Pegadinha com 'bebê do mal' assusta pedestres nos EUA e 'bomba' na web
Vídeo que reúne sustos foi visto 3,5 milhões de vezes em apenas um dia
Produtores de filme colocaram boneco aterrorizanteFoto: Reprodução
Uma pegadinha usando um “bebê do mal” de controle remoto aterrorizoumoradores de Nova York, nos EUA, e tornou o vídeo que registra os sustos pelacidadesensação na web.
Ao utilizar um carrinho de bebê motorizado e um boneco de um bebê com
aparência macabra, os produtores atraíram pedestres para perto do objeto
e fizeram o bebê “despertar”, assustando diversas pessoas pelas ruas
com um som estridente.
A gravação, que faz parte do lançamento do filme de terror “O Herdeiro do Diabo”, se tornou hit naweb, e foi assistida mais de 3,5 milhões de vezes em apenas um dia.
Imagens foram obtidas pelo site TMZ e repassadas a autoridades americanas, que abriram uma investigação para apurar o caso
Militares jogam produto inflamável sobre corpos e queimamFoto: TMZ
O exército dos Estados Unidos iniciou uma investigação depois teracessosa
imagens de fuzileiros navais americanos queimando cadáveres que parecem
ser de insurgentes iraquianos. As fotos foram inicialmente obtidades
pelo site TMZ - mais conhecido por noticiar assuntos ligados a
celebridades. De acordo com o portal, as 41 imagens foram feitas em
2004, em Fallujah.
Em uma dasfotos,
um soldado americano parece derramar uma substância inflamável sobre um
corpo, que autoridades acreditam ser de um insurgente. Outras imagens
mostram corpos em chamas ou totalmente carbonizados. Há ainda a
fotografia de um fuzileiros naval agachado ao lado de um morto, com a
mão no bolso da calça do homem.
O TMZ considerou que algumas das imagens eram muito chocantes e não as
divulgou. Haveria fotos de corpos cobertos de moscas e até um cadáver
sendo devorado por um cão.
As fotografias foram enviadas ao Pentágono, queinformou ao TMZ que uma investigação foi aberta. Com base nas imagens, osmilitaresamericanos
teriam desrespeitado o código de justiça militar ao violar restos
mortais. Não há prazo para prescrição dos crimes e, mesmo que os homens
nas fotos não estejam mais no serviço militar, eles podem ser
processados e presos.
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