Robson Roque
Praticamente a totalidade dos professores das redes de
ensino estadual e municipal aderiram à greve nacional da categoria em
Juazeiro do Norte. A manifestação da classe do magistério estende-se
desta segunda-feira (17) até a próxima quinta-feira, dia 20 de março.
O ato foi convocado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), órgão que representa mais de 3 milhões de educadores das redes públicas de educação básica e reivindica o cumprimento da lei do piso, carreira e jornada; investimento dos royalties de petróleo na valorização da categoria; votação imediata do Plano Nacional de Educação (PNE); destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação pública.
“Essa mobilização está se dando em todo o Brasil. Aqui no Cariri nós temos mobilização em Crato e Juazeiro. Essa paralização tem uma pauta nacional desde o ano passado, pautada na questão da valorização da categoria que é muito desvalorizada pela classe política”, afirmou o professor Roberto Oliveira, professor e coordenador da Central Única dos Trabalhadores - CUT.
De acordo com o professor Edson Xavier, coordenador do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Juazeiro do Norte, a adesão dos educadores na Região do Cariri é de praticamente a totalidade.
“Basicamente de 100%. Tivemos uma grande adesão do município. Vamos continuar amanhã com um novo ato em frente à prefeitura. A mobilização continua nesses três dias, estado e município, na batalha pela educação”, relatou.
Nos próximos dias alguns atos em defesa da educação serão realizados na Região. Às dez da manhã desta terça-feira uma reunião com professores do 1º ao 5º ano do ensino fundamental será realizada, por exemplo.
“Esta manifestação é uma forma de mostrarmos ao governo que não estamos satisfeitos com a correção desse ano, apesar de termos tido algum avanço no ano anterior”, finalizou o professor Aurélio Matias, representante regional da Apeoc.
O ato foi convocado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), órgão que representa mais de 3 milhões de educadores das redes públicas de educação básica e reivindica o cumprimento da lei do piso, carreira e jornada; investimento dos royalties de petróleo na valorização da categoria; votação imediata do Plano Nacional de Educação (PNE); destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação pública.
“Essa mobilização está se dando em todo o Brasil. Aqui no Cariri nós temos mobilização em Crato e Juazeiro. Essa paralização tem uma pauta nacional desde o ano passado, pautada na questão da valorização da categoria que é muito desvalorizada pela classe política”, afirmou o professor Roberto Oliveira, professor e coordenador da Central Única dos Trabalhadores - CUT.
De acordo com o professor Edson Xavier, coordenador do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Juazeiro do Norte, a adesão dos educadores na Região do Cariri é de praticamente a totalidade.
“Basicamente de 100%. Tivemos uma grande adesão do município. Vamos continuar amanhã com um novo ato em frente à prefeitura. A mobilização continua nesses três dias, estado e município, na batalha pela educação”, relatou.
Nos próximos dias alguns atos em defesa da educação serão realizados na Região. Às dez da manhã desta terça-feira uma reunião com professores do 1º ao 5º ano do ensino fundamental será realizada, por exemplo.
“Esta manifestação é uma forma de mostrarmos ao governo que não estamos satisfeitos com a correção desse ano, apesar de termos tido algum avanço no ano anterior”, finalizou o professor Aurélio Matias, representante regional da Apeoc.
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