"Os exemplos mais comuns de indicações para a cirurgia ortognática são o prognatismo mandibular (excesso de queixo), o retrognatismo mandibular (falta de queixo), e as alterações verticais da face, como o excesso vertical da maxila, que é bem característico pela presença de sorriso gengival e a inabilidade para fechar bem a boca", explica o cirurgião bucomaxilofacial Augusto Pary, especialista na técnica.
A primeira fase do tratamento, quando é usado o aparelho dentário, pode durar de 6 a 18 meses. Em seguida, o paciente é submetido ao procedimento cirúrgico. A recuperação vai depender da gravidade do caso, mas envolve repouso de 15 a 30 dias, com restrições à mastigação. Para praticar esportes, o recomendado é aguardar um intervalo de seis meses a partir da operação.
O tratamento é definitivo, mas, especialmente no primeiro ano pós-cirúrgico, são necessárias revisões frequentes. O procedimento é contraindicado apenas para pacientes com problemas de saúde grave, que impossibilitem a realização de cirurgias.
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