segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Jorge Kajuru chama Luciana Gimenez de "vagaba profissa" após perder processo









A Justiça ordenou a penhora dos bens de Jorge Kajuru para pagar indenização de R$ 80 mil a Gimenez. (Foto: Google Images)
Jorge Kajuru  soltou o verbo contra Luciana Gimenez  por meio de seu perfil no Twitter na noite de sexta-feira. O jornalista chamou a apresentadora da Rede TV! de "vagaba profissa" e "idiota" após receber a notícia de que perdeu processo judicial que ela move contra ele desde 2004.

A Justiça ordenou a penhora dos bens de Jorge Kajuru para pagar indenização de R$ 80 mil a Gimenez por ter sugerido que ela era burra durante participação no programa "Boa Noite Brasil", da TV Bandeirantes, há nove anos. Kajuru aproveitou a rede social para desabafar.

"Que Brasil, que Justiça FDP (...) o único processo que perdi até hoje foi para uma vagaba top. Entendam o absurdo. Eu já chamei presidente da República de ladrão e não perdi o processo. E outros tantos. Essa vagaba profissa ganhou um processo contra mim somente porque eu disse que ela não era inteligente. Não a chamei de burra, não usei adjetivo, basta pegar o vídeo. Foi na Band, época do programa Gilberto Barros, Máquina da Verdade era o nome do quadro. Se eu respondesse que ela era inteligente, logicamente a máquina apitaria. Óbvio! Só lhe peço para não me tomar duas riquezas que você nunca terá: a minha cultura e a minha cirurgia periana, prótese... Mas o resto pode penhorar, tomar, etc., eu trabalharei dignamente e recuperarei, sua idiota", disse ele.

Kajuru segue alfinetando a apresentadora, desta vez referindo-se ao filho que ela teve com Mick Jagger , Lucas . "Gimenez, lhe peço desculpas. Você é inteligente, sempre soube unir o útero ao agradável." A apresentadora é atualmente casada com Marcelo de Carvalho , empresário e apresentador da Rede TV!, com quem tem um filho, Lorenzo .

Na manhã deste sábado, poucas horas após o desabafo, Kajuru voltou ao Twitter e retomou o assunto. Ele começou se dirigindo ao juiz que ordenou a penhora: "Vossa Excelência Thomás de Sousa e Melo, juiz que me condenou a pagar R$ 80 mil para Luciana Gimenez. Guardem esse nome... Com todo respeito, o senhor tomou essa decisão baseado em quê? Lei, qual? Fetiche, sexo? Pois se é correto processar quem diz que a Gimenez não é inteligente, repito, não adjetivei nada, nem burra... Então, Justiça, me considero preso. Me botem numa cela vizinha do José Dirceu, pois quero ouvir tudo que ele falará... Pois o que eu já adjetivei de ladrão, canalha, corrupto, quantas pessoas mais importantes que a Gimenez.. Por fim, Gimenez, não tenho nenhum bem para você penhorar. E salário é para sobreviver. E 80 eu só daria para Angelina Jolie, para você, nem 8."

Para finalizar, Kajuru questiona a legalidade da decisão judicial: "Ela quer penhorar meu salário. Aí eu ficaria 10 meses sem nenhum centavo. ISSO É ILEGAL ou no Brasil pode? Se pode, vou embora daqui hoje."

Luciana Gimenez, também em seu perfil no Twitter, não respondeu às acusações, mas no momento em que Kajuru desabafava ela postou: "kkkkk tenho que agradecer todos os dias!! Amo minha vida, meu marido, meus filhos, pai do meu Lucas!! Meus amigos #amomuitotudoisso."

Fonte: Gente - iG

 

 

Condenado a 12 anos de prisão, Pizzolato está na Itália,e pede julgamento

 


Veja a íntegra da carta de Henrique Pizzolato , pedindo julgamento na Itália
16/11/2013 - 20:08
 

Condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 12 anos e sete meses de prisão por conta de seu envolvimento no esquema do mensalão, o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato fugiu para a Itália, de acordo com a Polícia Federal. Ele é o único dos 12 condenados do processo que tiveram pedido de execução de pena expedido pela Justiça ontem que não se apresentou à PF.
O ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, considerado foragido pela Polícia Federal, enviou uma carta ao advogado que até então o representava, Marthius Sávio Cavalcante Lobato, em que critica o julgamento do processo do mensalão e justifica sua saída do país como "legítimo direito de liberdade para ter um novo julgamento na Itália". Leia abaixo a íntegra da carta.
Após a divulgação da nota, o advogado informou que não representa mais Pizzolato, como mostrou o Jornal Hoje.
Íntegra da carta de Henrique Pizzolato:
“Minha vida foi moldada pelo principio da solidariedade que aprendi muito jovem quando convivi com os franciscanos e essa base sólida sempre norteou meus caminhos.
Nos últimos anos minha vida foi devassada e não existe nenhuma contradição em tudo que declarei quer seja em juízo ou nos eventos públicos que estão disponíveis na internet.
Em meados de 2012, exercendo meu livre direito de ir e vir, eu me encontrava no exterior acompanhando parente enfermo quando fui mais uma vez desrespeitado por setores da imprensa.
Após a condenação decidida em agosto retornei ao Brasil para votar nas eleições municipais e tinha a convicção de que no recurso eu teria êxito, pois existe farta documentação a comprovar minha inocência.
Qualquer pessoa que leia os documentos existentes no processo constata o que afirmo.
Mesmo com intensa divulgação na imprensa alternativa – aqui destaco as diversas edições da revista Retrato do Brasil – e por toda a internet, foi como se não existissem tais documentos, pois ficou evidente que a base de toda a ação penal tem como pilar, ou viga mestre, exatamente o dinheiro da empresa privada Visanet. Fui necessário para que o enredo fizesse sentido. A mentira do “dinheiro público” para condenar... Todos. Réus, partido, ideias, ideologia.
Minha decepção com a conduta agressiva daquele que deveria pugnar pela mais exemplar isenção, é hoje motivo de repulsa por todos que passaram a conhecer o impedimento que preconiza a Corte Interamericana de Direitos Humanos ao estabelecer a vedação de que um mesmo juiz atue em todas as fases do processo, a investigação, a aceitação e o julgamento, posto a influência negativa que contamina a postura daquele que julgará.
Sem esquecer o legítimo direito moderno de qualquer cidadão em ter garantido o recurso a uma corte diferente, o que me foi inapelavelmente negado.
Até desmembraram em inquéritos paralelos sigilosos para encobrir documentos, laudos e perícias que comprovam minha inocência, o que impediu minha defesa de atuar na plenitude das garantias constitucionais. E o cúmulo foi utilizarem contra mim um testemunho inidôneo.
Por não vislumbrar a mínima chance de ter julgamento afastado de motivações político-eleitorais, com nítido caráter de exceção, decidi consciente e voluntariamente fazer valer meu legítimo direito de liberdade para ter um novo julgamento, na Itália, em um tribunal que não se submete às imposições da mídia empresarial, como está consagrado no tratado de extradição Brasil e Itália.
Agradeço com muita emoção a todos e todas que se empenharam com enorme sentimento de solidariedade cívica na defesa de minha inocência, motivadas em garantir o estado democrático de direito que a mim foi sumariamente negado”.
FONTE: Terra

Nenhum comentário: