A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a decisão
que condenou a Coca-Cola ao pagamento de indenização no valor de 20
salários mínimos (R$ 14.480) a uma consumidora que diz ter encontrado
lagartixa dentro da bebida.
O STJ conclui que, mesmo que a consumidora não tenha aberto a embalagem e bebido o líquido, a existência de um corpo estranho no refrigerante “colocou em risco a saúde e a integridade física ou psíquica da consumidora”.
O caso
Em novembro de 2005, a consumidora comprou uma garrafa de Coca-Cola e antes de beber o produto reparou que em seu interior havia fragmentos estranhos.
Segundo nota publicada no site do STJ, o exame mais apurado, com ajuda de uma lupa, revelou tratar-se de algo semelhante a uma lagartixa ou pedaços de pelo humano.
O STJ conclui que, mesmo que a consumidora não tenha aberto a embalagem e bebido o líquido, a existência de um corpo estranho no refrigerante “colocou em risco a saúde e a integridade física ou psíquica da consumidora”.
O caso
Em novembro de 2005, a consumidora comprou uma garrafa de Coca-Cola e antes de beber o produto reparou que em seu interior havia fragmentos estranhos.
Segundo nota publicada no site do STJ, o exame mais apurado, com ajuda de uma lupa, revelou tratar-se de algo semelhante a uma lagartixa ou pedaços de pelo humano.
Laudo da perícia diz que material encontrado na Coca-Cola não era lagartixa, mas sim fungos. (Foto: Divulgação)
“A consumidora procurou a empresa, que prometeu a troca do produto. Entretanto, isso não ocorreu, o que a levou a ajuizar a ação de indenização por dano material e moral no valor equivalente a 300 salários mínimos”, informa a nota.
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), no entanto, fixou o valor em 20 salários mínimos, alegando que se trata de um produto alimentício contaminado que trouxe risco para a consumidora.
Em nota, a Coca-Cola afirma que não se trata de uma largatixa, mas sim de fungos. "Esclarecemos que perícias solicitadas pela Justiça e realizadas durante o processo concluíram que os resíduos encontrados na embalagem eram bolores, normalmente causados por armazenamento incorreto, exposição ao sol ou impactos", informa a empresa.
Fonte: Economia - iG
Alunos prendem 11 professores e 4 funcionários na sala dos professores
Alunos aproveitam o recreio, trancam professores e vandalizam em escola.
Bombeiros contaram com a PM para arrombar a sala. (Foto: Reprodução /
TV Integração)
Pelo menos cinco alunos prenderam 11 professores e outros quatro
servidores da área pedagógica dentro da sala dos professores durante o
recreio, na manhã desta quarta-feira (12), na Escola Estadual Maria de
Barros, em Ituiutaba, na região Centro-Oeste de Minas Gerais. A
instituição de ensino fica na rua Cláudio Manoel da Costa, no bairro
Independência.
Desesperados, os educadores ligaram para o Corpo de Bombeiros. “A guarnição foi para o local por volta de 10 horas, e os militares cortaram o cadeado e liberaram as pessoas”, conta a soldado Renata Fonseca do Corpo de Bombeiros de Ituiutaba.
Segundo a Polícia Militar (PM), os alunos trancaram a grade de proteção da porta com um cadeado. Depois, eles iniciaram um tumulto e quebraram carteiras e vidros, colocaram fogo em uma lata de lixo, e quebraram um ventilador.
Todos os cinco estudantes identificados tem 16 anos. Os militares foram até a casa deles, porém, até o fechamento dessa matéria, eles não haviam sido encontrados.
Os alunos foram dispensados, porém, nesta quinta-feira (13), a escola funcionará normalmente.
Sem histórico
A Superintendente Regional de Ensino de Ituiutaba, Ises Gomes, informou que esse tipo de ocorrido não é frequente na escola. “O ocorrido foi pontual. A escola não tem histórico de atos de violência, vamos iniciar um trabalho de conscientização na escola em parceria com a Promotoria da Infância e Juventude e com a patrulha escolar”, garante.
Além de precisarem prestar esclarecimentos à polícia, os responsáveis pela confusão sofrerão sanções na escola. A última medida pode ser a o remanejamento. “Vamos encaminhar os alunos para um centro com psicólogos e assistentes sociais”, disse Ises.
Fonte: O Tempo
Desesperados, os educadores ligaram para o Corpo de Bombeiros. “A guarnição foi para o local por volta de 10 horas, e os militares cortaram o cadeado e liberaram as pessoas”, conta a soldado Renata Fonseca do Corpo de Bombeiros de Ituiutaba.
Segundo a Polícia Militar (PM), os alunos trancaram a grade de proteção da porta com um cadeado. Depois, eles iniciaram um tumulto e quebraram carteiras e vidros, colocaram fogo em uma lata de lixo, e quebraram um ventilador.
Todos os cinco estudantes identificados tem 16 anos. Os militares foram até a casa deles, porém, até o fechamento dessa matéria, eles não haviam sido encontrados.
Os alunos foram dispensados, porém, nesta quinta-feira (13), a escola funcionará normalmente.
Sem histórico
A Superintendente Regional de Ensino de Ituiutaba, Ises Gomes, informou que esse tipo de ocorrido não é frequente na escola. “O ocorrido foi pontual. A escola não tem histórico de atos de violência, vamos iniciar um trabalho de conscientização na escola em parceria com a Promotoria da Infância e Juventude e com a patrulha escolar”, garante.
Além de precisarem prestar esclarecimentos à polícia, os responsáveis pela confusão sofrerão sanções na escola. A última medida pode ser a o remanejamento. “Vamos encaminhar os alunos para um centro com psicólogos e assistentes sociais”, disse Ises.
Fonte: O Tempo
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