estudante faz uma reclamação. “O Governo devia criar algo para evitar isto. Tipo uma descrição no momento da inscrição. É chato isso, apesar de não sofrer muito”.
Já no segundo dia de prova, no domingo (27), Ana Luiz disse que foi tudo diferente. “Eles foram super atenciosos comigo. Meu chamaram de lindinha, querida. Me trataram pelo nome social”, revela.
Mudança de sexo
Além de oficializar o nome social, a estudante pretende mudar de sexo após atingir a maioridade. “Eu já uso o nome desde os 14. Meus pais apoiam, na escola sempre fui respeitada, mas tenho amigas que ainda passam por preconceito em Fortaleza”, finaliza.
Fonte: Tribuna do Ceará
“Eu já esperava algo parecido, pois já tinha passado por isso em outros ambientes”, diz a estudante que pretende cursar Arquitetura.
Com várias documentações na bolsa, Ana chegou cedo colégio Dom Helder Câmara, no Bairro Álvaro Weyne. “Eu levei meus documentos com nomes de registro e social. As pessoas me olhavam ‘diferente’”, afirma. Apesar dos olhares, a estudante disse que tudo ocorria bem até a entrega dos gabaritos.
“Eles me chamaram lá fora e disseram que precisaria passar por uma verificação. Perguntaram porque eu ainda não tinha mudado os documentos. Daí tive que explicar que no Brasil não é permitido. Meu advogado também recomendou iniciar o processo somente após os 18 anos”, confessou a candidata.
Ana diz que após a burocracia conseguiu fazer a prova normalmente. “Quando eu voltei pra sala, as pessoas ainda me olhavam diferente, mas como sou preparada, não me senti tão constrangida”, afirma.
Apesar do costume, a estudante faz uma reclamação. “O Governo devia criar algo para evitar isto. Tipo uma descrição no momento da inscrição. É chato isso, apesar de não sofrer muito”.
Já no segundo dia de prova, no domingo (27), Ana Luiz disse que foi tudo diferente. “Eles foram super atenciosos comigo. Meu chamaram de lindinha, querida. Me trataram pelo nome social”, revela.
Mudança de sexo
Além de oficializar o nome social, a estudante pretende mudar de sexo após atingir a maioridade. “Eu já uso o nome desde os 14. Meus pais apoiam, na escola sempre fui respeitada, mas tenho amigas que ainda passam por preconceito em Fortaleza”, finaliza.
Fonte: Tribuna do Ceará
Cientistas descobrem mapa de resistência humana ao vírus da Aids
Um grupo de pesquisadores suíços elaborou o primeiro mapa de resistência
humana ao vírus da Aids, que mostra a defesa natural do corpo contra a
doença, um avanço que poderá ter aplicações como a criação de novos
tratamentos personalizados.
Cientistas da Escola Politécnica de Lausanne (EPFL, sigla em francês) e do Hospital Universitário do Cantão de Vaud, ambos na Suíça, publicam nesta terça-feira (29) os resultados de seu estudo conjunto sobre a doença na revista científica "E.Life".
Através da pesquisa com cepas do vírus HIV em um hospedeiro humano, os pesquisadores puderam identificar mutações genéticas específicas, um sinal que reflete os ataques produzidos pelo sistema imunológico.
Com esse sistema, os cientistas podem reconhecer as variações genéticas que ocorrem em algumas pessoas mais resistentes ao vírus e em outras mais vulneráveis, além de usar essa informação para criar tratamentos individualizados.
Com a ajuda de um supercomputador, os cientistas cruzaram mais de 3 mil mutações possíveis no genoma do vírus, com mais de 6 milhões de variações do genoma de 1.071 pessoas soropositivas.
"Tínhamos que estudar as cepas virais de pacientes que ainda não tivessem recebido nenhum tratamento, o que não é comum", explicou o pesquisador da EPFL, Jacques Fellay, através de um comunicado.
Por esse motivo, os cientistas basearam o estudo em bancos de amostras criados nos anos 1980, quando ainda não havia tratamentos eficazes contra o vírus.
Fellay detalhou que o corpo humano desenvolve sempre estratégias de defesa contra o HIV, mas infelizmente "o genoma do vírus muda rapidamente, na razão de milhões de mutações por dia", o que dificulta a tarefa de combatê-lo.
Segundo os autores do estudo, esse trabalho permitiu obter uma visão mais completa dos genes humanos e a resistência imune ao HIV, o que pode gerar novos tratamentos inspirados nas defesas genéticas naturais do corpo humano.
Fonte: EFE
Cientistas da Escola Politécnica de Lausanne (EPFL, sigla em francês) e do Hospital Universitário do Cantão de Vaud, ambos na Suíça, publicam nesta terça-feira (29) os resultados de seu estudo conjunto sobre a doença na revista científica "E.Life".
Através da pesquisa com cepas do vírus HIV em um hospedeiro humano, os pesquisadores puderam identificar mutações genéticas específicas, um sinal que reflete os ataques produzidos pelo sistema imunológico.
Com esse sistema, os cientistas podem reconhecer as variações genéticas que ocorrem em algumas pessoas mais resistentes ao vírus e em outras mais vulneráveis, além de usar essa informação para criar tratamentos individualizados.
Com a ajuda de um supercomputador, os cientistas cruzaram mais de 3 mil mutações possíveis no genoma do vírus, com mais de 6 milhões de variações do genoma de 1.071 pessoas soropositivas.
"Tínhamos que estudar as cepas virais de pacientes que ainda não tivessem recebido nenhum tratamento, o que não é comum", explicou o pesquisador da EPFL, Jacques Fellay, através de um comunicado.
Por esse motivo, os cientistas basearam o estudo em bancos de amostras criados nos anos 1980, quando ainda não havia tratamentos eficazes contra o vírus.
Fellay detalhou que o corpo humano desenvolve sempre estratégias de defesa contra o HIV, mas infelizmente "o genoma do vírus muda rapidamente, na razão de milhões de mutações por dia", o que dificulta a tarefa de combatê-lo.
Segundo os autores do estudo, esse trabalho permitiu obter uma visão mais completa dos genes humanos e a resistência imune ao HIV, o que pode gerar novos tratamentos inspirados nas defesas genéticas naturais do corpo humano.
Fonte: EFE
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